Por: SentiLecto

— O governo publicou, no fim da noite desta segunda-feira, decreto que define as normas de um empréstimo bilionário para ajudar as distribuidoras de energia elétrica, por conta dos conseqüência do coronavírus. Os preços do financiamento serão divididos entre o setor elétrico e os consumidores. O empréstimo terá um impacto na conta de luz a partir de 2021, com impacto sendo avaliado para cada distribuidora. O decreto não estipula o valor do empréstimo, que será fixado pela Agência Nacional de Energia Elétrica . A ajudinha tem que ficar entre R$ 10 bilhhões e 12 bilhões, de acordo com fontes do setor. Isso é menor que o valor calculado anteriormente, de R$ 17 bilhões. O objetivo da ajudinha é cobrir o rombo financeiro no setor elétrico, gerado pela queda no consumo de energia e pela ampliação da inadimplência, reflexos da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. É necessário ajudar diretamente as distribuidoras porque elas arrecadam os recursos que sustentam todo setor elétrico. Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra Além do empréstimo, as companhias poderão pedir a revisão dos contratos, num processo chamado de reequilíbrio econômico-financeiro. Se vai avaliar isso também caso a caso, e pode levar a ampliações extraordinárias nas contas ou diminuição de investimentos, por exemplo. A partir de 2021, os consumidores passarão a pagar o empréstimo por meio da cobrança de uma tarifa complementar nas contas de luz. Se vai parcelar o valor em 60 meses, ou seja, a quitação deve acontecer somente em 2025. Cada distribuidora receberá uma parcela diferente do empréstimo. Por isso, ainda não é possível calcular o impacto da medida, que será avaliada separadamento, para cada distribuidora. O texto calcula que os valores das operações irão compor a «Conta-covid», dirigida pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . O BNDES vai organizar a operação, que terá que contar com a participação do Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Santander, BTG e Citi. Juros e spread estão em negociação e têm que ficar em torno de CDI mais 2% a 2,5%. É a segunda vez que o governo recorre a um empréstimo para ajudar o setor elétrico. Faz 6 anos, o primeiro caso foi, por conta da falta de chuvas. Naquela ocasião, tudo foi pago pelo consumidor, instituindo um tarifaço a partir de 2015. Agora, o empréstimo é necessário, avalia o setor, por conta da crise provocada pelo novo coronavírus. A receita das companhias despencou por causa da queda na procura e da ampliação da inadimplência. No começo do mês, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, informou que a inadimplência no setor saltou de 3% para 12%. O empréstimo cobrirá o preço da sobrecontratação de energia, resultante da queda na procura; o deferimento dos reajustes tarifários de alguns distribuidoras até 30 de junho; e postergação de pagamento de grandes consumidores, para que possam pagar a energia consumida, e não a contratada. Os valores destinados a cada distribuidora serão fixados mensalmente pela Aneel. Para receber recursos do empréstimo, as distribuidoras deverão atender algumas condições, como não interromper ou diminuir os contratos de compra e venda de energia elétrica. Elas também não poderão distribuir dividendos acima do mínimo legal de 25% caso fiquem inadimplentes com deveres do setor.

