Polícia faz prisões em Manchester e Trípoli em busca de cúmplices de autor de ataque

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Manchester Montage

MANCHESTER, Inglaterra – A polícia realizou prisões em Manchester e Trípoli nesta quarta-feira, conforme a inquérito sobre um homem-bomba que matou 22 pessoas em um show cheio de jovens focava em rastrear uma rede de cúmplices que as autoridades temem poder agredi novamente.

A polícia manchega efetuou cinco novas prisões e realizou buscas em um endereço no centro da cidade. Uma fonte declarou que investigadores britânicos estavam buscando por qualquer pessoa que possa ter auxiliado a montar a bomba e que possa estar pronta para matar novamente.

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Índices sobem e S&P 500 fecha em máxima recorde após ata do Fed

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Ícone de esboço

Os índices acionários dos Estados Unidos fecharam em leve alta nesta quarta-feira, com o S&P 500 alcançando um encerramento recorde, após divulgação da ata da mais recente reunião do Federal Reserve que mostraram que membros veem uma alta nos juros em breve.

O Federal Reserve de Nova York é um dos Reserva Federal dos Estados Unidos da América.

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Bolsas dos EUA sobem e S&P 500 fecha em máxima recorde após ata do Fed

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Ícone de esboço

Os índices acionários dos Estados Unidos fecharam em leve alta nesta quarta-feira, com o S&P 500 alcançando um encerramento recorde, após divulgação da ata da mais recente reunião do Federal Reserve que mostraram que membros veem uma alta nos juros em breve.

O Federal Reserve de Nova York é um dos Reserva Federal dos Estados Unidos da América.

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Wesley Batista faz contraoferta de R$4 bi para acordo de leniência, mas MPF-DF recusa

Por: SentiLecto

– O empresário Wesley Batista e seus advogados exibiram nesta quarta-feira contraproposta de pagamento de 4 bilhões de reais para acordo de leniência do grupo J&F junto ao Ministério Público Federal do Distrito Federal, que foi rejeitada pela órgão. O MPF-DF sugeriu pagamento de cerca de 11 bilhões de reais pela J&F para aceitar acordo de leniência. A primeira proposta do grupo havia sido de 1 bilhão. Segundo o representantes do MPF-DF, as negociações com o empresário continuam nesta quarta-feira sem previsão de término.

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Celulares de Brasil estão entre os mais agredidos por vírus no mundo

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Kaspersky lab logotipo

— Numa listagem de 10 países mais atacados por vírus para celular, o Brasil aparece no oitavo lugar. O estado mais afetado pelas infecções de malware para equipamentos móveis é São Paulo seguido pelo Rio de Janeiro, Minas Gerais, Vai cear e Bahia. Os dados são da companhia de Rusia de segurança digital Kaspersky, que identificou nada menos 1,333 milhão ataques de vírus em celulares no mundo exclusivamente entre janeiro e março deste ano. — Os celulares são equipamentos cada vez mais visados pelos criminosos. É preciso estar atencioso par anão contrair nenhum vírus. As infeccções acontecem principalmente por meio do download de aplicativos não oficiais, que trazem com ele o malware — declarou Fábio Assolini, analista da Kaspersky. Os dez países mais atacados são, nesta ordem: Rússia, Índia, Alemanha, Estados Unidos, Ucrânia, Indonésia, Irã, Brasil, Inglaterra e Itália. Chama-se os Adware a espécie de vírus que afeta os celulares brasileiros . Ao se instalar no equipamento, ele passa a exibi o maior número de propagandas possíveis ao usuário. O criminoso ganha por cada clique que conseguir arrancar do dono do celular na propaganda. Como, geralmente, a propaganda cobre toda a tela, o usário acaba clicando na tentativa de fechá-la. Outra espécie de Adware bastante habitual no Brasil, segundo Assolini, cadastra subterraneamente o proprietário do celular em serviços que descontam valores semanalmente de seus créditos de celular. — Essa espécie de vírus se contrai na instalação de um aplicativo. Darei um exemplo: desejo instalar um joguinho de paciência. Procuro o arquivo na loja do Android, instalo e, junto com ele, vem o bichinho, o código malicioso, que colocará o Adware no meu equipamento. A infeccção ocorre sempre a partir de um download — detalhou Assolini. Nos países desenvolvidos, que têm uma base de celulares mais contemporâneos que os brasileiros além de usuários com maior poder aquisitivo, as espécies de malware que mais invadem os aparelhos são ainda piores, conta Assolini. Há os que possibilitam, por exemplo, a invasão dos aplicativos bancários, para a obtenção de senhas e manejo de saldo, ou também facilitar a clonagem de cartões de crédito. COMO EVITAR Para evitar que o celular seja infectado por este ou outra espécie de malware, as dicas são parecidas com as dadas para conservar a segurança de um computador. O primeiro obstáculo que se deve instituir é ter um antivírus. A diferença é que para a proteção do celular, existe uma série de antivírus confiáveis gratuitos, adverte Assolini. Em segundo lugar, o analsita da Kaspersky recomenda que só sejam instalados aplicativos da loja oficial do celular. — Ainda assim, se o garante não . No caso da loja dos Androids, que é a Google Play, ainda verificamos muitos aplicativos que vêm acompanhados de vírus. No caso da Apple Store é bem raro encontrar os malwares — declara Assolini. A terceira dica é não fazer o chamado “root” do aparelho. O procedimento consiste em quebrar a segurança do celular para conseguir instalar aplicativos piratas. Em quarto lugar Assolini recomenda cuidado com a utilização de redes WiFi públicas, nas quais um usuário mal intencionado pode direcionar ou capturar o seu trânsito, fazendo a invasão do aparelho. — E, por último, a recomendação é conservar o equipamento sempre atualizado. Países mais afetados 1) Rússia 2) Índia 3) Alemanha 4) EUA 5) Ucrânia 6) Indonésia 7) Irã 8) Brasil 9) Inglaterra 10) Itália Estados brasileiros mais atacados 1) São Paulo 2) Rio de Janeiro 3) Minas Gerais 4) Ceará 5) Bahia 6) Paraná 7) Pernambuco 8) Distrito Federal 9) Pará 10) Rio Grande do Sul

