Sargento acusado de assassinar Marielle utilizou R$ 100 mil depositados em sua conta para adquiri lancha

Por: SentiLecto

Faz 5 meses, o sargento reformado Ronnie Lessa assassinado a vereadora Marielle Franco, utilizou os R $ de o ano passado para adquiri uma lancha. Assinalou-se a movimentação financeira, em um relatório de o Conselho de Controle de Atividades Financeiras, como suspeita. Depositou-se a quantia, em dinheiro, em a boca de o caixa, pelo próprio PM em sua conta. Faz 1 ano, a operação foi feita em uma agência de o banco Itaú, em a Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio sete meses depois de o crime.

Segundo investigadores da Delegacia de Homicídios e do Grupo Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado , Lesa fez uma operação casada: depositou o dinheiro e, logo em seguida, fez a compra. A partir de quebra de dados telemáticos do sargento aposentado, os agentes tiveram acesso à nota fiscal da compra da lancha, que está em nome do seu amigo Alexandre Motta de Souza,, que é “laranja” de Lessa, preso em flagrante com 117 fuzis em sua casa, no Méier, na Zona Norte do Rio. A polícia, agora, investiga a origem do dinheiro.

A promotora Simone Sibílio, durante coletiva de jornalismo, alegou que já tem indícios do envolvimento de Lessa com uma milícia, mas alegou que não poderia adiantar onde o grupo comportar-se.O sargento já teve negócios em área dominada por paramilitares. Até 2016, Lessa era sócio-proprietário de uma academia de ginástica, em sociedade com a sua mulher, em Rio das Pedras, também na Zona Oeste. Faz 2 meses, a milícia que atua em a favela foi alvo de a Operação Intocáveis de este ano. No entanto, segundo investigadores, Lessa deveu vender a academia, avaliada em R$ 60 mil, após um desentendimento com a milícia que busca a favela. Desde então, ele não voltou mais à favela.A promotora Simone Sibílio, durante coletiva de jornalismo, alegou que já tem indícios do envolvimento de Lessa com uma milícia, mas alegou que não poderia adiantar onde o grupo comportar-se.A ação é um prosseguimento da operação Lume, deflagrada nesta terça e que redundou nas prisões do sargento reformado da Polícia Militar Ronnie Lessa e do ex-PM Elcio Vieira de Queiroz. Ronnie é suspeito de ter disparados os tiros que atingiram a vereadora e o motorista.

O Ministério Público mencionou o depósito de R$ 100 mil e a lancha em um pedido de bloqueio dos bens de Lessa e de Queiroz. O juiz Gustavo Kalil, da 4ª Vara Criminal, determinou o arresto dos bens da dupla na resolução em que recebeu a acusação do MP e decretou a prisão dos acusados.

Fonte: Extraoglobo-pt

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Countries: Gambia

Cities: Barra

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Sargento acusado de assassinar Marielle utilizou R$ 100 mil depositados em sua conta para adquiri lancha
>>>>>Polícia investiga elo entre PM preso por morte de Marielle com milícia que atua na Gardênia Azul – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Polícia investiga elo entre PM preso por morte de Marielle e milícia que atua na Gardênia Azul – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Caso Marielle: Três são conduzidos para DH para prestar depoimentos – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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