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Após 11 horas de sessão, Câmara adia eleição e reforma política empaca

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – AustHouseOfReps

O roteiro das últimas semanas se repetiu nesta quarta-feira na Câmara dos Deputados. Depois de mais de 11 horas de sessão, o plenário da Casa mais uma vez não conseguiu votar a principal parte de sua proposta de reforma política.

Devido ao impasse, a atual reforma corre o risco de ser engavetada definitivamente nas próximas semanas.

A câmara baixa, também referida como câmara inferior, é uma das casas legisladoras de parlamentos bicamerais.

Em uma sucessão de improvisos, fatiamentos, idas e vindas, a Casa patrocina nos últimos meses tentativas de mudanças no sistema político, mas há divergências profundas sobre praticamente todos os pontos.

Como as mudanças têm que ser aprovadas por Câmara e Senado até o começo de outubro para valer nas próximas votações, são grandes as possibilidades de que se as engavete .

Concluiu-se a sessão de esta quarta já em o começo de a madrugada de quinta após as principais siglas não conseguirem um acerto mínimo para colocar os assuntos em eleição.

Como as mudanças são constitucionais, é preciso o voto de pelo menos 308 dos 513 deputados para haver aprovação.

Estavam para ser analisadas a mudança do atual sistema eleitoral, além da criação de mais um fundo público para financiar as campanhas.

Nas discussões internas prevalece, sobretudo, o objetivo de sobrevivência política de congressistas e partidos. Mas o que é positivo para determinado grupo acaba sendo prejudicial para outro, o que redunda na atual discordância.

Inicialmente deputados planejavam alocar R$ 3,6 bilhões para esse fundo. Com a repercussão negativa, retirou-se o valor, que seria definido a cada eleição.

Nova tentativa de eleição pode acontecer na próxima semana, mas vários deputados já dão como certo que vai aprovar-se poco nada ou muito .

A Câmara de a reforma já aprovou uma outra parte em primeiro turno, mas também pode ser engavetada —a que acaba com a chance de alianças irrestritas nas votações de deputados e vereadores e estabelece normas para tentar sufocar as siglas nanicas.

Aprovaram-se mudanças que não precisam de mudanças constitucionais em um terceiro flanco, em delegação de a Câmara, mas aguardam eleição em plenário.

Proporcional: É o que vigora nas votações para deputados e vereadores. Se distribuem as cadeiras com base em um cálculo que considera todos os votos dados a os candidatos de o partido ou aliança, além do voto em a legenda

Distritão: São eleitos os mais votados. Se desdenham eleitos e aqueles dados os votos dados a os não em excesso a os eleitos . Não existe voto em legenda

Distrital misto: Metade das cadeiras é preenchida pelo mais votado em cada distrito . A outra metade, pelo sistema proporcional: eleição em lista fechada de candidatos elaborada pelos partidos.

Fonte: FolhaGeneric

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Após 11 horas de sessão, Câmara adia eleição e reforma política empaca
>>>>>Impasse permanece e votação da reforma política é adiada de novo – September 13, 2017 (FolhaGeneric)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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