E RIO – Cerca de 250 companhias brasileiras foram afetadas pelo ataque mundial de hackers do último dia 12, que espalhou o vírus WannaCry para sequestrar informações de computadores de companhias e instituições em mais de uma centena de países. O número consta de levantamento da MalwareTech, que mostra o setor de telecomunicações como o mais afetado no país. A companhia considera O Brasil de segurança Kaspersky o sexto país mais vulnerável a vírus de a espécie ramsonware que bloqueia os arquivos de um computador até o pagamento de um resgate — — atrás de Rússia , Ucrânia , China , Índia e México. No ano passado, o país teria padecido 64,2 mil tentativas de invasão por dia, segundo dados da Symantec, platô quase três vezes maior em relação ao ano anterior. A previsão é que o número aumente ainda mais neste ano. Do total de ataques, 80% foram espécies de vírus que surgiram no ano passado, realçou André Carraretto, estrategista em cibersegurança da Symantec. Com mais vírus por aqui, o Brasil também tem se tornado o ponto de origem de ataques à rede, como o que oaconteceusemana passada. Se em 2015, o país representava 2% da origem dos ataques em todo o mundo, no ano passado, esse número subiu para 14%. NO BRASIL, companhias TÊM ATITUDE REATIVA Para Carraretto, essa progressão é reflexo da falta de investimento. Segundo ele, à exceção dos bancos, o atemanão costuma ser ddebatidono âmbito do Conselho de Administração das cempresas — No Brasil há uma postura reativa. As companhias precisam ter uma estratégia em segurança. Hoje, os setores mais expostos a vírus no país são varejo, agricultura e indústrias. As pequenas e médias são os principais alvos dos hackers — realçou. As estimativas de investimento de companhias de Brasil em segurança digital variam de US$ 200 milhões a US$ 1 bilhão por ano, mas analistas são unânimes em alegar que as companhias teriam que destinar mais recursos para evitar dor de cabeça. A estimativa da Kaspersky é que as empresas invistam de 0,5% a 0,6% da verba da empresa em segurança da informação. Nos EUA e na Europa, o indicador chega a 3% ou 4% por ano. — O investimento é pequeno. As companhias se comportam como usuários caseiros e veem segurança como commodity. Há companhias que utilizam programas gratuitos para quase todos os funcionários e colocam um sistema de segurança maior em alguns equipamentos. Isso cria uma falsa sensação de segurança. O WannaCry chegou ao Brasil em uma hora e meia — alega Roberto Rebouças, gerente-geral da Kaspersky. Os pagamentos em bitcoins em todo o mundo no ataque do último dia 12 somaram US$ 95 mil, segundo a Kaspersky. O valor é baixo, analisa a Stefanini Rafael, joint-venture entre a brasileira Stefanini e a estatal israelense de defesa cibernética Rafael, se comparado ao potencial de perda que essa espécie de ação causa à imagem das ecompanhias E mais ainda quando se considera a suposição de paralisação das atividades para evitar o alastramento da contaminação. clínicas ESTÃO ENTRE OS MAIS VISADOS Uma indústria paulista que foi alvo dos hackers no dia 12 e teve seu IP bloqueado pela Secretaria da Fazenda de São Paulo, por exemplo, ficou impedida de emitir notas fiscais e deixou de faturar R$ 3 milhões naquele dia. — Estimativas mencionam que uma companhia tem que aplicar de 5% a 15% do que investem em tecnologia da informação na segurança digital. No Brasil, não é assim. São investidos em média de 2% a 3% — declara Carlos Alberto Costa, diretor geral da Stefanini Rafael. Experts assinalam que o ataque do WannaCry colocou muitas companhias em estado de alerta. A demanda por consultoria e novas soluções de segurança deve ampliar em 30% o volume de negócios das companhias que fornecem soluções como antivírus. Para Marco Ribeiro, da consultoria mundial