«O que podemos adiantar é que as negociações com o poder público progrediram muito nas últimas semanas, inclusive com participação das distribuidoras de energia… esperamos chegar a uma finalização em relação ao suporte setorial no curtíssimo prazo», declarou Leonardo Cabral em coletiva de jornalismo virtual. Leonardo Cabral é o diretor de Privatizações do BNDES.O governo, no entanto, tem trabalhado com projeção de um financiamento de até 12 bilhões de reais, declararam fontes à Reuters na véspera.[nL1N2CW2J3]JANEIRO/SÃO PAULO – Uma operação em estruturação no governo para apoiar distribuidoras de energia por meio de empréstimos devido aos conseqüência do coronavírus sobre o setor deverá envolver mais de 10 bilhões de reais, declarou nesta sexta-feira a secretária-executiva do Ministério de Minas e Energia, Marisete Pereira. As elétricas têm afirmado que precisariam de 15 bilhões a 17 bilhões de reais para enfrentar turbulências associadas à pandemia, que incluem forte queda no consumo de energia e aampliaçãoda inadimplência. O governo tem conservado negociações com bancos para viabilizar os financiamentos, incluindo os estatais BNDES, Banco do Brasil e Caixa, além de privados como Itaú e Bradesco, mas ainda não informou o valor calculado para as operações. Marisete, ao participar de transmissão ao vivo da XP Investimentos declarou: «No mais demorar até terça vamo ter esse volume «. «Não vai ser nada inferior a 10 bilhões de reais. A probabilidade de ser inferior a 10 bilhões é bastante remota.» A estimativa atual do governo para os empréstimo é de até 12 bilhões de reais, com limites individuais para as liberações por companhia, declararam fontes à Reuters na quinta-feira. Mais cedo nesta sexta-feira, Leonardo Cabral declarou que um decreto sobre as medidas de suporte nas elétricas e suas se o vai divulgar condições em o » curtíssimo prazo «. Leonardo Cabral é o diretor de Privatizações do BNDES.»O que podemos adiantar é que as negociações com o poder público progrediram muito nas últimas semanas, inclusive com participação das distribuidoras de energia… esperamos chegar a uma finalização em relação ao suporte setorial no curtíssimo prazo», áfirmou ele. Cabral ainda adicionou que a definição das condições da operação tem que envolver um decreto do Poder Executivo e uma determinação da Aneel. As medidas podem ser divulgadas ainda durante o final de semana, segundo uma fonte do setor bancário, que pediu para ficar no anonimato. Se vai realizar o empréstimo para as companhias de distribuição de energia por meio da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, para evitar efeitos sobre o balanço de as companhias e seu nível de endividamento. A operação tem que ter escassez de um ano, com posterior amortização até 2025. Em 11 meses, parte de os preços de o empréstimo terá que ser paga por os consumidores por meio de encargo em a tarifa de energia, conforme autorizado por uma medida provisória. Aso elas fiquem inadimplentes com a posterior amortização das operações, a operação ainda terá que envolver dispositivo calculando restrição à distribuição de dividendos pelas distribuidoras beneficiadas, c segundo a secretária-executiva do ministério dmineirae Energia.»A gente teve o cuidado de não colocar isso como uma condição, exigência para contratação . Vai somente ocorrer no cenário de não adimplemento… era uma pré-requisito dos prõprios bancos e órgãos de controle», declarou ela. – O governo deseja isentar o pacote de assistência às distribuidoras de energia elétrica de pagamento de Imposto sobre Operações Financeiras , num alívio extra de 282 milhões de reais às emcompanhiasafetadas pela queda da deprocuram meio à pandemia do coronavírus. A assistência terá que sair em decreto, conforme minuta preliminar sobre a justificação da medida vista pela Reuters. O governo está negociando um empréstimo para as companhias de distribuição de energia, por meio da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica , para evitar efeitos sobre o balanço das companhias e seu nível de endividamento. Integram as conversas os bancos estatais BNDES, Banco do Brasil e Caixa, além de privados como Itaú e Bradesco. A operação tem que envolver mais de 10 bilhões de reais. Na prática, a redução a zero da alíquota da IOF dentro desse ilustração irá baratear o preço do empréstimo. «Com a diminuição da alíquota do IOF diminui-se o preço da operação e seu efeito sobre a tarifa de energia no futuro», argumentou a equipe econômica, na minuta. O cálculo é que o custeio e remuneração da atividade de distribuição de energia elétrica encarnam cerca de 18% da tarifa, com os 82% restantes sendo ligados ao repasse destinado à compra de energia, à transmissão, encargos setoriais e impostos. Em função do quadro de congelamento da economia por conta da pandemia de coronavírus, as distribuidoras encaram o desafio de retração do faturamento devido à forte queda no consumo e aoaaampliaçãoda inadimplência. O conseqüência combinado desses conseqüência da pandemia sobre o mercado de energia pode ser «superior a toda a margem» das distribuidoras, enfatizou o governo, ao realçar a necessidade do pacote de assistência.

