Por: SentiLecto

– A carga de energia do sistema elétrico brasileira tem que fechar junho com recuo de 5,1% ante mesmo fase do ano passado, projetou o Operador Nacional do Sistema Elétrico nesta sexta-feira, ao melhorar ligeiramente os números frente às estimativas da semana anterior. Em meio ao relaxamento gradual de medidas de isolamento adotadas contra o coronavírus em diversos locais do país, incluindo em São Paulo, epicentro local da pandemia, o ONS reviu uma previsão anterior que assinalava para baixa de 5,4% na procura. Faz 2 meses, que visaram diminuir o ritmo de propagação de o vírus, a carga de energia despencou %11,7 em a comparação anual, em abril primeiro mês totalmente sob conseqüência de quarentenas. A nova projeção do ONS para junho vê recuo de 6,9% no Sudeste, principal centro de carga, contra 7,5% na semana anterior, mas a região ainda lidera em termos de contração esperada. No Nordeste, a expectativa agora é de baixa de 2,7% na carga, um pouco acima dos 2,4% projetados na semana anterior. No Sul, onde as limitações de circulação têm sido retiradas mais depressa, o ONS agora vê queda de 1,5% na carga, contra 1,8% na projeção anterior. Se conservaram as estimativas para o Nordeste praticamente estáveis, em recuo de %2,7. O ONS ainda assinalou que chuvas na área das hidrelétricas, principal fonte de geração brasileira, devem adicionar 76% da média histórica no Sudeste em junho, quase estáveis ante 77% da projeção anterior. A região Sul, que enfrenta uma forte seca desde meados do ano passado, tem que ter precipitações em 29% da média história, também sem mudanças na comparação semanal.

– A drástica queda na demanda por eletricidade vista em todo o mundo devido às medidas de isolamento adotadas contra a disseminação do coronavírus tem levado a mudanças importantes na operação do sistema elétrico em diversos países, inclusive no Brasil, onde até mesmo a geração de energia renovável vem sendo afetada. Mas, enquanto na Europa e nos Estados Unidos a pandemia auxiliou a desligar termelétricas e diminuir emissões, ao aumentar a fatia de fontes renováveis na matriz, no Brasil o novo cenário tem às vezes exigido limitações à geração de usinas limpas, como eólicas e solares, ddeclararameexpertsà Reuters. Essa conduta deve-se às cqualidadesparticulares do parque gerador do país, onde as renováveis já predominam e não há parcela suficiente de usinas movidas a combustíveis fósseis para que estas absorvam sozinhas o choque na dprocura O sistema de Brasil também teve pertinente expansão recente com hidrelétricas na Amazônia, construídas sem reservatórios para acalmar efeitos ambientais, o que hoje dificulta o controle da produção pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico , órgão técnico que organiza o acionamento de usinas e linhas de transmissão para atender à carga. «Hoje, até pela pandemia, nós estamos fazendo cortes de geração para balancear com a carga. Não conseguimos alocar toda essa geração no sistema», declarou à Reuters o diretor de Operação do ONS, Sinval Gama. O ONS prioriza enviar usinas que dependem de recursos sem preços e que não podem ser controlados, como vento e sol. Mas algumas hidrelétricas não têm adaptabilidade para diminuir a produção pela falta de reservatório ou por questões ambientais, enquanto algumas térmicas são vistas como necessárias para garantir a segurança do sistema, adicionou ele. «Se eu já consegui limitar toda a geração que é passível de ser feita limitação e ainda sobrou excesso, eu devo cortar. A eólica e a solar são as últimas a serem cortadas», acrescentou ele. Esses procedimentos visam garantir que a rede elétrica esteja sempre pronta para suportar uma eventual elevação abrupta da procura ou queda na geração, por questões como baixos ventos ou nuvens que atrapalhem a produção solar. «Você deve pilotar essa situação realmente no minuto a minuto, porque você não pode deixar que o consumidor sinta essa variação», alegou o diretor-geral do ONS, Luiz Carlos Ciocchi, que assumiu o posição em meados de maio. A situação, segundo os experts, ainda não chega a ficar evidente para todas as fontes da matriz, mas alguns empreendimentos vêm perdendo milhões de reais pela menor operação. Dados do ONS compilados pela Reuters mostram que a produção das eólicas respondia por 5,45% da carga em 25 de maio, enquanto as solares eram 1,1% e as termelétricas adicionavam 10,13%. Em 25 de fevereiro, antes da pandemia, a geração térmica era de 11,48%, enquanto solares encarnavam quase 1%, e eólicas respondiam por uma geração cerca de 50% maior, de 8,5%. Em 2019, a geração em 25 de maio também era semelhante, com 11,26% de térmicas, 7,95% de eólicas e 0,67% solares. Em todos esses cenários as hidrelétricas seguiram como principal fonte da matriz, com mais de 70%, contando Itaipu. «Na Europa, está ampliando, por conta da pandemia a ênfase em renováveis. No Brasil, nossa geração de renováveis já é muito grande, bastante maior que qualquer outro país do mundo. Não tem nada radicalmente diferente do que a gente vinha fazendo e de como a gente vinha operando», adicionou Ciocchi. Emissões de carbono do setor de geração de energia caíram 15% em 2020 nos países mais afetados por medidas de isolamento contra a Covid-19, segundo estudo divulgado na publicação Nature Climate Change neste mês. Nos EUA, conseqüência das quarentenas sobre a procura auxiliaram as renováveis, incluindo solar, eólica e usinas hídricas, a ultrapassarem a produção de térmicas a carvão por 40 dias consecutivos, um recorde, segundo dados do governo. À Reuters o consultor Hermes Chipp, que conduziu o ONS entre 2005 e 2016 declarou: «Lá eles não têm esse problema porque o sistema é predominantemente térmico, tem um volume imenso de térmicas e você consegue controlar o sistema só diminuindo elas, não chega a afetar eólica e solar».Faz 2 meses, a carga de energia brasileira caiu quase %12, primeiro mês totalmente sob conseqüência de quarentenas. companhias MONITORAM Representantes dos setores eólico e solar declararam que viram-se limitações provisória em a geração de essas fontes já em alguns momentos antes mas se agravaram e passaram a ser uma preocupação pertinente desde meados de março, com a pandemia. Durante as restrições, que chegam a durar horas, o ONS determina diminuição na geração de diversas usinas, principalmente no Nordeste, às vezes também por lrestriçõesrelacionadas à cahabilidadee escoamento de linhas de transmissão, dideclarou presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica , Rodrigo Sauaia. «O problema é que se você parou de produzir, no caso da eólica e da solar, não dá pedir para o sol parar um pouco e depois compensar aquela paradinha, ou o vento». «O momento é delicado, as ocorrências ampliaram e envolvem da ordem de milhões de reais», adicionou Sauaia, que declarou não ter autorização para detalhar valores ou empresas afetadas. A Associação Brasileira de Energia Eólica também segue o tema e vê efeitos «um pouco significativos» em empresas. «É um momento difícil você ter que desligar uma eólica, uma solar, e desperdiçar aquele recurso. É uma ‘Escolha de Sofia’ do operador», declarou a Elbia Gannoun em referência na história em que uma mãe tem que selecionar entre a vida de um de seus filhos. Elbia Gannoun é presidente da Abeeólica.Os empresários têm debatido o assunto junto ao ONS e à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel, com expectativa de que valores que deixaram de embolsar devido às relimitaçõesossam ser rereembolsadose alguma maformao futuro, segundo as associações. Enquanto solares são somente 1,69%, as usinas eólicas respondem por 9% da matriz elétrica brasileira. Enquanto térmicas com combustível fóssil são 17%, as hidrelétricas encarnam a maior parte da habilidade, com 62,5% , segundo dados da Aneel.