Protiviti, o baixo investimento no setor está associado à recessão. — Não investimos o suficiente. Em média, uma pessoa leva 200 dias para identificar que foi atacada. Com o ataque mundial, pode haver uma mudança de percepção. Esperamos ampliação de 30% na busca por consultorias e novos serviços — adicionou. Segundo o professor do curso de Cibersegurança do Centro Universitário Salesiano de São Paulo , em Campinas, Paulo Brito, o novo vírus fez as companhias de Brasil atentarem para o fato de que o risco de perda de dados é grande. Ele realçou os problemas acontecidos no sistema do INSS, no Tribunal de São Paulo, além de grandes empresas terem desligado seus sistemas. Segundo ele, isso acontece porque o Brasil não tem uma lei que obrigue a divulgação de informações sobre o vazamento de dados, como acontece nos Estados Unidos. — Como as companhias no Brasil não são obrigadas a divulgar essas informações, tendemos a achar que está tudo bem. Os ataques vão ampliar — avalia. Os setores mais bem preparados em segurança digital no país, segundo Costa, da Stefanini, são o financeiro, o de telecomunicações e o de comércio eletrônico. Mesmo assim, uma das companhias mais afetadas pela ofensiva do WannaCry no Brasil e no mundo foi a Telefónica. Se orientou a unidade de Brasil com a invasão de computadores de sua sede em a Espanha, a não ligar os computadores para evitar o alastramento de o vírus. A chance de as hacker desencadearem a contaminação de computadores sem que o usuário deva acionar um link foi outra novidade descoberta na semana passada sobre a ofensiva do WannaCry, segundo Fábio Assolini, analista da Kaspersky. Segundo ele, até a quinta-feira da semana passada, não se conhecia versão do ransomware capaz de começar a contaminação sem que o usuário da máquina desse um clique no arquivo ou link malicioso. — Todos os ransomware conhecidos até então dependiam de iludi uma vítima. O WannaCry, para se espalhar numa rede, agora, não solicita interação humana alguma, basta encontrar uma porta para se disseminar. Por isso, a abrangência foi tão grande — explicou. Entre os setores que menos investem em segurança digital realça-se o de saúde, observou o diretor da Stefanini Rafael. Se agrediu O prestigiado clínica Sírio Libanês, em São Paulo, e, segundo um funcionário que pediu para não se identificar, todo o sistema em o qual os exames e protocolos de pacientes são armazenados ficou fora de o ar até domingo. Os atendimentos eram feitos por fichas preenchidas manualmente. Durante todo o fim de semana, os pacientes não conseguiram agendar exames. Em nota, a clínica informou que “afetaram-se alguns de seus sistemas” pelo ciberataque, adicionando que não houve interrupção de processos assistenciais ou perda de informações relativas a pacientes. — As clínicas gastam milhões em equipamentos complicados, que são conectados à rede e que também podem ser invadidos, como os tomógrafos por exemplo, mas não aplicam milhares de reais na segurança digital — alegou Costa, da Stefanini. FALTA DE LEGISLAÇÃO DIFICULTA CONTROLE Wolmer Godoi, diretor de cibersegurança da Cipher, classifica o brasileiro como um “anestesiado digital”. Segundo ele, o fato de não existir uma legislação no Brasil para a divulgação de vazamento de informação e perda de dados faz com que não se tenha registros sobre esses problemas. — É preciso uma legislação para mudar isso. Por isso, não se fica sabendo dos problemas que acontecem com os hackers no Brasil em companhias privadas. O investimento está aquém do necessário. Ainda temos o problema cultural, de achar que o problema não vai chegar aqui — alegou Godoi, realçando que também vem registrando maior demanda de companhias após o ataque mundial.

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