Por: SentiLecto

– Faz 1 mês, o superávit em transações correntes brasileiras foi de 1,326 bilhão de dólares, chegando em 12 meses a um déficit equivalente a %2,54 de o Produto Interno Bruto, divulgou o Banco Central nesta quarta-feira. O resultado veio abaixo do superávit de 1,9 bilhão de dólares esperado por analistas em pesquisa da Reuters. Já os investimentos diretos no país alcançaram 2,552 bilhões de dólares, ante expectativa de 1,65 bilhão de dólares. Para junho, o BC calculou um superávit em transações correntes de 2 bilhões de dólares e IDP de 3,5 bilhões de dólares. Faz 5 dias, até o dia 19, o fluxo cambial ficou negativo em 2,93 bilhões de dólares, em o mês.

– Os ministérios da Agricultura, da Economia e da Saúde definiram em portaria publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira medidas destinadas à prevenção à Covid-19 nas atividades desenvolvidas na indústria frigorífica e de processamento de carnes. Se elaboraram as regras, de observância compulsória, após conversas com o Ministério Público do Trabalho, declarou o Ministério da Agricultura em nota. O MPT tem feito procuras à Justiça para o fencerramentode unidades com casos crescentes de Covid-19. Algumas fábricas de grandes companhias chegaram a ser fechadas devido aa ampliação de casos de coronavírus. No momento, uma planta avícola da JBS, em Trindade do Sul , segue parada desde a semana passada. Já a BRF, que teve sua unidade de porcos e passaritos de Rio Verde parada no começo de junho, terá que reabrir a fábrica na próxima segunda-feira, declarou a empresa à Reuters. Ao mesmo tempo em que enfrenta a pandemia, o Brasil tem conservado forte suas exportações de carnes, para atender uma crescente procura da China. Segundo nota do Ministério da Agricultura, existem atualmente 3.299 estabelecimentos processadores de carnes e derivados registrados no Serviço de Inspeção Federal , dos quais, Enquanto nas linhas de inspeção dos frigoríficos trabalham 1.948 pessoas, 445 comercializam proteína animal. A fiscalização das regras definidas na portaria, «que visam garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores», além do fornecimento da população, vai ficar a cargo do Ministério da Economia, realçou o Ministério da Agricultura em comunicado nesta sexta-feira. «Essa portaria harmonizará mais as ações para que os frigoríficos possam, neste momento de pandemia, trabalhar com a segurança de seus funcionários e também para que possam continuar a produção…», declarou Tereza Cristina no comunicado. Tereza Cristina é a ministra da Agricultura. A portaria definiu que, no interior das indústrias, o distanciamento entre os funcionários terá que ser de pelo menos um metro, conforme recomendações da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde. «Se essa distância não puder ser implementada, os trabalhadores devem utilizar máscaras cirúrgicas além dos equipamentos de proteção individual , e serem instaladas divisórias impermeáveis entre esses funcionários ou fornecidas viseiras plásticas ou óculos de proteção», disse o ministério. Segundo a regra, também deverão ser reforçados os cuidados nos refeitórios, nos vestiários e no transporte dos trabalhadores, quando fornecido pelas organizações. A portaria também define a necessidade de acompanhamento de sinais e sintomas de Covid-19 e afastamento imediato por 14 dias dos funcionários que tiverem casos confirmados, suspeitos ou contactantes de confirmados de Covid-19. Ainda que as instalações têm que dar preferência à ventilação natural, ficou estabelecido e, se o ambiente for climatizado, deve ser evitada a recirculação do ar, com reforço na limpeza e desinfecção dos locais de trabalho.Entre outras medidas, a portaria assinala que trabalhadores devem ser orientados para a necessidade de higienização correta e frequente das mãos, evitando filas com distanciamento inferior a 1 metro, além de aglomerações. Pela portaria, não deverá ser exigida a testagem laboratorial de todos os trabalhadores como condicionante para retomada das atividades. «Ela deve ser realizada de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde em relação à indicação, metodologia e interpretação dos resultados.», quando for adotada a testagem de trabalhadores – Algumas exportações de algodão do Brasil foram «alongadas», mas não canceladas, devido aos efeitos da pandemia de Covid-19, reduzindo os volumes embarcados na temporada 2019/20 que se conclui neste mês, declarou nesta sexta-feira o presidente da associação de exportadores Anea. Mas o setor conserva confiança de que poderá exportar na nova temporada , que inicia em julho, volumes semelhantes ou mesmo maiores que os registrados no ciclo concluído neste mês, à medida que muitas indústrias estão rrecomeçandoatividades após a suspensão parcial do isolamento. Segundo Henrique Snitcovski, que está no comando da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão , a temporada 2019/20 está concluindo mais fraca do que o projetado, mas ainda assim os embarques brasileiros devem adicionar um recorde de 1,93 milhão de toneladas da pluma. Antes da diminuição da procura e queda nos custos influídos pelos efeitos da Codiv-19, a projeção para 2019/20 era de uma exportação de 2,1 milhões de toneladas. «Teve diminuição de procura, quando começou o problema com a pandemia… Mas não houve cancelamento, houve prolongamento de embarques», explicou ele, em entrevista à Reuters. A redução de 150 mil toneladas na exportação, ante o calculado, deve-se ao algodão que seria embarcado em abril, maio e junho, volume este que será exportado no segundo semestre. A exportação brasileira aumentará