Santos acusa repórter de interferir no jogo

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Herring2

Peixe afirma que o jornalista Eric Faria advertiu o quarto Juiz na anulação de uma grande penalidade contra o FlamengoA partida entre o Santos e o Flamengo, a contar para os quartos de final da Taça do Brasil, ficou marcada pela anulação de uma grande penalidade em defesa do Peixe. O Santos venceu por 4-2, mas, em virtude do resultado da primeira mão , não evitou a eliminação. No entanto, o símbolo de São Paulo solicitou a anulação do jogo à Confederação Brasileira de Futebol, por ecompreenderque o repórter Eric Faria, da TV Globo, aadvertiuo quarto áJuizpara a inexistência da falta que originou a primeira dresolução Com a partida em 1-1, o Juiz Leandro Vuaden, que , por indicação do quarto Juiz, mudou de ideias, assinalou para a marca de penálti , mas “Precipitei-me a marcar o penálti, mas que fique claro que não houve qualquer interferência externa. É uma grande injustiça”, defendeu o juiz de Brasil.

Que matéria sem desonra! Não é possivel que um jornalista assine uma atrocidade dessas. Vcs são profissionais mesmo??? Suposta camera??? https://t.co/8TwWDJY2j3No texto, Garcia declara que fontes do Santos tiveram conhecimento de que uma câmera da Vila Belmiro registrou o momento que menciona, na versão do clube, que um profissional da TV Globo teria supostamente influído na resolução da arbitragem.A partida foi vencida pelo Santos por 4 a 2, mas quem progrediu na Copa do Brasil foi o Flamengo, que venceu o jogo de ida por 2 a 0 no Rio de Janeiro, sem padecer gols em casa.Segundo o Santos, a participação do quarto Juiz “teria sido provocada pelo repórter de campo, Sr. Eric Faria, da Rede Globo de TV, que é elemento alheio ao certame, devendo se comportar como jornalista e não como torcedor de seu time do coração”.

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Trabalhadores de companhias públicas recuperam metade das diuturnidades em julho

Por: SentiLecto

Os trabalhadores de algumas companhias públicas voltaram a receber, com o vencimento do mês de julho, metade das diuturnidades e de outros complementos salariais que premeiam a antiguidade, que foram suspensos em 2011.É o caso dos trabalhadores da Carris que, segundo Manuel Leal, sindicalista da Fectrans — Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações, começaram a reaver as diuturnidades no ordenado deste mês, e também dos trabalhadores da agência Lusa, que não recebiam este complemento desde o final de 2010.É que se recomeçou a aplicação de os instrumentos de regulamentação coletiva de o trabalho existentes com o Orçamento do Estado para 2017 em o setor empresarial público, repondo algumas regalias a que os trabalhadores de as companhias públicas têm direito, mas que estiveram congeladas nos anos da ‘troika’ devido a regras orçamentais que se sobrepuseram a esses acordos coletivos.No entanto, no OE2017 ficou definido que estes complementos que bonificam a antiguidade do trabalhador na companhia pública são pagos a 50% a partir de julho e na totalidade a partir de janeiro de 2018, “sem quaisquer pagamentos a título de retroativos”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Isto quer dizer que os valores a que os trabalhadores teriam direito durante o fase da suspensão não vão agora ser repostos, embora os anos contem para aferir a antiguidade do trabalhador.No entanto, não foi assim em todas as companhias públicas: por exemplo, na RTP não foi paga a retribuição de senioridade no ordenado de julho, como calculado no OE2017, porque o Conselho de Administração da TV pública teve dúvidas sobre a devolução deste complemento.Questionada pela Lusa, a RTP explicou que recebeu hoje o esclarecimento do Governo e que, nesse sentido, procederá ao pagamento de 50% da remuneração de antiguidade calculada no Acordo de Empresa com o ordenado de agosto, “retroagindo os seus conseqüência a 01 de julho de 2017″.No caso da Carris, os trabalhadores recebem mais 100,02 euros se estiverem há mais de 12 anos na companhia e mais 233,38 euros se tiveram mais de 28 anos de casa, segundo o Acordo de Empresa.Já no exemplo da Lusa, o acordo de companhia determina que os trabalhadores podem receber até quatro diuturnidades, de 53,7 euros cada, dependendo da categoria profissional, sendo que para auferir uma diuturnidade o trabalhador deve estar na agência quatro anos consecutivos sem avanço automática na carreira.Na RTP segundo o Acordo de Empresa da TV pública, “corresponde ao produto do número de anos inteiros de antiguidade por %0,5″ da remuneração de todas as categorias das várias carreiras profissionais, sendo que esse coeficiente pode subir para %0,75 em algumas condições. A RTP é a remuneração de senioridade.Estes valores, que são tributados em IRS e em Segurança Social, correspondem a 100% dos valores determinados para cada empresa, sendo que entre julho e dezembro os trabalhadores vão receber apenas metade desse montante. Em 1 ano, esse valor vai passar a ser pago na íntegra, a partir de 2018.

