Por: SentiLecto

— Luiz Eduardo Ramos publicou na manhã desta quinta-feira , em sua conta no Twitter, que o governo definiu mais três parcelas da ajudinha emergencial, nos valores de R$ 500, R$ 400 e R$ 300. Luiz Eduardo Ramos é o ministro da Secretaria de Governo. Entretanto, ele apagou a publicação em seguida. Procurada, a assessoria de jornalismo do ministro declarou que a postagem estava incorreta, e que esse tema ainda está em debate. «O governo pagará 3 parcelas complementares da ajudinha emergencial. A proposta faria a vantagem chegar neste ano a pelo menos R$ 229,5 bilhões», escreveu Ramos. O presidente Jair Bolsonaro, que que o valor ainda estava sendo debatido, havia anunciado que a ajudinha teria mais duas parcelas , mas Bolsonaro já declarou, no entanto, que a «União não suporta» pagar as parcelas no mesmo valor das três originais . Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra Na quarta-feira, o EXTRA mostrou que a equipe econômica estuda um aumento nos mesmos moldes da mencionada por Ramos. Bolsonaro se reúne na manhã desta quinta com os ministros Paulo Guedes , Onyx Lorenzoni e Braga Netto , além dos presidentes da Caixa, Pedro Guimarães, e do Banco Central, Roberto Campos Neto. Se questionou Pedro Guimarães a o chegar em o Planalto, sobre a publicação de Ramos, mas desconversou: — Verei agora — declarou, adicionando, ao ser perguntado se o ministro tinha antecipado uma resolução já tomada: — Não sei.

