ONU assinala que liberalização de maconha diminui percepção de riscos do consumo

Por: SentiLecto

A ONU fez um alerta nesta quinta-feira na América do Sul de que as crescentes tendências para liberalizar a utilização medicional e recreativa da maconha, que impulsionou a disponibilidade de cannabis na região, pode diminuir “a percepção dos riscos” do consumo desta droga.

Essa região, situada no centro do país, bastante afetada foi vista por o terrorismo jihadista em os últimos anos e é um exemplo da instabilidade e da insegurança que punem o Mali na atualidade.

Argentina, Colômbia, Paraguai e Peru “realizaram iniciativas para regular a venda de cannabis com fins médicos”, recorda o relatório anual da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes , publicado nesta quinta-feira em Viena.

Faz 5 anos, os jihadistas foram teoricamente expulsos graças a uma intervenção internacional, mas amplas áreas do país seguem fugindo ao controle do Estado, do que grupos terroristas são aproveitados que cometem ataques contra as forças malinesas e soldados de a Minusma.

Assinala: “A disponibilidade de cannabis na região continuou ampliando, impulsionada pelas políticas e iniciativas legislativas destinadas a autorizar e regular a utilização de cannabis com fins médicos e não médicos em vários Estados, o que diminui a percepção dos riscos associados ao seu consumo”.

Faz 1 ano, quanto a o Uruguai, onde começou a venda de maconha para utilização recreativa em farmácias, a Junta evidenciou que o país transgride assim a Convenção Única sobre Entorpecentes de 1961 emendada por o Protocolo de 1972.

O Jife, órgão das Nações Unidas encarregado de velar pelo cumprimento dos tratados internacionais em matéria de drogas, espera que o Governo de Uruguayde Uruguay mande “em um futuro próximo” uma avaliação sobre as consequências que a liberalização da maconha tem na saúde pública.

Em declarações na Agência Efe, o tailandês Viroj Sumyai evidenciou, uma vez mais, que a mencionada convenção “estabelece que essas substâncias exclusivamente devem ser utilizadas com fins médicos e científicos”. O tailandês Viroj Sumyai é o presidente do JIFE.No futuro, “pode se tornar um problema de saúde pública para quem utiliza de maneira recreativa”, insistiu Sumyai.

Fonte: EfeGeneric

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Countries: Colombia, Peru, Austria, Argentina

Cities: Vienna

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>ONU assinala que liberalização de maconha diminui percepção de riscos do consumo
>>>>>Explosão mata 4 boinas azuis da ONU no Mali – (EfeGeneric)

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