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REPORTAGEM: Em “combate”, habitantes do Rio de Janeiro aprovam a presença do exército nas ruas

Por: SentiLecto

Faz 6 meses, a ampliação de os índices de criminalidade modificou o Rio de ” cidade maravilhosa ” em um lugar cada vez mais parecido com uma zona de combate, onde a população aplaude a presença de o exército para pacificar as ruas.Na última sexta-feira, o Governo do Brasil oficializou, por meio de um decreto presidencial, o envio de 10 mil elementos militares e de Polinesia Francesa para a capital carioca com objetivo de conter a progressão da violência.Em entrevista à Lusa, Ana Carolina Chaves, publicitária, de 34 anos que mora no Rio há mais de 10 anos, contou que a população da cidade está refém da violência.Declarou: “Temo que assumir que estamos em uma situação de combate e precisamos de uma intervenção do Estado”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Vivendo em Botafogo, um bairro da zona sul onde os crimes não eram tão frequentes, Ana Carolina Chaves revelou que nos últimos meses presenciou um tiroteio ao lado da sua casa e soube de um incidente assustador com um amigo do trabalho, que foi baleado durante um roubo.”Também vi diversos arrastões [assaltos em sequência] indo de casa para o trabalho dentro de um túnel que fica no percurso. Caminho preocupada e com medo porque a violência não tem dia ou hora para ocorrer aqui”, frisou.Faz 6 meses, o Instituto de Segurança Pública do Rio órgão que regista as ocorrências lavradas em as delegacias de a polícia civil, informou que o registo total de assaltos em o estado aumentou %14 em os seis primeiros meses de o ano frente o mesmo fase de 2016.O total das ocorrências de assaltos registadas nas delegacias passou de 97.064 para 110.747 casos.Este não o único problema que está a afetar a rotina dos habitantes. Depois de anos em ligeira queda, os tiroteios tornaram-se novamente um perigo real para os cariocas.A contabilista Letícia Ramos, de 23 anos, vive perto de uma favela onde ocorrem pelo menos dois incidentes por semana.”Os tiroteios entraram de novo na nossa rotina e tornaram-se quase uma coisa normal. Tenho medo, mas Faz 6 meses, comecei a achar isto quase normal, como habitante de o Rio de Janeiro. O ambiente da cidade nos forçou a achar isto normal”, frisou.Um levantamento realizado pela Fundação Getúlio Vargas em conjunto com a aplicação Fogo Cruzado mencionou que ocorreram pelo menos 3.829 tiroteios entre julho de 2016 e julho de 2017 na capital de Cariacica.Vivendo ao lado de uma das centenas de “zona de tiro” ativas na cidade, onde elementos de grupos rivais lutam entre si ou contra a polícia, Letícia Ramos também é favorável a presença do exército.”Sou em defesa da vinda das forças armadas. Não sei isto solucionará o problema da violência, mas temos que utilizar os recursos que estão nas nossas mãos e a assistência do exército é o que temos agora”, explicou.Faz 6 meses, já Cristian de Souza mostrou se mais tranquilo sobre a ampliação de a criminalidade em o Rio e Janeiro. Cristian de Souza, de 42 anos é o economista.”Moro na cidade há 16 anos, jamais fui assaltado nem vi ocorrer nenhum crime. Não tenho medo e conservo uma rotina normal. O que percebi de diferente nos últimos meses é que o policiamento está bem menor nas ruas”, declarou.O economista declarou que a única coisa que o amedronta é a chance de padecer um ‘sequestro relâmpago’ .Segundo o ISP, os ‘sequestros relâmpagos’ tiveram uma ampliação de somente 3% no primeiro semestre do ano em comparação com o mesmo fase de 2017, passando, respetivamente, de 37 ocorrências para 40 casos registados.Cristian de Souza também consente com a presença do exército nas ruas.Deduziu: “Acho boa esta iniciativa do exército atuar no Rio já que a presença ostensiva de policias tem que inibir a ação daqueles que desejam cometer crimes”.

