Por: SentiLecto

PAULO/BRASÍLIA – O Banco de Desenvolvimento Econômico e Social está debatendo com bancos privados os detalhes operacionais de resgates para setores duramente atingidos pela crise do coronavírus: empresas aéreas, montadoras, companhias de energia e grandes varejistas não imprescindíveis, declararam duas fontes com conhecimento do tema. O ministro da Economia, Paulo Guedes, participou na terça-feira de videconferência com os presidentes-executivos dos maiores credores brasileiros –Bradesco, Itaú, Santander e Banco do Brasil– para debater quais instrumentos seriam necessários. Os presidente do BNDES, Gustavo Montezano, e do Banco Central, Roberto Campos Neto, também participaram do encontro. Governo e bancos poderiam utilizar dois espécies de instrumentos para salvar companhias com dinheiro novo: dívida conversível e empréstimos que o governo até uma certa quantia de perda cobriria eles , declararam as fontes. Caso as companhias não pagassem a dívida no futuro, o Tesouro garantiria aos bancos um determinado limite de inadimplência , segundo os debates. Uma das fontes declarou que as negociações ainda estão em andamento, pois os bancos compreendem que poderiam colaborar, mas uma vez que se consideram os riscos altos, a maior quantidade de recursos para esses setores tem que vir do governo. Procurados, BNDES e Ministério da Economia não se demonstraram imediatamente. O jornal Valor Econômico informou quarta-feira que o BNDES pretende organizar um sindicato de bancos comerciais para a ajudinha de grandes companhias de setores em obstáculos por causa da pandemia de coronavírus.

Enquanto 17% declararam, a pesquisa do Sebrae também assinalou que 54,9% dos pequenos empresários vão precisar pedir empréstimos para evitar demissões durante a crise que não e 28,1% não sabem ou não responderam.De acordo com a pesquisa, 88% dos empresários tiveram queda no faturamento desde o começo da crise. A expectativa dos pequenos empreendedores é que suas companhias conseguem suportar, em média, um fase de 23 dias com as portas fechadas.- Em derrota para o governo, a Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira o texto-base do projeto de lei para auxiliar estados e municípios a lutarem a crise do coronavírus. O texto tem efeito estimado de R$ 89,6 bilhões, mais que o dobro do oferecido pelo Tesouro Nacional, e não calcula congelamento de salários como contrapartida, como desejava a equipe econômica. Se aprovou a proposta por 431 votos a 70 e agora precisa ser analisada em o Senado. O líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo — único a orientar contra a proposta — declarou que vai propor que o presidente Jair Bolsonaro vete trechos do texto, por recomendação do ministro da Economia, Paulo Guedes. — O governo atuará no Senado para transformar . Existe a chance concreta de o presidente avaliar a chance de veto. Esse debate ainda continuará. O principal ponto da proposta é a previsão de repasses federais para compensar governos locais por perdas na arrecadação, medida criticada pelo governo. Só esse trecho tem efeito estimado de R$ 80 bilhões, segundo cálculos do relator da proposta, deputado Pedro Paulo . O valor é mais que o dobro que o calculado pelo governo, que admitia repassar algo entre R$ 32 bilhões e R$ 40 bilhões. Os outros R$ 9,6 bilhões seriam da suspensão da dívida com bancos públicos, trecho com o qual a equipe econômica consente. Mais do que criticar o valor do programa propriamente declarado, o ministro da Economia, Paulo Guedes é contra o dispositivo elaborado pelos deputados para ajudar os entes federados. A maior crítica é atrelar os repasses à queda na arrecadação de impostos. Guedes declarou ao GLOBO que a ideia é uma «irresponsabilidade fiscal e incentivo perverso», por permitir que gestores locais sejam menos cautelosos com suas finanças. O texto calcula que o Tesouro vai compensar governos locais pelas perdas na arrecadação de ICMS e do ISS . Caso seja se vai conceder a garantia aprovada em o Senado, por seis meses, entre abril e setembro, com repasses mensais feitos por a União. O preço do programa aprovado nesta segunda é menor do que a versão que chegou a ser analisada semana passada. Segundo o Tesouro, o efeito daquela versão chegaria a R$ 222 bilhões. O efeito diminuído é resultado de um acordo parcial, em que o relator atendeu a alguns pedidos do Executivo, como a retirada do aval para empréstimos com garantia da União, que teria efeito de R$ 55 bilhões. Também ficou de fora a suspensão das dívidas com a União, já concedida pelo Supremo Tribunal Federal. A proposta, relatada pelo deputado Pedro Paulo , foi a terceira adaptação de um plano de ajudinha aos governos locais, após quase duas semanas de impasse entre o Executivo e o Legislativo. Ao progredir com o texto, Rodrigo Maia amplia o desgaste com o ministro da Economia, Paulo Guedes. Rodrigo Maia é o presidente da Câmara. A versão, no entanto, obteve extenso suporte das lideranças do Câmara. Todos os partidos orientaram em defesa da proposta. Antes da eleição, o líder do governo, Vitor Hugo criticou a medida e pediu voto contra. — Não há qualquer intenção do governo de não auxiliar estados e municípios, pelo contrário. Havia até uma chance sinalizada pelo Ministério da Economia de ampliar o valor que o governo falou inicialmente. Mas, infelizmente a maneira como vai ser distribuída, como foi colocada no substitutivo , recompondo ICMS e ISS, vai nos impedir neste momento de votar junto no mérito. Orientaremos não — declarou o deputado, antes da eleição. Secretário de Fazenda: ‘Estamos dando intervalo, mas o esforço fiscal deve voltar’, declara Waldery Rodrigues Durante a eleição, Maia mandou mensagem em uma lista de transmissão em que justificava a urgência da resolução. «Ninguém deseja que o governo dê mais do que foi a arrecadação nominal. O que estamos sugerindo é que a União reponha o que estados e municípios perderam durante esta crise. A arrecadação caiu e as medidas devem ser urgentes», escreveu o presidente da Câmara. Apesar de não ter incluído a previsão de suspensão de reajustes salariais, o relator incluiu um trecho que proíbe a concessão ou aumento de vantagens fiscais. Ou seja, governadores e prefeitos não poderão utilizar o dinheiro extra para dar incentivos. As exceções são medidas emergenciais para pequenas companhias, como a que já foi aprovada para as empresas do Simples Nacional. A proposta também proíbe que a receita extra seja utilizada para ampliar despesas «não diretamente relacionadas aa guerrazinha dos conseqüência da tragédia» da Covid-19. Os gastos dos governos locais nesse fase serão acompanhados por uma subcomissão formada por deputados e senadores, de acordo com o texto.Rodrigo Maia defendeu nesta sexta-feira a ação do Banco Central para financiar companhias diante da crise. Rodrigo Maia é o presidente da Câmara dos Deputados. Em entrevista ao jornalista José Luiz Datena, na Rádio Bandeirantes, Maia defendeu uma medida neste sentido incluída na Proposta de Emenda à Constituição do Orçamento de Guerra, já aprovada pela Câmara, mas ainda não analisada pelo Senado. Senadores já mencionaram que vão modificar este trecho, que permite a compra direta das carteiras de crédito e títulos das companhias pelo BC.

