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A função social dos Arquitetos

Foto: Wikipedia – Forbidden City Beijing Shenwumen Gate

O protagonismo do função dos arquitetos e urbanistas na formação de cidades e espaços construídos é primordial. Acessibilidade, beleza, sustentabilidade, economia, segurança e conforto são algumas das funções que competem a nós e as quais temo que desempenhar com maestria e responsabilidade em prol de um futuro e de uma sociedade mais coordenados e sustentáveis.

Acessibilidade consiste na chance de acesso a um lugar ou conjunto de lugares.

Já parou para pensar que a Arquitetura serve aos seres humanos desde o berço até ao sepulcro? As pessoas nascem em hospitais, vivem em casas, estudam em escolas e universidades, se divertem em boates, utilizam o transporte público, visitam museus, torcem nos estádios, frequentam restaurantes e, o ordenamento de tudo isso passa pelas mãos de arquitetos, que sempre tem os cenários mais corretos para cada fase de sua vida.

A arquitetura, refere-se tanto ao processo quanto ao produto de projetar e edificar o ambiente povoado pelo ser humano.

Uma ressalva importante deve ser feita e sempre estar em nossa mente: a Arquitetura não necessita obrigatoriamente de grandes verbas e tecnologias progredidas para servir ao ser humano. Basta observar com cuidado vários exemplos arquitetônicos e é possível verificar que a criatividade possibilita fazer bastante com bastante pouco. Como bem declarado por um dos profetas de nossa ofício, Ludwig Mies van der Rohe – “Menos é mais”!

Não podemos segregar a parcela de mais baixa renda da população de tudo o que a Arquitetura tem e tem que proporcionar. Os arquitetos dispõem de condições para instituírem moradias de característica, onde famílias possam viver comodamente e também contarem com equipamentos urbanos os quais possibilitam o desenvolvimento social e econômico tais como as creches, escolas, centros de comércio, praças e ginásios. Uma cidade é um espaço onde interesses os mais diversificados possíveis estão sempre em conflitos e harmonia ao mesmo tempo e isto tem se traduzido em um cenário caótico devido à endêmica falta de planejamento e de critérios de gadministraçãode paisagem.

Arquitetos e urbanistas tem como papel central ser um catalisador nas mudanças das pretensões de uma sociedade em gerador de espaços construídos. Ou seja, cabe diretamente a nós traduzir tudo aquilo que é almejado como ideais de bem habitual, de espaços qualificados para todos em uma realidade acessível e plausível. Para tanto, vários paradigmas precisam ser quebrados, alguns que nos acompanham desde a infância e outros que até mesmo dentro da graduação nos são impostos.

Neste ano de 2016, o ganhador do Prêmio Pritzker, o chileno Alejandro Aravena, nos prova o quão importante é a Arquitetura em sintonia com as pretensões sociais e de qual maneira ela está presente e exibe a função de mudança a qual impacta diretamente [para melhor] na vida de milhares ou milhões de pessoas.

Exige-se do arquiteto e urbanista que o mesmo se debruce sobre sua cidade, compromissado com sua maneira, seu conteúdo, encarando suas contradições não como defeitos, mas como temas sugeridos, que encare sua tarefa de projetar e reorganizar seus espaços com responsabilidade social, mais que individual. Mas cabe também ao arquiteto, exigir do Estado, políticas públicas as quais viabilizam o atendimento dos lícitos interesses e necessidades da sociedade brasileira. Se não incluir as questões atinentes à produção arquitetônica brasileira, essa política não se cvai confirmarem todos os níveis e modalidades, daosimples cconceitode uummoradia popular, passando por uumaccomplicadoeconstruçãode uutilizaçãoccoletivae culminando no planejamento e implantação de um projeto urbanístico que scumpraas epré-requisitoculturais, tecnológicas e sociais das gerações presente e futuras.

O livro pretende oferecer algumas pistas para a trajetória de Vilanova Artigas, por meio da publicação de 43 projetos, construídos e ainda existentes, realizados pelo arquiteto e inclui algumas obras inéditas. Artigas é um homem do “breve século XX”, nasceu durante a Primeira Guerra Mundial e morreu antes da queda do muro de Berlim.A editora Moleskine Books – culpada pelos famosos cadernos Moleskine, adorados por toda a indústria imaginativa – acaba de arremessar mais uma das edições especiais sobre escritórios de arquitetura, desta vez com o Studio MK27 , liderado pelo arquiteto Marcio Kogan.

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>A função social dos Arquitetos
>>>>>10 livros sobre arquitetos – June 01, 2016 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Arquivo: Paulo Mendes da Rocha – (archdailybrasil-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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