Assessora de Trump propõe que se a espionou com microondas, mas recua

Faz 1 dia, a conselheira de o presidente de os Estados Unidos Donald Trump, Kellyanne Conway, que voltou atrás em seus observações em esta segunda-feira e admitiu que não tem provas sobre a suposta espionagem, propôs que seu chefe teria sido espionado através de telefones, televisores e, inclusive, um aparelho de microondas , mas

“Não sou o ‘Inspetor Bugiganga’. Não acredito que as pessoas utilizassem um microondas para espionar a campanha Trump”, declarou hoje Conway em uma entrevista à rede de tTV”CNN”.

A conselheira, uma das assessoras mais próximas do presidente, desencadeou a polêmica neste domingo ao declarar que a campanha de Trump tinha sido espionada de “muitas formas”.

“Nós pedimos que o Departamento de Justiça nos forneça cópias de qualquer pedido de mandado e ordem judicial relacionados com grampos do presidente Trump, da campanha Trump ou da Trump Tower.”“É inacreditável como o jornalismo pode ser rude com meus representantes, que trabalham tão duro. Sejam mais afável”, escreveu o presidente.Em sua entrevista coletiva de hoje, Assange, refugiado desde 2012 na embaixada do Equador em Londres, qualificou como “devastador ato de incompetência” da CIA o fato que se tenha distribuído o programa destinado a invadir computadores, telefones e TV inteligentes.

Faz 9 dias, o homem que havia comandado a Direção de Inteligência Nacional dos Estados Unidos durante o mandato de o ex-presidente Barack Obama, James Clapper, havia negado que as conversas de o agora chefe de Estado Donald Trump tenham sido gravadas durante a campanha eleitoral de o ano passado, em o domingo 05 de março.

“Havia um artigo esta semana sobre como se pode supervisionar as pessoas através de seus telefones, televisores e, claro, de muitas formas. Os microondas que se modificam em câmeras, etc. Sabemos que isto é um fato da vida contemporânea”, alegou Conway em entrevista ao jornal “The Bergen Record”.

A assessora aparentemente fez referência aos vazamentos do site Wikileaks para responder a uma questão sobre as acusações que Trump fez contra seu antecessor, Barack Obama, a quem acusou, sem provas, de ter ordenado que suas conversas na Trump Tower, em Nova York, fossem gravadas durante a campanha.

O site Wikileaks, conduzido por Julian Assange, vazou na semana passada milhares de documentos que descrevem um suposto programa secreto de “hacking” da CIA destinado a invadir, através de um sofisticado programa, telefones inteligentes e computadores conectados à internet.

O Wikileaks alegou que a CIA espionou cidadãos estrangeiros através de smartphones e até televisores Samsung, supostamente modificados em microfones.

Apesar de Conway aparentemente ter feito referência a essa espécie de espionagem, ela comentou hoje no Twitter que seus observações tinham sido tirados de contexto pelo jornalismo.

“A resposta ‘Bergen Record’ era sobre os artigos de espionagem nas notícias e os métodos utilizados de forma geral, não sobre a campanha. A manchete estava ruim”, declarou Conway.

Após suas denúncias contra Obama, Trump pediu ao Congresso que analise também qualquer possível vigilância ordenada por Obama, como parte de seu inquérito sobre a intervenção da Rússia no pleito.

“Não há razão para devermo pensar que o presidente é alvo de algum inquérito”, respondeu Perguntado nesta quarta-feira se Trump era objeto de um inquérito, Sean Spicer. Sean Spicer é porta-voz da Casa Branca.

Fonte: EfeGeneric

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Assessora de Trump propõe que se a espionou com microondas, mas recua
>>>>>Senadores pedem ao governo evidências de que Obama grampeou Trump – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Assessora de Trump admite não ter provas de grampo durante a campanha – (Extraoglobo-pt)
>>>>>CIA responde Assange e afirma que ativista não é exemplo de “verdade” – (EfeGeneric)

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