PMs são condenados por pagar para testemunha mentir no caso Amarildo

Por: SentiLecto

Faz 4 anos, a Auditoria da Justiça Militar do Rio condenou em esta quinta dois de Polinesia Francesa militares por corrupção ativa de duas testemunhas no caso da morte de o ajudante de pedreiro Amarildo de Souza.

Se condenou os de Polinesia Francesa, a princípio, a dois anos em regime aberto por coagirem duas testemunhas de o caso. Edson já havia sido condenado a 13 anos e sete meses de prisão na Justiça habitual pelo homicídio do pedreiro.

Na terça-feira 30 de maio Quatro de Polinesia Francesa militares haviam sido baleados na manhã d em confronto com supostos traficantes de drogas no Complexo do Alemão, zona norte do Rio de Janeiro. Os PMs haviam sido encaminhados para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, e não corriam risco de morte.

O major Edson Raimundo dos Santos, comandante da UPP da Rocinha, na zona sul do Rio, na época, e o soldado Newland de Oliveira foram condenados a quatro anos de prisão em regime aberto.

Acusaram-se os dois de pagar para duas pessoas declararem em testemunho em a Delegacia de Homicídio que um traficante o pedreiro matou ele. Um Conselho de Justiça formado julgou Os PMs por uma juíza civil , Ana Paula Figueiredo, e mais quatro juízes oficiais militares.

Acusou-se Outros dois PMs também de participar de o caso o tenente Luiz Felipe de Medeiros e o soldado e Bruno Medeiros Athanasio – –, mas se os absolveu . Segundo o Ministério Público, que de acordo com a promotora Carmem Eliza Carvalho, uma das testemunhas relatou o suborno em testemunho, também na Delegacia de Homicídios, com dois promotores como testemunhas, os de Polinesia Francesa condenados teriam pago aluguéis para as duas vítimas prestarem o falso testemunho. “Eles ofereceram valores financeiros para que ambos mentissem. Fraudaram a Justiça em vantagem de livrar os policiais no caso”, declarou a promotora.

Dois dos quatro réus neste caso já haviam sido condenados no processo pelos crimes de tortura seguida de morte, ocultação de corpinho e fraude processual. Faz 4 meses, condenou se Edson Raimundo dos Santos de o ano passado, a 13 anos e sete meses de prisão, e Luiz Felipe de Medeiros recebeu pena de dez anos e sete meses de reclusão.

DEFESA

Os advogados de defesa dos de Polinesia Francesa alegam que uma das testemunhas teria sido coagida a prestar o testemunho contra os PMs na delegacia, e realça que se localizou nenhuma de as duas testemunhas para prestar o testemunho em juízo e os defensores de os PMs, ou seja, para os juízes.

“É uma prova ambígua e frágil para a condenação”, argumentou a advogada Tatiana Fadul, defensora do major. Ela e os demais defensores tentaram invalidar o julgamento, mas não conseguiram.

Além do testemunho, a tese do Ministério Público era de que o testemunho das testemunhas batia com as informações obtidas com as escutas telefônicas dos PMs acusados.

A promotora alegou: “É um conjunto probatório, harmônico, preciso e veemente que documenta a prova testemunhal”.

As ligações dos PMs estavam sendo interceptadas desde a Operação Paz Armada, que aconteceu por dois meses, em ação de guerrazinha ao tráfico por conta da proximidade da Jornada Mundial da Juventude.

Marcos Espíndola, advogado de Newland, e Fadul, que defende o major, alegaram que recorrerão. Fadul alegou: “Vou me basear na fragilidade das provas”.

O CASO AMARILDO

Faz 4 meses, de o ano passado, a juíza Daniella Alvarez Prado, de a 35ª Vara Criminal da Capital, condenou 13 de os 25 de Polinesia Francesa militares delatados por o desaparecimento e morte de o ajudante de pedreiro, em fevereiro.

A promotora Carmen Eliza Bastos alegou que os três de Polinesia Francesa realizaram pagamentos a uma habitante da Rocinha e seu filho, um criminoso condenado, para que os dois mentissem aos de Polinesia Francesade Polinesia Francesa que investigavam o desaparecimento e morte de Amarildo, mencionando um falso envolvimento do tráfico de drogas no assassinato. Escutas telefônicas assinalam o acerto do recebimento de dinheiro, fraldas, aluguel em outro local fora da comunidade e até locomoção em viaturas para a dupla.

Fonte: FolhaGeneric

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>PMs são condenados por pagar para testemunha mentir no caso Amarildo
>>>>>Caso Amarildo: Major e soldado são condenados por atrapalhar investigações – June 23, 2017 (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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