Por: SentiLecto

– Um empréstimo bilionário de bancos para apoiar distribuidoras de energia devido aos efeitos do coronavírus sobre o mercado vai envolver 16 instituições financeiras e vai ter taxa final levemente abaixo do informado antes, declararam nesta quinta-feira o BNDES e a Agência Nacional de Energia Elétrica . O preço total final do financiamento, que poderá ser repassado posteriormente às tarifas dos consumidores nos próximos cinco anos, svai seragora de CDI + 3,79% ao ano, contra CDI + 3,9% a.a. divulgado anteriormente. A transação, liderada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social , envolverá menos instituições financeiras que as cerca de 20 antes previstas– além do banco de fomento, participarão Banco do Brasil, Bocom BBM, CCB, Santander, Bradesco, Itaú BBA, BTG, Citibank, SMBC, Votorantim, Alfa, ABC Brasil, Safra, JP Morgan e Credit Suisse. A diminuição nos preços da operação, que vai envolver um total de 14,8 bilhões de reais, veio após queixas de distribuidoras sobre o «spread» cobrado pelo grupo de bancos que vai fornecer os recursos. Marcos Madureira, que encarna as companhias declarou na Reuters Marcos Madureira, que encarna as companhias declarou na Reuters em 2 de julho que o «spread» havia ficado acima do esperado pelo setor. Marcos Madureira, que encarna as companhias é o presidente da Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia . Marcos Madureira, que encarna as companhias é o presidente da Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia .O preço final da transação já havia ficado bem abaixo do registrado em operação semelhante com empréstimos para distribuidoras entre 2014 e 2015, mas devido à rdiminuiçãorlembreda taxa de juros de referência dbrasileira a Selic. O «spread» da operação, no entanto– remuneração cobrada pelos bancos além da taxa de juros de referência– havia ficado superior aos financiamentos anteriores, que tiveram preço total de entre CDI+ 2,5% e CDI + 3,1% ao ano. Os empréstimos serão tomados por meio da CCEE, uma instituição do setor, para evitar efeitos sobre o balanço das distribuidoras de energia. A operação visa acalmar perdas de caixa das elétricas devido à forte queda do consumo associada a medida de isolamento adotadas contra o vírus e à maior inadimplência, decorrente da perda de receita da população em meio à pandemia. Enquanto a delegação de estruturação vai ser de 2,5% do valor contratado, segundo a Aneel, o empréstimo vai ter taxa de juros de CDI + 2,8% ao ano, sem mudanças frente ao informado antes o que vai levar a preço final de CDI + 3,79%.

– Uma operação viabilizada pelo governo para conceder empréstimos a distribuidoras de energia devido aos efeitos do coronavírus sobre o segmento atraiu adesão de 61 companhias, declarou uma diretora da Agência Nacional de Energia Elétrica . Os financiamentos, que serão concedidos por um grupo de bancos liderado pelo BNDES, poderiam alcançar um máximo de até cerca de 16 bilhões de reais se todas concessionárias aderissem ao dispositivo, que ganhou nome de «Conta-Covid». «A Aneel concluiu a etapa de adesão à Conta-Covid. Registramos o envio de 61 termos de adesão…o valor total solicitado é de 14,8 bilhões de reais», declarou a diretora da Aneel Elisa Bastos, em publicação no Linkedin no domingo. Mais cedo, a elétrica italiana Enel e o grupo Equatorial Energia informaram em comunicados que demonstraram interesse em participar da operação, que visa apoiar o caixa das companhias do setor devido à forte queda do consumo associada às medidas de isolamento adotadas contra a pandemia e ao auampliaçãoa inadimplência. A Equatorial, que opera distribuidoras no Maranhão, Pará, Piauí e Alagoas, informou que todas as companhias vão acessarão recursos da Conta-Covid, ao todo de 1,29 bilhão de reais. Enquanto unidades da companhia no Ceará e no Rio de Janeiro vão tomar 452,9 milhões e 799,5 milhões de reais, a Enel declarou que sua distribuidora Enel São Paulo vai acessará até 1,389 bilhão de reais , respectivamente. Em 9 meses, o empréstimo de a Conta-Covid deverá ser quitado por as distribuidoras, com chance de repasse de os preços de amortização em as tarifas, conforme autorizado por medida provisória assinada por o presidente Jair Bolsonaro em abril.- A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou em reunião nesta terça-feira reajuste tarifário anual da distribuidora de eletricidade Energisa Sul Sudeste, da Energisa, que vai levar a uma ampliação média de 4,87% na conta de luz dos consumidores da companhia. O cálculo das novas tarifas, que entram em forcita em 12 de julho, já leva em consideração uma operação estruturada pelo governo para apoiar o caixa de distribuidoras de energia com empréstimos devido aos efeitos do coronavírus sobre o mercado, a chamada «Conta-Covid». O governo e a Aneel defendem que esses financiamentos, que adicionarão até 14,8 bilhões de reais, também auxiliam a acalmar ampliações tarifários calculados para este ano, diminuindo efeitos sobre os consumidores em momento em que muitos brasileiros têm padecido perda de renda devido à pandemia. A Aneel declarou que preços a ampliação em as tarifas de a Energisa influíram ele de aquisição de energia e transmissão, mas evidenciou que o reajuste poderia ter sido maior sem os empréstimos às distribuidoras, que tvão teros cpreçosrepassados às tarifas num pefasee cinco anos. «Cabe realçar ainda o efeito da Conta-Covid no amortecimento do reajuste. Sem a conta, a ampliação seria de 10,47%, em média», declarou a agência em nota. A Energisa Sul Sudeste atende 797 mil unidades consumidoras em 85 cidades de São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Os empréstimos às distribuidoras de energia serão tomados por meio da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica , um órgão setorial, de forma a não impactar o balanço das ecompanhias Em nota nesta terça-feira, a CCEE declarou que aguarda a assinatura dos contratos para a operação e adicionou ter expectativa de «começar repasses às distribuidoras até o final de julho». O governo e a Aneel haviam autorizado as elétricas a captarem até cerca de 16 bilhões de reais junto à Conta-Covid. Ao final, as companhias que decidiram participar da transação vão tomar um total de 14,8 bilhões de reais. A participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social no financiamento às cempresasaéreas pode ficar abaixo dos 60% do asuportede 6 bilhões de reais que está sendo preparado com bancos privados, ddeclararamduas fontes do governo próximas do atema

