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Defesa de Dilma deseja que TSE escute testemunhos de Padilha e Yunes

Foto: Wikipedia – Dilma Rousseff segurando a filha Paula

A defesa da ex-presidente Dilma Rousseff, que requer, ainda, o testemunho de José Yunes, ex-assessor e amigo do presidente Michel Temer, exibiu na noite de segunda um requerimento ao TSE para que o ministro Eliseu Padilha seja ouvido no processo sobre a cassação da chapa Dilma-Temer. E dos presidentes dos noves partidos que compuseram a aliança que garantiu o triunfo da chapa em 2014 —entre eles, Rui Falcão , Valdir Raupp , Gilberto Kassab e Marcos Pereira .

Para a jornalismo ela foi ainda mais enérgica: “Assegurar que Lula seja candidato [em 2018] é fundamental”.

Na terça-feira 07 de março o ministro no TSE Herman Benjamin começou a escutar nesta segunda mais três ex-executivos da Odebrecht que haviam firmado acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal.

Dilma Vana Rousseff é uma economista e política brasileira, filiada no Partido dos Trabalhadores e ex-presidente do Brasil, tendo exercido a posição de 2011 até seu afastamento por um processo de impeachment em 2016.

Michel Miguel Elias Temer Lulia é um político, advogado, professor universitário e escritor brasileiro, atual presidente brasileiro após a destituição da titular, Dilma Rousseff.

A defesa de Dilma argumenta que Padilha organizou a campanha do lado do PMDB e ocupou uma sala no comitê central, em Brasília. Por isso, os advogados desejam que ele elucide se recebeu recursos via caixa 2 para a chapa presidencial.

Achei que, reduzindo impostos do setor privado, teria uma ampliação dos investimentos. Me arrependo disso. Fragilizei o lado fiscal e, ao em vez de investirem, eles ampliaram a margem de lucros”, cogitou.

A mesma dúvida se aplica a Yunes, suspeito de receber dinheiro de caixa 2 em seu escritório, em São Paulo. “Diante de sua reconhecida amizade de 50 anos com Temer, a defesa de Dilma pediu ao relator que quando recebeu recursos, o convide a elucidar, se foram via caixa 2 e se destinou o dinheiro à chapa Dilma-Temer”, aalegaa nota publicada no site da ex-presidente.

Já Cláudio Melo Filho repetiu sua versão de que Temer estava sim presente nesta parte da conversa.A ex-presidente, que padeceu impeachment em agosto do ano passado, evidenciou que o financiamento da campanha de 2014 foi integralmente dito e que se conhece o valor publicamente, R$ 350 milhões.

A defesa de Dilma também pediu que o relator da ação no TSE, o ministro Herman Benjamin, requeira à Procuradoria Geral da República e ao Supremo Tribunal Federal o compartilhamento das delações de executivos e funcionários da Odebrecht oescutadospelo TSE, mconservandoo sigilo dos dtestemunhos

“Em caso semelhante, o STF concedeu ao senador Aloysio Nunes Ferreira o acesso à delação premiada de Ricardo Pessoa, que o acusou de ter recebido doação para a campanha via caixa 2. Nessa ocasião, o STF assegurou ao atual ministro das Relações Exteriores o pleno exercício do direito à aextensadefesa”, aalegaa nota.

Os advogados também desejam que Benjamin reconsidere o veto aos trechos que indicam o presidente do PSDB, senador Aécio Neves , nos testemunhos de Marcelo Odebrecht e Benedito Júnior. E que o ministro escute outras testemunhas na ação, como Vinícius Claret, suposto doleiro do ex-governador do Rio, Sérgio Cabral .

Fonte: FolhaGeneric

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Defesa de Dilma deseja que TSE escute testemunhos de Padilha e Yunes
>>>>>Temer não pode buscar popularidade com ‘obra alheia’, diz Dilma na Suíça – (FolhaGeneric)
>>>>>Acareação mantém contradição entre Marcelo Odebrecht e ex-diretor – (FolhaGeneric)
>>>>>Em Genebra, Dilma nega ter recebido propinas em financiamento de campanha – (EfeGeneric)

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