YouTube supera Netflix em preferência dos brasileiros para ver vídeo online

Por: SentiLecto

Os brasileiros estão dedicando mais do seu tempo para assistir a vídeos na internet do que nos últimos quatro anos, segundo pesquisa divulgada pelo YouTube nessa quarta-feira durante o acontecimento YouTube Brandcast, realizado em São Paulo. Faz 4 anos, para 2018 houve um salto de %135 em o consumo de vídeos online, passando de 8,1 horas semanais para 19 horas por semana, de 2014. Entretanto, de que as pessoas parariam de assistir em a TV eventualmente ainda não a previsão não foi concretizada.O mesmo estudo revela que brasileiros estão mais tempo em frente à tela tradicional – apesar de que asomente18% deles ddizemsua atenção exclusiva. No comparativo a 2014, o tempo dedicado à TV caumentouem 13% – passando de 21,9 horas por semana para 24,8 horas. Os dados integram a quinta edição da pesquisa Video Viewers realizada pela Provokers sobre os costumes dos brasileiros ao consumir vídeos on-line e off-line. Três mil pessoas na faixa etária entre 14 e 55 anos das classes A, B e C, do Sul, Sudeste e Nordeste, foram entrevistadas. Mesmo diante da popularização das plataformas de vídeo sob procura nos últimos anos, o YouTube, que só não perde para a TV Globo, com uma distância de três pontos percentuais, se conservou, de acordo com a pesquisa, como o canal online preferido dos internautas de Brasil para consumir vídeo na web. Enquanto a Netflix ficou com 22% da preferência, dos entrevistados, 44% deles alegaram preferência na plataforma de vídeos do YouTube. O WhatsApp aparece com 12% e Facebook 6%.

Como os brasileiros consomem vídeos

O estudo buscou compreender porque os brasileiros estão dedicando mais tempo assistindo a vídeos online. Enquanto 47% buscam conteúdos que não puderam assistir no horário de exposição da grade televisiva e 27%, segundo a pesquisa, 80% dos entrevistados procuram na internet conteúdos que não estão disponíveis na TV buscam aprofundar temas que viram em programas da TV.

No Brasil, onde o número de celulares já superou o número de moradoras, o consumo de vídeos em equipamentos móveis também acompanha o perfil móvel da população. 75% das pessoas disseram que utilizam smartphones como o principal equipamento para assistir a vídeos na web, porém vale evidenciar que o utilização de Smart TVs mais que dobrou na último ano. Algo que segundo executivos do YouTube reflete o investimento dos brasileiros em novas TVs para a Copa do Mundo. Mas o mesmo não pode ser declarado para a TV por assinatura no Brasil, se o horizonte parece ser otimista para aqueles que produzem conteúdo especial para a internet. Dos entrevistados, 43% declararam que não assinam nenhum serviço e 74% declararam não ter nenhuma intenção de contratar um pacote de TV paga no futuro. Comparado a 17% para a Globo, quando indagados sobre qual canal buscam para procurar conhecimento, o YouTube sobressaiu a maior emissora do país por pouco, com 18% da preferência dos entrevistas. O Facebook aparece com 8% e na sequência Record com 7%.

Na sua vez, “Estamos comprometidos com parcerias. Desejamo continuar buscando parcerias porque acreditamos que elas trazem crescimento, animam o dinamismo e também proporcionam uma ótima experiência ao consumidor. Estamos levando-os para o próximo nível, em termos de número de países em que faremos isso e também em termos da profundidade que desejamo ter nessas parcerias”, alegou Ferreras.

Na terça-feira 28 de agosto o YouTube havia abrido as matricula para uma nova turma do NextUp Creator Camp, programa que oferecia bolsas e workshop para auxiliar na produção e promoção de vídeos na plataforma do Google. Nas edições anteriores no Brasil, 45 criadores haviam participado, entre eles Nerd Show, Luci Gonçalves e Vai Uma Mãozinha Aí?

A transmissão ao vivo da primeira discussão presidencial organizada pela Band foi, segundo o YouTube, a live de maior audiência da plataforma no Brasil até hoje. O movimento mostra como tradicionais emissoras também estão vendo no YouTube uma maneira de atrair e fidelizar audiências mais jovens. Atenciosa a isso, a Band, por exemplo, decidiu disponibilizar na íntegra todo o conteúdo exibido no Masterchef e complementá-lo com programação pensada para o YouTube.

“O YouTube também começa a se expandir para outras áreas. Temos o exemplo da discussão presidencial que também se alia a dados em tempo real. É bastante bacana ter essa conduta quando a segunda tela passa a ser a primeira tela, dentro de uma ótica de dados, insights”, declarou Fábio Coelho, presidente do Google Brasil em coletiva de jornalismo.

Em uma convenção internacional de radiodifusão em Amsterdã, na Holanda, Maria Ferreras, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Netflix para Europa, Oriente Médio e África, deixou claro que a prioridade é fechar novas parcerias internacionais, como a assinada com a Sky, que torna a Netflix acessível para assinantes da operadora no Reino Unido, Irlanda, Alemanha, Áustria e Itália.

Anúncios segmentados com AI

No último ano, as conversões em anúncios apresentados em vídeos do YouTube ampliaram mais de cinco vezes no Brasil, de acordo com o YouTube. Segundo Coelho, esse trabalho de conversão combina conteúdos melhores dos anunciantes, mas também envolve trabalho de machine learning que a empresa dedicada para segmentar demograficamente o público alvo dos anúncios. “Nos consolidamos como parceiros estratégicos das marcas”, destacou.

Fonte: Idgnow-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: Brazil, Tuvalu

Cities: Sao Paulo

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>YouTube supera Netflix em preferência dos brasileiros para ver vídeo online
>>>>>Por não encontrar diferencial da TV, Netflix segue sem esporte ao vivo – September 17, 2018 (maquinadoesporte-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

Id Entity Positive Negative Named-Entity Total occurrences Occurrences (appearances)
1 nós 50 40 NONE 10 Nos: 1, (tacit) nós: 9
2 YouTube 230 0 ORGANIZATION 8 o YouTube: 7, O YouTube: 1
3 tempo 130 0 NONE 5 o tempo dedicado: 1, tempo: 1, mais tempo: 2, tempo real: 1
4 o Brasil 0 0 PLACE 5 o Brasil: 5
5 conteúdos 0 0 NONE 4 conteúdos: 4
6 TV 0 0 ORGANIZATION 3 a TV: 3
7 brasileiros 0 0 NONE 3 os brasileiros: 2, Os brasileiros: 1
8 entrevistados 0 0 NONE 3 os entrevistados: 3
9 parcerias 0 0 NONE 3 essas parcerias: 1, parcerias: 2
10 preferência 0 0 NONE 3 preferência: 1, a preferência: 2