Por: SentiLecto

– O dólar teve altos e baixos ao longo desta sexta-feira, mas acabou fechando em queda ante o real e acumulando em maio a primeira desvalorização mensal de 2020. O mercado desfez posições defensivas após coletiva de jornalismo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não confirmar temores de uma potencial escalada mais séria nos nervosismos entre Washington e Pequim. Operações relativas à «briga» entre cadquiridose vendidos na B3 em busca de uma Ptax de fim de mês mais conveniente a suas operações também iinfluíramos negócios durante a manhã. À tarde, contudo, o dólar começou a ensaiar baixa, até virar de vez para queda após a coletiva de Trump. O dólar à vista tconcluiuo pregão desta sexta em baixa de 0,85%, a 5,3404 reais. A moeda oscilou entre alta de 1,44% e depreciação de 1,23% . Na B3, o contrato mais negociado de dólar futuro caía 1,27%, a 5,3485 reais, às 17h29 desta sexta. Na coletiva de jornalismo, o presidente dos EUA declarou que determinou a seu governo que comece o processo para suprimi o tratamento especial concedido a Hong Kong em resposta aos planos da China de impor uma nova legislação de segurança para o território. A expectativa pela resposta de Trump havia somado volatilidade e conservadorismo ao mercado já nas negociações finais de quinta-feira, quando foi feito o anúncio da coletiva. Alguns no mercado temiam sanções à China, o que poderia agravar as já tensas relações entre as duas maiores economias do mundo. «Tudo bem se os EUA ainda estão decidindo o que fazer. Mas a impressão instituída pela execução de uma grande conferência de jornalismo era de que eles já haviam decidido», declarou Patrick Chovanec que presta serviços de administração de recursos. Patrick Chovanec é assessor econômico do Silvercrest Asset Management Group. A reação dos mercados após as declarações de Trump foi positiva. De Nova York As bolsas de valores foram recuperadas, e o dólar se conservava em queda ante uma cesta de moedas no fim da tarde, embora a uma boa distância das mínimas da sessão. No Brasil, a moeda dos EUA recuou 4,19% no acumulado da semana. Em maio, cedeu 1,79%. A volatilidade, contudo, persiste. Na véspera, o dólar saltou quase 2%, na maior alta em três semanas. E, mesmo com o recuo de mais de 8% do dólar na recente série de seis pregões de baixa, a volatilidade implícita das alternativas de dólar/real para três meses se conservava perto de 20%, não distante das máximas alcançadas quando os mercados entraram em queda livre por causa da crise do Covid-19. Na prática, a manutenção da volatilidade implícita nesses níveis menciona expectativa de muito vaivém nos custos da cotação no curto prazo. Strategistas do Morgan Stanley isseram: «O real foi a moeda de pior performance no universo emergente , possivelmente pressionada pela preocupação mais extensa dos investidores sobre a habilidade da moeda de dar sequência aa recente performance superior em meio à ddanificaçãoda história local»,.Dados mostraram nesta sexta-feira que a economia de Brasil padeceu no primeiro trimestre a maior contração em cinco anos. O colapso na atividade esperado para este ano tem conservado expectativas de que o Banco Central volte a cortar juros e na véspera o presidente da instituição, Roberto Campos Neto, que também declarou na quinta-feira que o BC vai seguir com a mesma política de atuação na cotação que vinha adotando até então, esfriando expectativas de intervenções mais agressivas no mercado, realçou que a ferramenta de política monetária não está esgotada. Juros mais baixos diminuem o regresso dos investimentos de Brasil, o que desestimula entradas de capital considerando que outros países emergentes têm taxas de juros mais elevadas que o Brasil. Analistas do Bank of America mais inclinados são ditos » » a adquiri dólar ante real, por acreditarem que o» rali tático» recente tem vida curta. Eles projetam que o dólar vai fechar o segundo trimestre em 6,00 reais. Entre gestores de fundos, a exibição em real está «neutra» pela primeira vez desde agosto de 2018, declararam os profissionais do banco em nota, no que pode ser visto como indicativo de menor convicção em operar a moeda brasileira dadas as incertezas. Entre três cenários de recuperação da economia mundial após a pandemia, somente em um o BofA recomenda compra de reais. Nos demais, a orientação é para venda ou posição neutra . Em 2020, o dólar sobe 33,08%, o mesmo que uma queda de 24,86% para o real. A divisa de Brasil tem com folga a pior performance entre as principais moedas neste ano.

– O dólar mostrou forte alta ante o real nesta quinta-feira, quebrando uma sequência de seis quedas seguidas nas quais o câmbio perdeu mais de 8%, com uma recomposição de posições em meio ao acirramento da «briga» pela Ptax de fim de mês e a uma cena política doméstica ainda inspirando precaução. A moeda agilizou os ganhos perto do fim da sessão, conforme os mercados externos pioraram o sinal, um dia antes de o presidente dos EUA, Donald Trump, realizar coletiva de jornalismo sobre a China, num momento de recrudescimento dos nervosismos entre as duas maiores economias do mundo. No mercado à vista, o dólar subiu 1,95%, a 5,3860 reais na venda. Na B3, o dólar futuro de primeiro vencimento –ainda o mais líquido– tinha valorização de 1,88%, a 5,3750 reais, às 17h03. O real teve o pior desempenho entre as principais moedas nesta sessão, após dias em que liderou os ganhos. – Roberto Campos Neto declarou nesta quinta-feira que os membros da instituição compreendem que a ferramenta política monetária não está esgotada e que recorrer a outros instrumentos antes de exauri-a acaba instituindo perda na credibilidade que é maior. Roberto Campos Neto é o presidente do Banco Central. Campos Neto alegou ainda que no BC ainda não se sabe exatamente o ponto do lower bound –nível de juros abaixo do qual a política monetária perde efetividade para animar a economia–, com os membros do Comitê de Política Monetária divergindo sobre esse eventual platô.- Roberto Campos Neto calculou nesta sexta-feira uma queda do Produto Interno Bruto de %5 ou mais neste ano, ligeiramente acima da projeção oficial do governo de retração de %4,7. Roberto Campos Neto é o presidente do Banco Central. Ao participar de acontecimento virtual coordenado pelo Valor Capital Group, ele também cogitou que, pelo fator medo, as pessoas não vão voltar imediatamente a seus costumes mesmo com a abertura da economia. Na visão do presidente do BC, o fator medo irá permear a conduta das pessoas até metade do ano que vem.

Na quinta-feira 21 de maio – O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, realçou em apresentação que as primeiras divulgações de dados econômicos em meio à pandemia do coronavírus aassinalamrecessões severas em economias emergentes e, no Brasil, dados preliminares de varejo e do relatório Focus imencionamforte queda da atividade. Campos Neto chamou atenção, ainda, para o fato de que, diante dos problemas externos e da situação doméstica, o fluxo de capital e moeda para o Brasil foram fortemente afetados. O diagnóstico foi feito por Campos Neto em reunião com instituições dos Comitês de Indústrias.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: United States, Hong Kong, China, Brazil

Cities: Washington

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Dólar tem em maio 1ª queda mensal do ano, mas permanência de alívio é dúvida
>>>>>Dólar salta quase 2% após 6 quedas seguidas; cena política segue no radar – May 28, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>S&P 500 sobe com esperanças de recuperação econômica e vacina, mas se afasta de máximas – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Ferramenta de política monetária não está esgotada, diz Campos Neto – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Campos Neto prevê queda do PIB de 5% ou mais em 2020 – (Extraoglobo-pt)

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