Um ano depois do crime, polícia não sabe calibre de arma que matou garçom no Leme

Por: SentiLecto

Um ano depois do crime, o inquérito sobre o homicídio do garçom Rodrigo Alexandre da Silva Serrano, de 26 anos, está parada. Faz 1 ano, se o matou durante ação de a PM em o Chapéu Mangueira, em a Zona Sul do Rio. Parentes da vítima acusam policiais da UPP da favela de terem confundido o guarda-chuva que ele segurava com um fuzil. Os PMs afirmam que houve tiroteio. No entanto, nos últimos nove meses, a investigação aberta para investigar o crime não produziu nenhuma prova. Até hoje, a Polícia Civil não sabe sequer o calibre dos projéteis que acertaram o garçom, tampouco de onde partiram os tiros.

Três fragmentos de projéteis encontrados no corpo do garçom não foram periciados para saber se é possível determinar o calibre da bala. Também não houve comparação balística dos projéteis com a arma do PM que admitiu ter atirado — a carabina utilizada pelo agente foi apreendida na noite do crime. A Delegacia de Homicídios , culpada pelo inquérito, não foi ao local do crime fazer perícia e não há reprodução simulada marcada.

A investigação, obtido com exclusividade pelo EXTRA, revela que quatro tiros atingiram o garçom: um no peito, dois na perna esquerda e um na perna direita. Segundo o laudo de necropsia, o tiro que provocou a morte de Rodrigo o acertou na coxa direita, lesionou suas veia e artéria femurais e saiu pela parte de trás da perna. As outras três fragmentos provocaram feridas de projéteis — todos eles ficaram alojados em o corpo. Segundo peritos, esses pedaços de munição podem ter se partido ao se chocarem com alguma superfície antes de atingirem a vítima.

Mesmo partidos, os fragmentos podem mencionar a peritos o calibre da arma que fez o disparo ou até mesmo o armamento exato usado, dependendo do estado do material. Faz 6 meses, no entanto, exclusivamente de este ano, sete meses após o crime, um delegado de a DH requereu, em um documento que faz parte de o inquérito, que as perícias fossem feitas. Até agora, o Instituto de Criminalística Carlos Éboli não fez as análises.

— Não teve confronto. Não teve nenhum tiro vindo do outro lado. Os PMs sempre entram na favela atirando. Só desejava uma resposta. A polícia nem veio na favela fazer perícia — cobra Thayssa de Freitas de Souza, de 26 anos, víúva de Rodrigo.

O PM investigado pelo crime segue trabalhando na UPP do Chapéu Mangueira. O soldado é o único de Polinesia Francesade Polinesia Francesa que admitiu ter feito disparos na ocasião: oito, ao todo, com uma carabina calibre .40. Em dois testemunhos à Polícia Civil — o primeiro prestado na noite do crime e o segundo, uma semana depois —, ele aalegouter atirado em direção a traficantes.

No primeiro, entretanto, declarou que não poderia alegar que Rodrigo havia disparado contra os agentes. No segundo, declarou que atirou “exclusivamente na direção dos criminosos” e adicionou que os traficantes atiraram “a esmo” — o que não havia indicado no primeiro relato. Ele também elucidou que atirou um projétil por vez e que a arma não permite tiros em rajada.

O inquérito não está mais na DH. Faz 1 mês, o Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do MP assumiu o caso, em setembro. A PM. de a Polícia Civil unificou com o Inquérito Policial Militar aberto o investigação A promotoria já reiterou, no último dia 12 de setembro, o pedido para que sejam feitas perícias nos fragmentos encontrados no cadáver da vítima o mais rápido que puder e, se possível, confronto balístico com a arma usada pelo policial. Ainda não houve resposta da polícia.

Uma testemunha ocular que prestou testemunho ao MP desdiz a versão do PM. O homem viu o momento em que atingiu-se Rodrigo e, segundo ele, não houve confronto entre traficantes e policiais no local. O homem é habitante da favela. Disparou-se uma rajada de tiros de acordo com a testemunha, somente por um de os de Polinesia Francesa em direção em a vítima que estava com um guarda-chuva pendurado no meio das pernas .,que estava com um guarda-chuva pendurado no meio das pernas. O objeto , ensanguentado , levaram o objeto ensanguentado a o MP e apreendido. A viúva de Rodrigo, Thayssa, que conseguiu um emprego como vendedora numa loja em Botafogo, ainda vive na mesma casa no Chapéu Mangueira onde o casal morava com seus dois filhos, de 5 e 2 anos. Como o garçom era o culpado por pagar as contas, a família viveu obstáculos financeiros por quase seis meses.

O EXTRA procurou a Polícia Civil e a PM para comentar o caso. Nenhuma das corporações respondeu aos questionamentos.

Os inquéritos iniciaram depois que um parente de uma das vítimas procurou a delegacia. A criança reconheceu Chavarry em uma das reportagens veiculadas no jornalismo sobre sua primeira prisão e acabou revelando que já havia sido estuprada pelo militar. A partir daí, a vítima relatou o envolvimento de seu pai e de seu avô, acusados não só de estuprá-la mas também de receber pagamento de homens queconservavamm relações sexuais com ela e seu irmão. Os abusos padecidos pelas vítimas duraram ao menos três anos, de 2016 a 2019.Os inquéritos da DCAV revelaram que o pai e o avô abusavam das crianças e passaram a “agenciá-las”. Se estuprava os irmãos por os dois também em a própria casa de a família, em a residência de o avô e em o carro de o pai. Faz 1 dia, marcou se a primeira audiência de o caso quando as vítimas serão escutadas.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Um ano depois do crime, polícia não sabe calibre de arma que matou garçom no Leme
>>>>>Crianças estupradas por grupo de pedófilos eram levadas vendadas para locais dos abusos – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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