Por: SentiLecto

As medidas anunciadas pelo diretor executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, não foram capazes de concluir a sangria nas receitas publicitárias da rede social. Nesta segunda-feira, gigantes como Ford, Microsoft e Adidas se juntaram à crescente lista de cempresasque decidiram sinterromperseus anúncios na plataforma.

Em comunicado, a segunda maior montadora dos EUA informou a suspensão pelos próximos 30 dias de todos os anúncios no Facebook e no Instagram, mas também no YouTube e no Twitter. A companhia vai continuar utilizando plataformas locais na China e “avalia a participação na Europa e na América do Sul”.

A montadora, em comunicado alegou: “A existência de conteúdo que inclui discurso de Animosidade, violência e injustiça racial em plataformas sociais precisa ser erradicada”. “Nós estamos de forma ativa engajados com iniciativas da indústria lideradas pela Associação Nacional de Anunciantes para gerar mais responsabilidade, clareza e métricas confiáveis para limpar os ecossistemas digital e de mídias sociais”.

Somente neste ano a Ford já gastou US$ 2,9 milhões em anúncios em plataformas do Facebook, segundo a consultoria Pathmatics. Faz 4 meses, quando se os investiram uS, o pico ocorreu $ 1,2 milhão.

Segundo a montadora, sua estratégia de mídia “não é dependente de somente um canal”, por isso, os investimentos poderão ser redirecionados para outros canais de comunicação.

A Adidas também decidiu interromper os seus anúncios e os da subsidiária Reebok, globalmente, no Facebook e no Instagram, por todo o mês de julho.

“Conteúdos online racistas, discriminatórios e de Animosidade não têm lugar na nossa marca nem na socidade”, alegou uma porta-voz, informando que nos próximos 30 dias a empresa vai ir “desenvolver um critério para conservar a nós e todos os nossos parceiros responsáveis por instituir e conservar ambientes seguros”. Faz 1 mês, que gastou US a terceira maior anunciante de a rede social, decidiu interromper os anúncios em os EUA em maio, já a Microsoft 116 milhões em anúncios em o Facebook em o ano passado sendo , e, agora, expandiu o intervalo globalmente, informou uma fonte à agência Bloomberg. Mas diferente de outras empresas, que criticam as políticas do Facebook, a preocupação da companhia fundada por Bill Gates está somente na colocação de seus anúncios ao lado de determinados conteúdos.

Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra A companhia já se reuniu com executivos da rede social em busca de uma solução para o problema e deve regressar com o anúncio em agosto.

O boicote é uma resposta ao movimento #StopHateForProfit,arremessadaa por grupos de direitos civis após a morte de George Floyd. A campanha faz duras críticas ao Facebook, por não adotar políticas claras e eficazes para lutar o racismo e o discurso de Animosidade em suas plataformas.

– Os organizadores de uma campanha de boicote àopanúnciono Facebook que vem conseguindo asuportede um número crescente de grandes ecompanhiasagora estão se preparando para expandir a ação globalmente de forma a aampliara pressão sobre a ecompanhiade mídia social para que remova discurso de óAnimosidade A campanha «Stop Hate for Profit» começará a pedir nas grandes companhias da Europa que se unam ao boicote, declarou Jim Steyer em entrevista na Reuters no sábado. Jim Steyer é executivo-chefe da Common Sense Media.esde que a campanha foi arremessada neste mês, mais de 160 companhias, incluindo a Verizon e a Unilever, firmaram compromisso para parar de adquiri anúncios na maior plataforma de mídia social do mundo em julho. A Free Press e a Common Sense, juntamente com os grupos de direitos civis dos EUA Color of Change e a Liga Antidifamação, arremessaram a campanha após a morte de George Floyd, o homem negro desarmado que a polícia assassinou ele de Minneapolis. Steyer, adicionando que a campanha espera encorajar os reguladores da Europa a adotar uma postura mais rígida diante do Facebook declarou: «A próxima fronteira é a pressão mundial». A Comissão Europeia anunciou em junho novas diretrizes para as companhias de tecnologia, incluindo o Facebook, mandarem relatórios mensais sobre como estão lidando com o fluxo de desinformação a respeito do coronavírus. A campanha mundial vai continuar à medida que os organizadores seguirem pedindo que mais ecompanhiasdos EUA participem. Jessica Gonzalez declarou que entrou em contato com as principais companhias de telecomunicações e mídia dos EUA para pedir que participem da campanha. Jessica Gonzalez é co-diretora executiva da Free Press. Respondendo às dprocuraspor mais ação, o Facebook reconheceu neste domingo que tem mbastantea fazer e está se ujuntandoa grupos de direitos civis e eexpertspara desenvolver mais ferramentas para clutaro discurso de óAnimosidade O Facebook declarou que seus investimentos em inteligência artificial já o permitem encontrar 90% do discurso de Animosidade antes que os usuários delatem.

A lista de companhias que se uniram à campanha reúne nomes de peso, como Unilever, Coca-Cola, Pepsi, Starbucks e Diagio. Na sexta-feira, Zuckerberg realizou uma transmissão ao vivo para anunciar algumas mudanças nas normas da plataforma, incluindo a chance de remoção de publicações polêmico feitas por políticos, como o presidente estadunidense, Donald Trump.

Em entrevista na Bloomberg nesta segunda-feira, Nick Clegg defendeu as políticas adotadas pela rede social, alegando que o Facebook desenvolveu os mais sofisticados sistemas de aprendizado de máquina e inteligência artificial para identificar discurso de Animosidade e desinformaçNick Clegg defendeu as políticas adotadas pela rede social, alegando que o Facebook desenvolveu os mais sofisticados sistemas de aprendizado de máquina e inteligência artificial para identificar discurso de Animosidade e desinformação. Nick Clegg é vice-presidente para relações mundiais da companhia. Nick Clegg é vice-presidente para relações mundiais da companhia.— Todo mundo é contra a Animosidade, a questão é o que você faz sobre isso.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEGATIVE

Countries: United States, China

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Ford, Microsoft e Adidas engrossam lista de boicote ao Facebook
>>>>>EXCLUSIVO-Campanha de boicote à publicidade no Facebook será global, dizem organizadores – June 28, 2020 (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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