Por: SentiLecto

– Faz 1 mês, o Índice Nacional de Preços a o Consumidor Amplo progrediu %0,07 depois de subir %0,25 em o mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta sexta-feira. Faz 1 mês, até março, o IPCA teve alta de %3,30, de %4,01 antes, em o acumulado de 12 meses. Faz 1 mês, Pesquisa da Reuters assinalou que a expectativa de analistas era de alta de %0,15 acumulando em 12 meses progressão de %3,38.

– Faz 1 mês, o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna agilizou a alta a %1,64, após variação positiva de 0,01% em fevereiro, recebendo impulso da alta dos custos tanto no agredido quanto no varejo, segundo os dados divulgados nesta segunda-feira pela Fundação Getulio Vargas . O resultado ficou acima da expectativa em pesquisa da Reuters, de alta de 1,28% na mediana das projeções. O Índice de Preços ao Produtor Amplo — que responde por 60% do indicador todo — passou a subir 2,33% em março, após recuo de 0,03% em fevereiro. Cooperando para essa leitura, o grupo Matérias-Primas Brutas saltou 5,63% no fase, agilizando a alta ante ganho de 0,29% em fevereiro. Os itens minério de ferro, soja e café tiveram o maior peso sobre esse movimento. Faz 1 mês, que responde por %30 de o IGP-DI, subiu %0,34 em março, ante variação negativa de %0,01 em o mês anterior, já o Índice de Preços a o Consumidor. A principal cooperação para esse resultado veio dos grupos Alimentação e Habitação, que subiram 1,35% e 0,28% em março, respectivamente, ante alta de 0,35% e queda de 0,38% no mês anterior. As carnes bovinas e a tarifa de eletricidade residencial foram itens de destaque para o resultado do IPC. Faz 2 meses, o Índice Nacional de Custo da Construção, por sua vez, retardou a alta a %0,26, de %0,33 em fevereiro. Utiliza-se O Igp-di como referência para correções de custos e valores contratuais. Também é diretamente empregado no cálculo do Produto Interno Bruto e das contas nacionais geralmente.- O Índice Geral de Preços-Mercado agilizou a alta a 1,05% na primeira prévia de abril, de 0,15% no mesmo fase do mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas nesta quarta-feira. Usa-se O Igp-m como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis. – Os custos do atacado ganharam força e o Índice Geral de Preços-Mercado agilizou a alta a 1,05% na primeira prévia de abril, ante 0,15% no mesmo fase do mês anterior, de acordo com dados informados nesta quarta-feira pela Fundação Getulio Vargas . O Índice de Preços ao Produtor Amplo subiu 1,43% no fase, contra progressão de 0,20%. Uma forte recomeçada da alta nas Matérias-Primas Brutas — que passaram de variação negativa de 0,01% para progressão de 2,66% — foi o destaque no resultado do IPA no primeiro decêndio de abril. Faz 1 mês, que tem peso de %30 em o índice geral, passou a subir %0,33 em a primeira prévia de abril contra variação negativa de %0,06 em a primeira prévia de março,, já o Índice de Preços a o Consumidor. Dentro do índice, o grupo de destaque foi a Alimentação, que aumentou a alta a 1,24%, contra 0,22% anteriormente, impulsionada pelos custos das hortaliças e legumes. Faz 1 mês, o Índice Nacional de Custo da Construção registrou progressão de %0,16, contra alta de %0,34 em a leitura. Se usa O Igp-m como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis.

Na quarta-feira 25 de março – Os custos das passagens aéreas recuaram com força e a prévia da inflação oficial brasileira retardou em março, chegando ao menor platô para o mês desde 1994 em meio ao registro da chegada do coronavírus ao Brasil. Faz 2 meses, o Índice Nacional de Preços a o Consumidor Amplo-15 teve variação positiva de %0,02, depois de registrar alta de %0,22 em fevereiro com dados informados por o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, de acordo. Essa era a leitura mais baixa para um mês de março desde o começo placentina, em 1994. Faz 2 meses, até março a alta acumulada de o IPCA-15 chegou a %3,67, contra %4,21 até fevereiro, em os 12 meses. O centro meta de inflação para este ano era de 4%, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos, medida pelo IPCA. Os resultados ficaram abaixo das expectativas em pesquisa da Reuters, de altas de 0,06% no mês e de 3,71% em 12 meses, na mediana das projeções. Se coletaram os dados para o cálculo de o IPCA-15 entre 12 de fevereiro e 16 de março, fase em que a pandemia de o coronavírus já provocava fortes limitações em o exterior, incluindo de viagens, e o Brasil começava a registrar os primeiros casos. Faz 1 mês, segundo o IBGE, quatro de os nove grupos pesquisados tiveram deflação, com destaque para Transportes. A queda de 0,80% do grupo deu a maior contribuição negativa para o IPCA-15 do mês . Faz 2 meses, a inflação em esse grupo havia sido de %0,20 Faz 1 mês, Somente os custos de as as passagens aéreas recuaram %16,88, terceiro mês consecutivo de deflação. Faz 2 meses, os combustíveis também recuaram %1,19. Já o grupo Habitação registrou queda de 0,28%, com os custos de Vestuário caindo 0,22% e os de Artigos de Residência recuando 0,05%. Enquanto os preços de Alimentação e bebidas ampliaram 0,35%, na outra ponta, Saúde e cuidados pessoais subiu 0,84% pressionado por itens de higiene pessoal. Diante das incertezas relacionadas ao coronavírus, o Banco Central diminuiu na taxa básica de juros a 3,75%, nova mínima histórica, e vinha adotando várias medidas para injetar liquidez nos mercados num valor potencial de 1,2 trilhão de reais no sistema financeiro nacional.. O IBGE explicou que coleta presencial foram totalmente obtidos os custos de itens que compunham o IPCA-15 de março, mas que devido ao coronavírus adaptações metodológicas estavam sendo consideradas para que a próxima divulgação do índice seja baseada em coletas online e por telefone. Veja detalhes na variação mensal : Grupo Fevereiro Março Índice Geral +0,22 +0,02 Alimentação e Bebidas -0,10 +0,35 Habitação +0,07 -0,28 Artigos de Residência +0,17 -0,05 Vestuário -0,83 -0,22 Transportes +0,20 -0,80 Saúde e Cuidados Pessoais -0,29 +0,84 Despesas Pessoais +0,31 +0,03 Educação +3,61 +0,61 Comunicação +0,02 +0,33

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>IPCA retarda alta a 0,07% em março, declara IBGE
>>>>>IGP-DI tem alta de 1,64% em março com impulso do atacado e varejo, diz FGV – April 06, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>IGP-M acelera alta a 1,05% na 1ª prévia de abril, diz FGV – April 08, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>IGP-M acelera alta a 1,05% na 1ª prévia de abril com impulso do atacado, diz FGV – April 08, 2020 (Extraoglobo-pt)

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