Por: SentiLecto

– O governo anunciou nesta terça-feira a prorrogação da ajudinha emergencial por dois meses. Os repasses complementares serão feitos entre julho e agosto, mas não há detalhes sobre o programa de pagamentos. Quem já se cadastrou para receber as primeiras parcelas não precisa fazer um novo cadastro. Quem ainda não fez o requerimento, no entanto, pode fazer isso até o dia 2 de julho. A lei que instituiu a ajudinha estabelece repasses de R$ 600 por três meses, contados a partir de abril, mas permite que o Executivo prorrogue a duração do programa por decreto. O texto não abre brecha, no entanto, para uma mudança do valor dos repasses mensais. A equipe econômica, no entanto, defende que se diminuam as parcelas de maneira gradativa, em o lugar de pagar mais duas prestações de R$ 600. Mudar o valor calculado na lei, no entanto, exigiria o envio de um projeto de lei ao Congresso. Para fazer pagamentos em valores decrescentes sem o aval do Legislativo, o governo planeja controlar os valores repassados ao longo do mês, de forma que o total transferido em cada mês sempre some R$ 600. Durante a solenidade, Paulo Guedes declarou que uma chance é fazer isso de maneira que, na prática, beneficiários recebam uma parcela de R$ 500, outra de R$ 400 e outra de R$ 300. Paulo Guedes é o ministro da Economia. 300. Isso seria feito da seguinte maneira: um pagamento de R$ 500 no começo de julho; um pagamento de R$ 100 no fim de julho seguido por um de R$ 300 no começo de agosto ; e, por fim, outra transferência de R$ 300 no fim de agosto. — Podemos fazer um pagamento de R$ 500 no começo do mês, R$ 100 no final do mês, com R$ 300 logo depois. Ou seja, fica uma prestação de R$ 500, outra de R$ 400 logo depois e outra, no fim do mês, R$ 300. Você acaba cobrindo três meses com R$ 500, R$ 400 e R$ 300. Esse era o desejo do presidente — declarou Na fala de Guedes, no entanto, se essa é uma chance considerada pelo ministro ou um programa fechado, não está claro. Procurado, embora a declaração tenha, o Ministério da Economia declarou que o Ministério da Cidadania passaria os detalhes sido feita por Guedes. A Cidadania ainda não regressou. Diante do agravamento da pandemia, o presidente Jair Bolsonaro já havia sinalizado a extensão do programa de ajudinha, mas ainda não havia confirmado os valores e a duração dos repasses extras. O GLOBO revelou que o plano estava em estudo em meados de maio. Na semana passada, Bolsonaro declarou, em transmissão ao vivo por redes sociais, que os novos pagamentos teriam que ser de R$ 500, R$ 400 e R$ 300. Mas, na ocasião, não confirmou que os valores seriam esses. O plano chegou a ser anunciado pelo ministro-chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, por meio de rede social. No entanto, apagou em seguida a postagem. Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra Inicialmente, a equipe econômica propôs fazer mais dois pagamentos de R$ 300, mas a proposta enfrentou resistência. Rodrigo Maia chegou a defender a extensão da vantagem integral por três meses. Rodrigo Maia é o presidente da Câmara. O governo, então, chegou a uma solução intermediária. Faz 4 meses, anunciou se o programa de a ajudinha emergencial em o fim No começo, Guedes propôs pagar R$ 200 a trabalhadores informais e autônomos. O valor tinha como referência a média dos repasses no Bolsa Família, que é de R$ 190. Se revisou o valor de a vantagem no entanto, ao longo do processo de eleição. No Senado, subiu para R$ 300. Na Câmara, foi a R$ 500. Finalmente, Bolsonaro acertou um acordo com o Congresso para fechar nos atuais R$ 600.

— Ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente Jair Bolsonaro declarou nesta quinta-feira que o governo irá prorrogar o pagamento da ajudinha emergencial por mais três parcelas. Ele declarou que «devem» ser valores decrescentes, de R$ 500, R$ 400 e R$ 300, totalizando R$ 1.200. — A ajudinha emergencial partirá para uma adequação. Serão, com toda certeza, R$ 1.200, em três parcelas. Tem que ser, estamos estudando, R$ 500, R$ 400 e R$ 300 — alegou, em transmissão ao vivo nas redes sociais. Hoje, a vantagem pago a trabalhadores informais é de R$ 600. Inicialmente, o programa tinha previsão de durar três meses. A gravidade da crise do coronavírus, no entanto, fez com que o governo precisasse planejar uma extensão dos pagamentos. De acordo com um interlocutor do ministro da Economia, a extensão teria um preço de aproximadamente R$ 100 bilhões. Cada pagamento de R$ 600 custa aos cofres públicos R$ 51 bilhões. A prorrogação da ajudinha emergencial com novos valores depende de aprovação no Congresso. Inicialmente, a equipe econômica chegou a bater o martelo e decidir pela extensão da vantagem por meio de duas parcelas de R$ 300. O plano, no entanto, mudou. Nos últimos dias, Rodrigo Maia tem defendido uma extensão mais abrangente do programa, com a prorrogação por três meses do valor integral da vantagem. Rodrigo Maia é o presidente da Câmara. A nova proposta seria, portanto, uma mudança de planos do governo, diante de pressões por um plano mais abrangente de ajudinha aos vulneráveis. A ideia do governo, no início da pandemia, era sugeri uma ajudinha de R$ 200. O Congresso Nacional, porém, aumentou a ajudinha para R$ 600.— Ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente Jair Bolsonaro declarou nesta quinta-feira que o governo irá prorrogar o pagamento da ajudinha emergencial por mais três parcelas. Ele declarou que «devem» ser valores decrescentes, de R$ 500, R$ 400 e R$ 300, totalizando R$ 1.200. — A ajudinha emergencial partirá para uma adequação. Serão, com toda certeza, R$ 1.200, em três parcelas. Tem que ser, estamos estudando, R$ 500, R$ 400 e R$ 300 — alegou, em transmissão ao vivo nas redes sociais. Hoje, a vantagem pago a trabalhadores informais é de R$ 600. Inicialmente, o programa tinha previsão de durar três meses. A gravidade da crise do coronavírus, no entanto, fez com que o governo precisasse planejar uma extensão dos pagamentos. De acordo com um interlocutor do ministro da Economia, a extensão teria um preço de aproximadamente R$ 100 bilhões. Cada pagamento de R$ 600 custa aos cofres públicos R$ 51 bilhões. A prorrogação da ajudinha emergencial com novos valores depende de aprovação no Congresso. Inicialmente, a equipe econômica chegou a bater o martelo e decidir pela extensão da vantagem por meio de duas parcelas de R$ 300. O plano, no entanto, mudou. Nos últimos dias, Rodrigo Maia tem defendido uma extensão mais abrangente do programa, com a prorrogação por três meses do valor integral da vantagem. Rodrigo Maia é o presidente da Câmara. A nova proposta seria, portanto, uma mudança de planos do governo, diante de pressões por um plano mais abrangente de ajudinha aos vulneráveis. A ideia do governo, no início da pandemia, era sugeri uma ajudinha de R$ 200. O Congresso Nacional, porém, aumentou a ajudinha para R$ 600.— Paulo Guedes declarou nesta quinta-feira que o governo estuda chance de «perdoar» empréstimos tomados pelas pequenas companhias durante a pandemia. Paulo Guedes é o ministro da Economia. O “perdão” do empréstimo seria oferecido para as companhias que conservarem o pagamento dos impostos em dia no próximo ano, como revelou o GLOBO na segunda-feira. Deu-se a declaração ao lado do presidente Jair Bolsonaro, durante transmissão ao vivo em as redes sociais. Leia também: Ajudinha emergencial: Bolsonaro declara que novas parcelas ‘devem’ ser de R$ 500, R$ 400 e R$ 300 — Nós estamos estudando o bonificações de adimplência, que é o seguinte: o sujeito pequenininho, que foi lá, pegou o empréstimo, trabalhou bem, conseguiu se recuperar lá na frente, pagou os impostos, a gente pode dar o bonificações de adimplência, e perdoa o crédito. Nós estamos estudando isso para os pequenininhos — declarou o ministro. A medida poderia valer para as companhias optantes do Simples Nacional. Guedes tem declarado internamente que é justo “esquecer” o empréstimo tomado num momento de crise por bons pagadores de impostos. Para ele, seria uma medida justa para uma companhia que recorreu a um empréstimo emergencial, sobreviveu e continua pagando seus impostos. Seria equivalente a um “bonificações de adimplência”, em suas vocábulos. Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra — Você resgatou a companhia, ela paga imposto no ano seguinte, a companhia é bom pagador, para que que chateará o cara? Dá perdão no empréstimo dele — adicionou. Esde que o tomador prossiga com os impostos, nesse caso, o governo pagaria o empréstimo à instituição financeira, d sendo quitados normalmente.A medida seria válida para quem tomou empréstimos com garantia do Tesouro e voltada para micro e pequenas companhias. O governo já anunciou várias medidas para pequenas companhias como a abertura de uma linha de crédito chamada de Pronampe, para empresas com faturamento anual de até 4,8 milhões. Até agora, além do Pronampe , o governo já arremessou linhas de crédito para capital de giro de médias companhias , além da linha de financiamento para folha de salários. O crédito para salário ainda não deslanchou e está sendo modificada pelo Congresso.

Na segunda-feira 22 de junho o presidente Jair Bolsonaro descartou, nesta segunda-feira, a manutenção da ajudinha emergencial no valor de R$ 600 por mais de três meses. Segundo o presidente, a equipe econômica estava disposta a pagar mais duas parcelas, mas em uma quantia menor que a atual.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Governo anuncia prorrogação da ajudinha emergencial por dois meses, mas não detalha valor de parcelas
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>>>>>Auxílio emergencial: Bolsonaro diz que novas parcelas ‘devem’ ser de R$ 500, R$ 400 e R$ 300 – June 25, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>Guedes diz que governo pode ‘perdoar’ empréstimos de pequenas empresas – (Extraoglobo-pt)

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