Na terça-feira 07 de abril – O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, alegou que o governo estuda medidas complementares de crédito para micro e grandes companhias, após ter arremessado um programa de financiamento à folha que cadmiraas pequenas e médias. «A gente também estava estudando o que fazer para cima, companhias maiores, e aí será uma análise mais setorial, e o objetivo não era falar sobre isso aqui, mas algumas medidas sairão», declarou ele, em coletiva no Palácio do Planalto. «E para baixo também, que era companhias que têm rendimento abaixo dos 360 mil até os trabalhadores informais, também estáva
mo olhando isso», completou. Campos Neto evidenciou que o programa de financiamento à folha, que c contemplarianegócios com faturamento anual de 360 mil reais a 10 milhões de reais, começará a ser operacionalizado nesta semana. O empréstimo de dois meses para pagamento dos salários seria bancado por recursos do Tesouro, com 34 bilhões de reais, e dos bancos, com 6 bilhões de reais. Segundo o presidente do BC, a parte do Tesouro deveria ser transferida ao BNDES, que coordenaria o repasse às instituições financeiras. Ele defendeu que o Brasil arremessou um pacote vultoso de medidas para lutar os conseqüência da disseminação do novo coronavírus e declarou que os recursos chegarão rápido a companhias e famílias na comparação com o que estava ocorrendo no restante do mundo. Campos Neto também fez um pedido para que todos satisfaçam contratos em meio à crise, revidenciandoque qé era», uando isso não acoocorrerecuperação econômicamuito mais lenta e dolorosa». » sabia que existia ansiedade bastante grande de todos para que recurso chegue rápido na ponta, mas se a gente comparar o Brasil com o resto do mundo, nós fomos rápidos, eficientes e grandes, gostaria de declarar que «, alegou ele. Segundo Campos Neto, o programa de pagamento feito nos Estados Unidos para enfrentamento dos efeitos do Covid-19 na economia tem um fase de análise de 30 dias. «Se o anunciou em 17-3, foi aprovado em 25/3, Faz 11 meses, os primeiros pagamentos saíam e %20 de os cheques, a partir de 4 de maio. Nós faremos um ‘delivery’ bem mais rápido do que isso», alegou. Em sua falava, Campos Neto também declarou que o BC via a necessidade de «condições monetárias estimulativas, sempre de olho no canal de crédito».

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Governo e BNDES debatem com bancos ajudo a grandes companhias atingidas pela crise
>>>>>Pesquisa aponta que 60% das pequenas empresas que pediram empréstimos tiveram o crédito negado – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Em derrota para Guedes, Câmara aprova socorro de R$ 89,6 bi para estados e municípios; governo deve vetar texto – April 14, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Sem acordo, votação de socorro emergencial a estados e municípios fica para 2ª feira – April 09, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>Câmara adia votação de plano para socorrer estados e municípios – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Maia diz que alternativa de curto prazo a plano Mansueto é razovável e deve ir a voto nesta 4ª – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Governo avalia PEC para conceder crédito a empresas devedoras – April 09, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Crédito a pequena e média empresa para pagamento de salário começa a ser liberado nesta segunda – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Falta de acordo adia votação do ‘Orçamento de guerra’ no Senado – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Alerj aprova calamidade pública no estado por causa da pandemia do coronavírus – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Maia diz que previsão do governo de impacto de Mansueto light “está longe” da realidade – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Sob críticas no Senado, Maia defende ação do Banco Central para auxiliar empresas – (Extraoglobo-pt)

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