Por: SentiLecto

O governo federal passou a calcular uma queda de 4,7% na economia brasileira neste ano. O Ministério da Economia que projetou um crescimento de %3,2 , de %2,6 e de %2,5 para o PIB brasileiro de performance de o Produto Interno Bruto do Brasil em 2020 divulgou em esta quarta-feira as novas projeções , que projetou um crescimento de 3,2%, de 2,6% e de 2,5% para o PIB de Brasil, e trazem pela primeira vez os conseqüência da pandemia de coronavírus na atividade econômica. A última estimativa oficial, divulgada em março, ainda era de uma alta de 0,02%.Vai ser a maior retração registrada no país desde 1962, quando começou a série disponível no site do Banco Central, se esse número for confirmado. Se a quando houve uma queda de %4,35 em o PIB, registrou até agora, o pior resultado de a economia de Brasil em 1990. Faz 1 ano, a economia aumentou %1,1, em 2019. Em 2018, 1,3%. Ou seja, o governo espera uma recueração lenta da economia de Brasil, com o nível do produto recomeçando ao fase pré-crise somente em 2022.

– O Ministério da Economia vai divulgar na quarta-feira sua nova estimativa para o Produto Interno Bruto e a contração da economia calculada para este ano vai ser maior que 4%, alegaram duas fontes com conhecimento direto do tema. Uma das fontes pontuou que o novo número ficará por volta de -4,5%. Até o momento, a perspectiva oficial do governo é de alta de 0,02% para o PIB, divulgada em 20 de março. De lá para cá, membros do time de Paulo Guedes reconheceram que a performance da atividade neste ano ficaria no vermelho, mas pontuaram que o governo aguardaria para refazer suas contas, até para ter mais dados do efeito do Covid-19 na economia. A nova projeção do PIB faz parte da grade de parâmetros que irá fundamentar a revisão para a conduta das contas públicas no próximo relatório bimestral de receitas e despesas, a ser publicado até o dia 22. No boletim Focus mais recente, economistas escutados pelo Banco Central pioraram sua expectativa para o PIB neste ano a uma contração de 4,11%, contra queda de 3,76% antes. Faz 1 mês, enquanto o Banco Mundial estimou um recuo de %5, já o Fundo Monetário Internacional calculou uma retração de %5,3 para o Brasil em 2020. A paralisação na atividade por conta das medidas de isolamento adotadas para refrear a disseminação do coronavírus tem afetado profundamente cadeias de produção e normas de consumo no Brasil, esfriando de forma significativa a economia. Nesta terça-feira, inclusive, o Banco Central realçou que vê queda forte do PIB na primeira metade deste ano, seguida de uma recuperação gradual a partir do terceiro trimestre, mencionando que o ritmo de retomada não terá que ser rápido. A ata do Comitê de Política Monetária do BC assinalou: «Há evidência suficiente de que a economia padecerá forte contração no segundo trimestre deste ano, embora haja poucos dados disponíveis para o mês de abril». «A menos de progressões médicos na guerrazinha à pandemia, é plausível um cenário em que a retomada, além de mais gradual do que a considerada, seja caracterizada por idas e vindas», completou. Faz 2 meses, a produção industrial brasileira despencou %9,1 em a comparação com o mês anterior em meio a o encerramento de fábricas e companhias em todo o país, a o nível de produção mais fraco para o mês em 18 anos. Faz 1 mês, já a indústria automotiva teve queda de %99 em a produção ante o mês anterior.

Na quarta-feira 15 de abril – O Ministério da Economia calculou que, se houver uma contração da economia de 5% neste ano, a dívida bruta pulará a 90,8% do Produto Interno Bruto , com o déficit primário do governo central alcançando 515,5 bilhões de reais. Faz 3 meses, a dívida bruta estava em %76,5 de o PIB, conforme dados mais recentes de o Banco Central, em fevereiro. Hoje, o cenário base era de crescimento zero para o PIB, com déficit primário de 467,1 bilhões de reais e dívida bruta de 85,4% ao fim do ano. Mas os integrantes da equipe econômica já reconheceram que a projeção para a atividade estava defasada e que ficaria no campo negativo pelos efeitos do coronavírus. A nova estimativa para o PIB seria divulgada em maio. Na véspera, o Fundo Monetário Internacional calculou queda de 5,3% para o PIB brasileiro em 2020. Antes, o Banco Mundial havia estimado um recuo de 5% para a atividade brasileira neste ano.

O governo tem mapeado conseqüência expressivos da pandemia do novo coronavírus sobre a atividade econômica, o que levou à queda brusca nas previsões oficiais. Para a Economia, “há enorme incerteza sobre o prolongamento do isolamento, da velocidade da retomada da economia e do potencial de devastação estrutural da crise”.