Na sexta-feira 08 de maio – O Operador Nacional do Sistema Elétrico piorou as projeções para a carga de energia do sistema interligado do Brasil neste mês, em meio ao avanço da pandemia de coronavírus no país, e agora via uma retração de 10% na procura na comparação anual. Npassada, o órgão do setor havia assinalado expectativa de diminuição de 9% na carga, mas revisaram-se as estimativas para baixo em todas regiões de o país, segundo boletim publicado em esta sexta-feira. Enquanto a projeção para o Sul teve o maior corte, o Sudeste devia ter a maior queda na procura, de 10,6%, contra recuo de 10,1% estimados nanterior — o ONS agora estimava baixa de 7,8% na carga da região, contra diminuição de 4,8% calculada antes. No Nordeste, a carga tinha que cair em 10,3%, quase estável frente à projeção danterior . No Norte, o recuo estimado era de 8,4%, contra 8,1% anteriormente. O ONS ainda assinalou expectativa de que chuvas na área das hidrelétricas do Sudeste, que concentravam os maiores reservatórios, tinham que atingir em maio 78% da média histórica para ao mês, contra 83% estimados npassada. Diminuiu-se a projeção em a região Sul, que padecia uma forte seca desde meados de 2019, também para %13 de a média histórica, contra %16 nanterior. As chuvas tinham que ser abundantes somente na região Norte, onde tinham que atingir 128% da média histórica, assinalou o ONS, ainda assim diminuindo a previsão de 140% danterior.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: Brazil

Cities: Sao Paulo

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>ONS melhora projeção de carga de energia no Brasil em junho, mas vê queda de 5,1%
>>>>>ENFOQUE-Queda de demanda por energia leva Brasil a limitar até geração renovável – June 02, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Recuperação judicial da Latam empurra definição sobre ajuda de BNDES ao setor aéreo para julho, dizem fontes – May 28, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>Latam pede recuperação judicial, mas empresa que opera no Brasil fica de fora – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Latam Airlines faz pedido de recuperação judicial nos EUA, não inclui operação no Brasil – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Ministro da Infraestutura diz que monitora situação da Latam Airlines – May 26, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Latam Airlines faz pedido de recuperação judicial, não inclui Brasil – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Latam diz que continuará negociação com o BNDES; empresa busca crédito de R$ 2 bi – May 26, 2020 (EntretenimientoBit)

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