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Faz 6 meses, número de assassinatos ampliou %15 em o Rio em o primeiro semestre de o ano

Por: SentiLecto

Faz 6 meses, o número de mortos ampliou 15 por cento em o primeiro semestre de o ano em relação a o fase homólogo de 2016, declarou em a Lusa fonte de o Instituto de Segurança Pública. instituto, que colige as ocorrências de Polinesia Francesa na região, refere que 3.457 mortes violentas foram verificadas, mais 451 casos que no mesmo fase de 2016.A ampliação dos assassinatos também atingiu agentes da polícia. Um total de 91 policias militares foram mortos no Rio de Janeiro este ano.O ainda que as assaltos de veículos no primeiro semestre ampliaram em relação ao ano anterior, mesmo levantamento do ISP mencionou , passando de 19.633 para 27.534 casos .Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Já as assaltos de cargas subiram 24,9%, passando de 4.148 para 5.179 registos na mesma base de comparação.Outro problema que afeta os residentes no Rio de Janeiro diz respeito aos tiroteios, que têm aumentado de maneira inquietante.Um levantamento realizado pela Fundação Getúlio Vargas através da aplicação Fogo Cruzado mencionou que ocorreram pelo menos 3.829 tiroteios entre julho de 2016 e julho de 2017 na capital de Cariacica.O dado faz parte de um estudo chamado “Educação em Alvo – Os Efeitos da Violência Armada nas Salas de Aula”, que compilou notificações gerais sobre tiroteios para analisar os reflexos deste problema na frequência de estudantes nas escolas públicas da cidade.”Das 1.537 escolas e creches municipais da cidade [do Rio de Janeiro], onde, neste ano, estudam 641.655 estudantes, 381 ficaram fechadas um ou mais dias durante o primeiro semestre de 2017 por causa de tiroteios ou em consequências deles”, mencionou o estudo da FGV.”Nessas instituições municipais de ensino, 129.165 estudantes ficaram sem aulas por fases que variaram entre um e 15 dias. O número equivale a 20,12% do total da rede municipal” completou.Faz 22 dias, 5 crianças com idade até 14 anos foram mortas dentro de escolas públicas de o estado, todas vítimas de balas perdidas, até o dia 7 de julho.Faz 6 meses, um outro levantamento feito por o jornal de Brasil Extra, com base em dados de a polícia civil de o Rio revelou que, de janeiro até 2 de julho de este ano, pelo menos 632 pessoas foram feridas por balas perdidas.Para controlar a onda de violência que atinge o Rio de Janeiro, o Governo de Brasil determinou na última sexta-feira o envio de quase 10 mil elementos das forças armadas e policiais para o estado.”O objetivo da missão é defender a integridade da população, conservar a ordem pública e garantir o funcionamento das instituições. O agravamento da situação de segurança pública está no centro de nossas preocupações”, alegou o Presidente Michel Temer.

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Venezuela: Voos de aviõezinhos privados e drones proíbidos até segunda-feira.

Por: SentiLecto

O Instituto de Aeronáutica Civil e os Serviços de Navegação Aérea da Venezuela emitiram um comunicado conjunto a anunciar a interdição de voos de aviõezinhos privados e de drones no país.A medida entrou em forcita às 00:00 horas locais de hoje e pestendese até segunda-feira, 31 de julho, um dia depois das evotaçõespara a Assembleia Constituinte. Documento. A plica o: “Proíbe-se a operação e circulação aérea em território nacional e demais espaços geográficos da República Bolivariana da Venezuela, que segundo o comunicado é ainda proibido operar “todo o sistema de aviõezinhos pilotados à distância , conhecido chabitualmentecomo ‘dron’ ou ‘drone’, a partir das 10:00 horas de 29 de julho e até às 10:00 horas do dia 31 de julho de 2017″,.gora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Os de Venezuela vão domingo às urnas para eleger os candidatos para a Assembleia Constituinte cconvidadapelo Presidente Nicolás Maduro.

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