Por: SentiLecto

Países da União Europeia precisam uni forças para protegerem seus bancos dos conseqüência da pandemia e poderão utilizar um fundo de recuperação de 500 bilhões de euros para isso, declarou o principal regulador do setor no bloco nesta segunda-feira.

As observações de Jose Manuel Campa, que lidera a Autoridade Bancária da Europa , têm que reabrir uma discussão controverso sobre se países ricos como a Alemanha deveriam apoiar bancos de países mais pobres, como a Itália.

Campa fez as observações dias após a chanceler de Alemania, Angela Merkel, e Emmanuel Macron sugerirem um fundo de recuperação europeu para auxiliar os membros mais atingidos do bloco a reconstruírem suas economias. Emmanuel Macron é o presidente de Francia. economias.

Campa, à Reuters ddeclarou «Faz sentido ter uma abordagem europeia para apoiar os bancos».»Isso poderia ser na maneira de uma recapitalização cuidadosa no estilo Tarp. E o fundo europeu de recuperação poderia desempenhar um papel», declarou ele, propondo que a assistência seja direcionada a bancos fundamentalmente robustos, mas que a crise atingiu eles de o coronavírus.

Faz 12 anos, o governo de os Estados Unidos instituiu o Programa de Alívio de Ativos em Dificuldades que injetou bilhões de dólares em os bancos de o país, durante a crise financeira de 2008.

– A economia brasileira possivelmente encolheu 1,5% no primeiro trimestre, afetada pelo choque inicial da pandemia de coronavírus e mencionando o que terá que ser uma recessão histórica, mostrou pesquisa da Reuters nesta segunda-feira. Se confirmado, o trimestre de janeiro a março vai ser o pior desde o segundo trimestre de 2015 , aumentando as pressões sobre o governo do presidente Jair Bolsonaro para lidar com os conseqüência da crise de saúde em uma economia que já mostra obstáculos. Os dados do Produto Interno Bruto a serem divulgados na sexta-feira devem mostrar recuo de 1,5% no primeiro trimestre em comparação ao trimestre anterior, de acordo com a mediana das estimativas de 38 economistas consultados entre 18 e 22 de maio. As estimativas variaram de quedas de 0,9% a 10%, sendo que essa mais pessimista ficou longe da segunda pior estimativa na pesquisa, de contração de 3,4%. Em termos anuais, a mediana assinalou recuo de 0,4%, o que seria a leitura mais fraca desde o quarto trimestre de 2016. A contração esperada a queda é devida em os gastos de os consumidores e em o investimento privado, enquanto os gastos de o governo e a balança comercial têm que compensar parcialmente, de acordo com respostas de questões separadas. O segundo trimestre tem que marcar a pior parte de uma recessão que possivelmente vai ser a mais profunda da história contemporânea brasileiravai durar um ano. Economistas esperam que a atividade econômica tombe 12,7% no fase de abril a junho em termos anuais, a pior performance de todos os tempos. Rafaela Vitoria, economista-chefe do Banco Inter declarou: «A quarentena e as medidas de distanciamento social tiveram um grande efeito nas vendas no varejo e nos serviços, com quedas de até 30% em alguns setores em abril e maio». Em uma indicação de que o governo pode estar menosprezando o escopo do Covid-19, a pesquisa calcula uma contração de 6,3% do PIB em 2020 –contra projeção oficial de queda de 4,7%. A economia deve se recuperar em 2021, com crescimento de 3,5%. Ainda assim, economistas permanecem cuidadosos. Alexandre Lohmann, analista da GO Associados realçou: «Como a curva de novos casos de Covid-19 no Brasil está mostrando poucos sinais de desaceleração, existe um viés de baixa em nossas estimativas para ambos os anos». Na semana passada, o Brasil ultrapassou a Rússia e se tornou o segundo país com maior número de casos confirmados de Covid-19 no mundo, atrás somente dos Estados Unidos. Dos 21 economistas que responderam a uma questão diferente, 14 mostraram-se divididos sobre verem risco «bastante baixo» ou «baixo» de que a recessão se estenda para 2021. Seis declararam que o risco é «alto» e outro declarou ser «bastante alto». Felipe Sichel, estrategista do Banco Modal declarou: «A maior questão continua sendo quão comprometidos o presidente e o Congresso serão com reformas estruturais diante dos desafios econômicos e sociais exibidos pela pandemia».

Na segunda-feira 18 de maio – A economia do Japão caiu em recessão pela primeira vez em quatro anos e meio no primeiro trimestre, deixando o país a percurso de sua maior contração pós-guerra conforme a crise do coronavírus afeta companhias e consumidores. Os dados do Produto Interno Bruto realçaram o efeito do surto, com as exportações registrando a maior queda desde o sismo de março de 2011 diante das paralisações e problemas nas cadeias de ofertas mundiais. A terceira maior economia do mundo contraiu 3,4% em termos anualizados no primeiro trimestre, mostraram dados preliminares do Produto Interno Bruto, contra expectativa do mercado de queda de 4,6%. No quarto trimestre, a economia já havia padecido uma queda de 7,3%, com trimestres consecutivos de contração atendendo à definição técnica de recessão. Faz 5 anos, a última vez que o Japão padeceu uma recessão foi. Analistas advertiam para um cenário ainda pior no segundo trimestre já que o consumo caiu depois de o governo ter pedido aos cidadãos em abril que permanecessem em casa. Yuichi Kodama, econmista-chefe do Instituto de Pesquisa Meiji Yasuda declarou: » era quase certeza que a economia padeceu um declínio ainda mais profundava no atual trimestre». As consequências do vírus sobre as companhias de Japon levaram a uma queda de 6,0% nas exportações no primeiro trimestre, maior declínio desde o segundo trimestre de 2011. Takeshi Minami, economista-chefe do Instituto de Pesquisa Norinchukin declarou: «As exportações para a China começaram a cair em fevereiro, seguido de uma onda de queda nos embarques para a Europa e os Estados Unidos». Analistas consultados pela Reuters estimavam que a economia do Japão encolherá 22% em termos anualizados neste trimestre, o que seria um recorde.

Mas algumas instituições financeiras, particularmente em economias onde a pandemia foi mais dura, como Itália e Espanha, estão mais vulneráveis que outros.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY NEGATIVE

Countries: United States, Italy

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Autoridade bancária da Europa cobra esforço conjunto de bancos atingidos por coronavírus
>>>>>PESQUISA-PIB do Brasil deve ter encolhido 1,5% no 1º tri com impacto de coronavírus – (Extraoglobo-pt)

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