Na quinta-feira 02 de julho – Um empréstimo de 16,1 bilhões de reais coordenado pelo governo junto a um grupo de bancos para apoiar o caixa de distribuidoras de energia em meio aos efeitos do coronavírus sobre o setor terá taxa de juros de CDI + 2,9% ao ano, informou a Agência Nacional de Energia Elétrica nesta quinta-feira. O preço total do financiamento, incluindo taxas, seria de CDI + 3,9% ao ano, segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . Os financiamentos poderiam ter preços de amortização repassados às tarifas dos consumidores ao longo dos próximos cinco anos, conforme autorizado por medida provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro em abril. A agência não informou de imediato quais bancos participariam do sindicato que forneceria os recursos, que seria liderado pelo BNDES. O Ministério de Minas e Energia e a Aneel defendiam que a operação, chamada de Conta-Covid, vai acalmar reajustes tarifários neste ano, auxiliando os consumidores em momento sensível para a economia devido à crise cprovocadapela pandemia e diluindo iefeitosno longo prazo. Os recursos também visavam evitar riscos de as distribuidoras não terem como quitar compromissos de compra de energia e pagamento pela utilização de sistemas de transmissão, o que afetaria outros elos da cadeia do setor elétrico. A Aneel em nota declarou: «A Conta-Covid endereçava os problemas vivenciados pelas distribuidoras, ao lhes garantir recursos financeiros necessários para compensar a perda de receita provisória em decorrência da pandemia e protegia o resto da cadeia setorial ao permitir que as distribuidoras continuem homenageando seus contratos». Entre os conseqüência da pandemia sobre as elétricas estavam uma forte queda no consumo de energia, associado a medidas de isolamento adotadas contra o vírus e à ddanificaçãoda economia, e uma ampliação da inadimplência de clientes. SPREAD MAIOR O preço total dos empréstimos para o consumidor seria menor em relação a uma operação semelhante para apoiar o caixa das elétricas entre 2014 e 2015, devido à queda de taxa de juros no pfase mas o spread seria superior. Naquela ocasião, um primeiro empréstimo de 11,2 bilhões para as companhias teve preço de operação de CDI + 1,9% ao ano, depois repactuada para CDI + 2,525% ao ano, segundo informações da CCEE. Uma segunda tranche dos empréstimos em 2014 teve preço de CDI + 2,35% ao ano, depois renegociadas para + 2,9% ao ano. Faz 5 anos, uma terceira operação de financiamento acabou com preço de CDI+ %3,15 a o ano.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Empréstimo a elétricas por Covid vai ter 16 bancos; taxa tem leve diminuição, declara BNDES
>>>>>Empréstimo a elétricas por Covid-19 atrai 61 empresas e somará R$14,8 bi – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Aneel aprova reajuste médio de quase 5% para tarifas da Energia Sul Sudeste – (Extraoglobo-pt)
>>>>>BNDES pode entrar com menos de 60% de empréstimo às companhias aéreas, dizem fontes – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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