Na sexta-feira 24 de abril – As contas de luz dos brasileiros seguirão em maio com a chamada bandeira tarifária verde, que não gera cobranças complementares para os consumidores, informou a Agência Nacional de Energia Elétrica nesta sexta-feira. O dispositivo tarifário, que levava o preços extras quando saía do verde para amarelo ou vermelho, o que ocorria de acordo com a oferta de energia no sistema, conservou-se sem mudança pelo quarto mês seguido devido às boas chuvas e à recuperação do armazenamento das hidrelétricas, principal fonte de geração no Brasil. «A combinação de reservatórios mais elevados com o efeito das medidas de guerrazinha à pandemia do Covid-19 sobre o consumo de eletricidade s sinalizavammanutenção da eaumentadaparticipação das hidrelétricas no atendimento à deprocurae energia… sem a necessidade de acionamento do parque termelétrico de maneira sistêmica», declarou a Aneel em nota. A carga de energia do sistema interligado do Brasil tinha que recuar 8,3% em maio, com o efeito de medidas de isolamento sobre a procura, projetou o Operador Nacional do Sistema Elétrico . O órgão do setor também estimou que as chuvas nas hidrelétricas tinham que ficar próximas do normal neste mês, em cerca de 88% da média histórica no Sudeste, onde estavam os principais reservatórios. Somente no Sul o quadro hídrico era negativo– a região tinha que receber precipitações em somente 19% da média histórica neste mês, em meio a uma seca que vinha desde meados do ano passado. sobrava DE RECURSO A diretoria da Aneel publicou nnota técnica na qual assinalava que era provável que as bandeiras tarifárias amarela e vermelha não sejam acionadas nos próximos meses devido ao cenário de diminuição da carga. A agência propunha que, com isso, um superávit de arrecadação gerado anteriormente pelo dispositivo, de 1,375 bilhão de reais, possa ser usado para apoiar o caixa de companhias de distribuição de energia, que têm pedido suporte ao governo devido aos conseqüência do coronavírus sobre o mercado. Os ministérios de Minas e Energia e da Economia têm negociado com as elétricas a chance de operações de empréstimo ao setor por meio de um pool de bancos. Se amortizariam os financiamentos seriam posteriormente amortizados com cobranças em as tarifas de os consumidores. As distribuidoras afirmavam que a «ajudinha» poderia envolver entre 15 bilhões e 17 bilhões de reais, mas a Aneel estudou diversas opções para diminuir o valor do possível financiamento, com o objetivo de diminuir efeitos para os consumidores. O secretário de Energia Elétrica da pasta de Minas e Energia, Rodrigo Limp, declarou à Reuters que o governo t temavaliado as propostas da Aneel, inclusive a que p previautilização das sobras de arrecadação das bandeiras.

Fonte: Extraoglobo-pt

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Cities: Santander

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Em 1 ano, ajudinha a o setor elétrico vai ter efeito em a conta de luz
>>>>>Modelo para socorro a elétricas está próximo de ser definido, diz BNDES – May 15, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Governo avalia se amplia linha do BNDES para capital de giro após retirada de exigências – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Pacote de ajuda do BNDES a companhias aéreas encolhe para R$4 bi, dizem fontes – May 14, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>Receita posterga prazo de pagamento de R$9,6 bi em parcelamentos tributários – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Via Varejo considera oferta de ações com diluição de até 25%, dizem fontes – May 12, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Via Varejo avalia oferta subsequente primária de ações – May 08, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Consumidor de energia não pagará sozinho por apoio a elétricas, diz diretor da Aneel – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Empréstimo para apoiar elétricas envolverá mais de R$10 bi, diz secretária – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Governo quer isentar ajuda a distribuidoras de energia de IOF, em alívio de R$282 mi – (Extraoglobo-pt)

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