Nota do ministério admite: “Provavelmente, a retração do PIB neste ano vai ser a maior de nossa história”. “A paralização das atividades, deterioração do emprego e a piora no cenário internacional promoveram redução na projeção do crescimento brasileiro de 2020 para -4,7%”, completa.

O ministério alega que a queda de 4,7% na economia neste ano considera um cenário de manutenção do distanciamento social somente até 31 de maio.

No último Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central e que reúne as previsões de mercado, a projeção mostrou que a economia tem que encolher 4,11% neste ano.

Organismos internacionais como Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional preveem um baque na economia de Brasil em 2020 ainda pior que as projeções do governo. O Banco Mundial estima uma queda de 5% e o FMI, de 5,3%.

– Faz 2 meses, o Ministério da Economia reviu em esta sua projeção para o Produto Interno Bruto em 2020 a uma contração de %4,7, contra alta de %0,02 vista em março, em um reflexo de o profundo efeito de a paralisação de as atividades em o país por conta dos esforços para retardar a disseminação de o coronavírus. A revisão para um tombo superior a 4% havia sido antecipada na véspera pela Reuters. Para a inflação medida pelo IPCA, a perspectiva agora é de alta de 1,77% em 2020, ante expectativa anterior de 3,05%. Os novos dados fazem parte da grade de parâmetros que irá fundamentar a revisão para a conduta das contas públicas no próximo relatório bimestral de receitas e despesas, a ser publicado até o dia 22. No boletim Focus mais recente, economistas escutados pelo Banco Central pioraram sua expectativa para o PIB neste ano a uma contração de 4,11%, contra queda de 3,76% antes. Faz 1 mês, enquanto o Banco Mundial estimou um recuo de %5, já o Fundo Monetário Internacional calculou uma retração de %5,3 para o Brasil em 2020. O Ministério da Economia divulgou nesta segunda-feira que recebeu 784 mil pedidos de seguro-desemprego em abril, uma ampliação de 22,1% em comparação com o mesmo mês de 2019, quando foram 613 mil pedidos. No acumulado do ano, já são 2,3 milhões de pedidos.

Para reduzi o efeito da pandemia de coronavírus na economia, o governo já anunciou uma série de medidas. No total, as medidas anunciadas de guerrazinha ao coronavírus já chegam a R$ 349,4 bilhões em gastos do governo ou renúncia de receitas alo longo de 2020. São ações para ampliar diretamente os repasses para a saúde, além das medidas para diminuir os efeitos econômicos da crise.

O governo atualizou ainda outros parâmetros importantes para a economia.

A previsão do Ministério da Economia para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo , indicador oficial da inflação, a expectativa para este ano passou de 3,12% para 1,77%.

A pasta atualizou ainda a previsão do câmbio do dólar neste ano. Pela contas exibidas pelo governo, a moeda de America vai ter um câmbio médio de R$ 4,99. Antes, a estimativa era de uma cotação a R$ 4,35.

A expectativa é que o barril de petróleo seja negociado a uma média de US$ 35,67 ao longo do ano. Antes, a expectativa era de US$ 41,87.

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O governo avalia que há um um risco de forte ampliação da inadimplência das companhias, de falências e ampliação do desemprego. “Dessa maneira, os conseqüência da quarentena não se dão exclusivamente para o fase em que vigora, mas com conseqüência para os trimestres e anos posteriores”, declara estudo da Secretaria de Política Econômica da pasta.

Experts alegam que o isolamento social é a única forma de evitar uma disseminação descontrolada do vírus e, como consequência, um colapso no sistema de saúde das cidades.

A SPE estimou que a perda de uma semana complementar de quarentena é de R$ 20 bilhões para a economia brasileira. A secretaria do ministério avalia que os preços envolvidos no isolamento têm que ser bastante maiores já que, quanto maior o tempo em isolamento social, maior vai ser a perda de arrecadação das companhias e seu endividamento, promovendo um número crescente de falências e devastação de postos de trabalho.

Se o isolamento se estender para além de maio, , vai acentuar-se o conseqüência econômico para a Economia.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Com pandemia, governo calcula queda de 4,7% no PIB em 2020
>>>>>Queda do PIB estimada por Ministério da Economia na 4ª-feira ficará acima de 4%, dizem fontes – May 12, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>BC vê queda forte do PIB na primeira metade do ano e reforça compromisso com meta de inflação – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Dólar em breve baterá R$6, dizem analistas após moeda cravar novo recorde – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Ibovespa futuro sobe com exterior sem tirar cena doméstica do radar – May 12, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>Ibovespa futuro sinaliza abertura negativa seguindo exterior – May 11, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Dólar abre semana em alta, a R$ 5,78 – May 11, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Após corte nos juros, dólar sobe e chega a R$ 5,79, novo recorde de cotação – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Governo piora projeção do PIB a um recuo de 4,7% em 2020 – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Governo registrou 748 mil pedidos de seguro-desemprego em abril; aumento de 22,1% em comparação com 2019 – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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