cerca de 50% ante o ciclo anterior, segundo dados da Anea, com uma ampliação na colheita e os chineses adquirindo mais do Brasil, ainda que tenha ficado abaixo das expectativas. NOVA colheita Os observações de Snitcovski foram feitos no momento em que o Brasil está começando a safra da nova temporada, que segundo as primeiras informações tem potencial de atingir um recorde de quase 3 milhões de toneladas, com boa característica. Ele, cogitando que, pelo fato de as «engrenagens» ainda não estarem «a todo vapor» na indústria, o setor tem trabalhado para ampliar a habilidade de armazenagem, para diminuir efeitos de um eventual alongamento de embarques. declarou: «Aí teríamos embarques fortes no segundo semestre e no primeiro semestre do ano que vem». Dessa maneira, e com uma grande colheita, ele acredita que o Brasil, segundo exportador mundial atrás dos EUA, poderá ofertar algodão ao mercado internacional no ano todo –antes, os embarques eram concentrados mais no segundo semestre, com a chegada da colheita. Os EUA contam com quase 40%, comentou o dirigente, enquanto o Brasil detém cerca de 22% do mercado mundial. Para a temporada 2020/21, com muitos dos negócios realizados antecipadamente, a Anea conserva suas projeções de exportação de 2 milhões de toneladas, declarou Snitcovski, consentindo que a cotação tem auxiliado a deixar o produto brasileiro mais competitivo, além de animar a indústria local a usar mais o produto brasileiro, diminuindo importações. Ainda que alguns já tenham falado em recuo de cerca de um terço na área do país, sobre a colheita que será semeada no novo ano, ele alegou que é cedo fazer projeções. Os custos futuros do algodão em Nova York chegaram a cair cerca de 30% na mínima do ano ante o valor do final de 2019. Mas desde o final de março já subiram mais de 27%, para mais de 60 centavos de dólar por libra-peso. «Naturalmente, com custos mais baixos e margens praticamente zero, ele optaria por não produzir algodão naquele momento , e produzir outras culturas. De lá para cá, esse cenário mudou um pouco», disse o presidente da Anea. Dessa maneira, o cenário que seria de uma diminuição de 30% na área, agora é de queda de 15%, completou. «É um pouco cedo para dizer, temos que acompanhar o que vai acontecer com os preços daqui para frente… A expectativa está em cima da recomeçada…» – A agência de classificação de risco Moody’s diminuiu nesta segunda-feira as perspectivas econômicas para o Brasil em 2020, advertindo que a recuperação do país está vulnerável ao aprofundamento da incerteza em torno da sua habilidade de controlar a pandemia do Covid-19. A Moody’s espera que o Produto Interno Bruto da maior economia da América Latina encolha 6,2% neste ano, em comparação a previsão anterior de queda de 5,2%, colocando-a mais em linha com o consenso geral entre os economistas. Em um relatório mais extenso, no qual diminuiu a perspectiva econômica mundial, a Moody’s declarou que o Brasil está no topo da lista de países que combatem para reduzi as taxas de infecção em meio a testagens insuficientes para o Covid-19. A Moody’s, indicando o Brasil em particular escreveu: «Portanto, novas interrupções na atividade do consumidor e no funcionamento das companhias são uma chance real e podem prejudicar permanentemente as perspectivas de crescimento das economias individuais do G-20». O Brasil é o segundo maior epicentro do coronavírus no mundo depois dos Estados Unidos, com mais de 1 milhão de casos confirmados e mais de 50 mil mortes relacionadas. Em 1 ano, a Moody’s revisou suas perspectivas de crescimento econômico para o Brasil para %3,6, ante %3,3, mas declarou que isso se dava mais em função de o quão baixo a economia irá recuar neste ano do que por uma forte recuperação. «O percurso geral da recuperação econômica permanece… a atividade recomeçando no terceiro trimestre de 2020», declarou Samar Maziad, analista líder do rating soberano do Brasil. A Moody’s tem uma perspectiva «estável» em seu rating de crédito soberano «Ba2», abaixo da classificação de grau de investimento, para o Brasil. A agência não indicou a nota em seu relatório nesta segunda-feira. No mês passado, Maziad declarou que uma danificação permanente da situação fiscal, em razão dos gastos emergenciais e de guerrazinha à crise, «seria o gatilho crítico para repensar as perspectivas».

Na terça-feira 26 de maio – O Brasil teve superávit em transações correntes de 3,840 bilhões de dólares em abril, chegando em 12 meses a um déficit equivalente a 2,61% do Produto Interno Bruto , divulgou o Banco Central nesta terça-feira. O resultado veio acima do superávit de 3 bilhões de dólares esperado por analistas em pesquisa da Reuters. Já os investimentos diretos no país adicionaram somente 234 milhões de dólares, bem abaixo de expectativa do mercado de 1,9 bilhão de dólares. Faz 1 mês, o BC calculou um superávit em transações correntes de 3,1 bilhões de dólares e IDP de 1,5 bilhão de dólares, para maio.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Superávit em transações correntes brasileiras alcança US$1,326 bi em maio
>>>>>Brasil publica normas obrigatórias para prevenir Covid-19 em frigoríficos – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Exportação de algodão do Brasil sofre ao fim de 19/20, mas Anea vê força em 20/21 – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Moody’s reduz perspectiva do PIB do Brasil e alerta para riscos crescentes do Covid-19 – June 22, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Moody’s reafirma rating ‘Aaa’ dos EUA – June 19, 2020 (Extraoglobo-pt)

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