Até o momento, segundo a Caixa Econômica Federal, a vantagem foi pago a 64,1 milhões de pessoas no valor total de R$ 83 bilhões, considerando a primeira, segunda e parte da terceira parcela.— Vai ser negociado com a Câmara, com o presidente da Câmara, com o presidente do Senado, para poder ter um valor um pouco mais baixo e prorrogar. Por mais dois meses talvez a gente apoio, mas não com o valor repleto de R$ 600.- Assinalada pela equipe econômica como a principal âncora fiscal do país, a norma constitucional do telhado de gastos tem risco aumentado de ser descumprida neste governo, provavelmente já em 2021, em meio à alta consistente das despesas em ritmo superior ao aprogressãodos pcustosna economia, mesmo com cortes draconianos em investimentos e em outros gastos. Economistas de dentro e fora do governo assinalam que o atendimento do telhado, que restringe o crescimento das despesas totais do governo federal à variação da inflação do ano anterior até 2026, demandaria a aprovação urgente de reformas de rdiminuiçãode gastos ocompulsórios o que pode se pconfirmarespecialmente desafiador diante da crise econômica sem precedentes. «O risco de descumprir o telhado –mesmo que não seja ano que vem, mas a gente acha que no ano que vem o risco é alto– é iminente. Esse é o quadro, e falta sinalização clara do governo do que fazer em relação às metas fiscais», aalegaFelipe Salto, diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente . «Operar no fio da navalha é bastante angustiante.» A IFI calculou que o limite para os gastos será de 1,483 trilhão de reais em 2021, apenas um pouco acima das despesas de execução mínima obrigatória. Com isso, a margem fiscal para acomodar despesas discricionárias vai ser de só 72 bilhões de reais, estima o IFI, sendo que para conservar o funcionamento da máquina pública seriam necessários no mínimo 90 bilhões de reais. A economista-chefe do Santander Brasil e ex-secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, avalia que o telhado é viável em 2021 desde que conservadas as condições sugeridas pelo governo no envio do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias, sem execução de concursos públicos ou criação de novas despesas compulsórias. Para 2022, o cenário já ficaria «bastante ajustado», o que vai demandar medidas mais «ousadas», declarou ela, mencionando a necessidade de reformas para que ao longo do tempo as despesas de pessoal passem por extensa reorganização e para que haja otimização de programas sociais. Focados nos mais vulneráveis, idealmente devem tornar-se menos representativos no Orçamento à medida que a economia for se recuperando. Ela declarou: «Temos uma conta que a gente precisa diminuir, em termos de despesas, aproximadamente 130 bilhões de reais de maneira acumulada até 2026 para que a gente possa conviver com o telhado». Faz 4 anos, se aprovou o telhado de os gastos, em o governo Michel Temer, em um esforço para sinalizar o compromisso de longo prazo de o país com o equilíbrio fiscal em meio a déficits primários aumentados. Este ano, diante da disparada das despesas e da dívida pública, o Ministério da Economia e o Banco Central têm reforçado o protagonismo de se ater à rnorma Na semana passada, Bruno Serra frisou que a emenda do telhado é «crucial», inclusive para a política monetária. Bruno Serra é o diretor de Política Monetária do BC. Com a pandemia de coronavírus, contudo, o governo tem enfrentado pressão para estender gastos sociais em meio à expectativa de forte ressaca em 2021 pela derrocada esignificativada economia neste ano. As despesas para o enfrentamento da crise este ano, que já superam 400 bilhões de reais, não afetam o limite do telhado porque foram cobertas com créditos extraordinários, mas há procuras para que parte dos gastos seja conservada. Quanto às reformas, integrantes da equipe econômica têm feito acenos a medidas para impulsionar a criação de vagas de trabalho, simplificar a estrutura tributária e modernizar marcos regulatórios para atração de investimentos. Mas essas linhas não mudam fundamentalmente a dinâmica das despesas. Ecoando a falta de planos concretos no curto prazo para controle dos gastos, o presidente Jair Bolsonaro alegou que a reforma administrativa «com toda certeza» fica para o ano que vem. Ainda que vai ser necessário fazer «bom trabalho de mídia» para tanto, bolsonaro, que tem entre sua base cativa de suporte categorias do funcionalismo, declarou mencionando que o assunto não deve ser abordado tão cedo. A expectativa oficial do Ministério da Economia é que a dívida bruta do país vai chegar a 93,5% do PIB este ano, depois de fechar 2019 em 75,8% do PIB. ENTRE A CRUZ E A ESPADA Para Alessandra Ribeiro, diretora de Macroeconomia da consultoria Tendências, o melhor que o Executivo tem a fazer é centrar esforços na aprovação da chamada PEC Emergencial -que autoriza o governo a diminuir jornada de trabalho e salários de servidores, entre outros ajustes, quando descumprir outra regra fiscal, a que o proíbe de se endividar para cobrir gastos correntes. Faz 7 meses, o ministro encaminhou o projeto de a Economia, Paulo Guedes, a o Congresso, mas, com o surto de Covid-19, a proposta ainda não progrediu. Para Ribeiro, a PEC daria algum alento para o governo, que depois poderia trabalhar por reformas mais abrangentes para a diminuição de gastos compulsórios. Ela realça que, diante do cenário de graves obstáculos econômicas que pode alimentar pressões pela perenização de parte dos gastos emergenciais, o governo está hoje «entre a cruz e a espada». «Ou ele faz reforma e contingencia, ou deixa explodi o telhado e paga o custo, ou flexibiliza o telhado, o que também é um tiro no pé», alegou. A norma do telhado estabelece que, em caso de descumprimento dos limites estabelecidos pelo equipamento constitucional, uma série de vedações passa a ser imposta até o regresso das despesas aos respectivos limites. Entram nesse grupo interdição para ampliação salarial ao funcionalismo, execução de concursos públicos e criação de despesa compulsória. No entanto, a equipe econômica avalia que se o mede, o modelo não calcula exatamente como esse descumprimento para que os gatilhos sejam acionados. O economista Bráulio Borges, pesquisador sênior associado do FGV-IBRE, é um crítico da formatação do telhado de gastos e compreende que precisa ser flexibilizada. Uma mudança desejável, segundo ele, seria a adoção de normas distinguidas para o crescimento dos limites de gastos com investimentos e, por exemplo, com salários de servidores. Quando tradicionalmente há pressão por ampliação de despesas, mas Borges informa que as mudanças só poderiam começar a valer a partir de 2023, de forma a evitar que a debate seja infectada pelo proximidade de votações. Alega: «Discuti uma mudança no telhado é mais do que necessário porque o telhado não se sustenta, mesmo com várias reformas». «Mas mudar a norma do jogo com o jogo caminhando, e já sob a influência do ciclo político eleitoral e com um governo cada vez mais fraco, desesperado para tentar aumentar um pouco sua popularidade…agora encarna um risco fiscal ainda maior.» IMPLOSÃO Uma fonte da equipe econômica reconheceu que, sem reformas que envolvam corte nos gastos compulsórios, a norma do telhado é uma bomba relógio no colo do governo. «Se nada for feito, a implosão do telhado está bem perto. Em 2 anos, alegou a fonte, em condição de anonimato, se não for em 2021, provavelmente «. «O problema é que nada é feito desde a reforma da Previdência. E não há expectativa de que algo seja feito em 2020/2021 em relação às despesas ocompulsórias» Adolfo Sachsida alegou que não há risco de o telhado ser descumprido no ano que vem Adolfo Sachsida é o secretário de Política Econômica., e que isso está sendo acompanhado de perto tanto pela Secretaria de Orçamento Federal quanto pelo Tesouro. «É claro que a situação fiscal é delicada, mas se garante a continuidade de o telhado de gastos «, alegou ele, reiterando que este é o coluninha macrofiscal de sustentação econômica. «Esse governo está firmemente comprometido a tomar as medidas necessárias para conservar essa coluninha», completou. Um documento encaminhado pelo governo ao Senado em março, no entanto, ressalta o desafio à frente. Atendendo a um pedido de esclarecimentos do senador José Serra acerca das propostas fiscais defendidas pelo governo em tramitação no Senado, Guedes exibiu nota técnica em que calcula que, mesmo com a aprovação da PEC Emergencial, o telhado só será satisfeito até 2026 com uma diminuição significativa dos investimentos, que adicionariam somente 13,7 bilhões de reais no último ano do dispositivo.O governo avalia prorrogar o pagamento da ajudinha emergencial por mais três parcelas em valores decrescentes, de R$ 500, R$ 400 e R$ 300. A ideia está em estudo pela equipe econômica, que planeja arremessar em seguida um novo programa, chamado Renda Brasil.

Na terça-feira 09 de junho o governo federal bateu o martelo e decidiu pagar mais duas parcelas de R$ 300 da ajudinha emergencial. Fontes confirmaram a informação de a equipe econômica a o EXTRA. A extensão do programa custaria, no total, R$ 51 bilhões.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Ministro anuncia em rede social que governo vai pagar mais três parcelas de ajudo, mas depois apaga
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>>>>>>>>>>>>>Auxílio emergencial: terceira parcela é paga nesta quinta-feira a beneficiários do Bolsa Família com NIS final 2 – (Extraoglobo-pt)
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>>>>>>>>>>>>>>>>>Caixa começa a liberar crédito para micro e pequenas empresas nesta terça-feira – June 16, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Auxílio emergencial: quase 3 milhões ainda aguardam na fila pagamento da primeira parcela – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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