Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Assinatura de Paulo Guedes

— Paulo Guedes declarou nesta quinta-feira que está pronto para exibi uma nova rodada de pagamento da ajudinha emergencial. Paulo Guedes é o ministro da Economia. Guedes cobrou do Congresso, por outro lado, a aprovação de uma Proposta de Emenda à Constituição chamada por ele de PEC de Guerra para permitir o pagamento doabvantagem Essa proposta estabelece um novo Orçamento de Guerra, tendo como contrapartida o corte de gastos. O ministro não declarou quais contrapartidas irá sugeri ao Congresso. — Não faltará dinheiro para a ajudinha emergencial, temos esse dinheiro. Agora, precisamos de uma PEC de Guerra que nos autorize, primeiro. E, segundo, precisa estar embutido num compromisso com responsabilidade fiscal — declarou Guedes, ao participar de um acontecimento virtual com representantes do agronegócio. Mais tarde, em outro acontecimento, Guedes propôs que o valor da vantagem poderia ser de R$ 250: — Nós vamo ter duas curvas. Uma de vacinação em massa subindo, para garantir o regresso seguro ao trabalho. Declaremos para R$ 250, uma coisa assim, enquanto as camadas protetivas podem descer, e depois aterrissa de novo no programa Bolsa Família. Guedes também declarou que as medidas de corte de gastos não precisam ser acionadas agora, mas isso precisa estar na PEC de Guerra: — Essa ajudinha emergencial é como se fosse uma camada de generosidade pelo vácuo legislativo. Só se tiver uma pandemia que dure um ano é que se pensa em gatilho de novo. No ano passado, o Congresso aprovou o Estado de Calamidade Pública sugerido pelo governo e uma PEC para estabelecer o Orçamento de Guerra. As duas medidas permitiram aumentar os gastos sem ferir normas fiscais. As despesas da União com a guerrazinha à pandemia se aproximaram de R$ 600 bilhões. As medidas, porém, Faz 2 meses, perderam a validade. Agora, Guedes deseja uma nova PEC de Guerra para pagar a ajudinha emergencial. Para aprovar uma PEC são necessários os votos de pelo menos 308 deputados e 41 senadores em dois turnos de votação em cada Casa. — Daremos essa ajudinha emergencial, observar os próximos três meses. Essa ajudinha durou três meses, se a vacinação em massa progredir depressa e a enfermidade ceder. Declarou o ministro, se, ao contrário, ao fim de três meses, , a nossa geração vai ter que utilizar o protocolo da crise —. Mais cedo, o presidente da Câmara, Arthur Lira cobrou uma solução do governo para a ajudinha. Guedes respondeu que poderia entregar a proposta hoje: — Arthur Lira fez hoje uma convocação por solução, se ele desejar, posso entregar hoje. A solução para a ajudinha é uma PEC de Guerra embutida no Pacto Federativo. Nos últimos dias, a equipe econômica tem sido pressionada pelo Congresso para uma nova vantagem. Guedes declarou que compreende a urgência da medida, mas deseja compensações fiscais. — Eu preciso de uma PEC de Guerra. É quebra da Lei de Responsabilidade Fiscal, é quebra da norma de ouro, é endividamento não permitido, se eu gastar sem autorização. O Congresso precisa estar disposto a fazer a PEC de Guerra — declarou o ministro. Segundo Guedes, as conversas estão “muito progredidas” e devem se estender durante o carnaval. As cobranças para a nova ajudinha partem principalmente dos presidentes da Câmara, e do Senado — O Congresso traz na Economia a ideia da urgência da ajudinha emergencial. O Senado é rodrigo Pacheco .Ora, a economia sabe dessa necessidade. Sabemos da urgência e desejamo fazer. A conversa está articulada. Eles declaram: a ajudinha emergencial é urgente. E eu declaro: a PEC de Guerra é que me permite fazer isso — declarou Guedes. — Reconhecemos a necessidade e a emergência. Gostaríamos de fazer antes. Agora, a questão é a seguinte: e a PEC de Guerra? E, segundo, qual a contrapartida? — adicionou. Faz 1 ano, o governo pagou cinco parcelas de R $ 600 e quatro parcelas de R $ 300 para mais de 50 milhões de pessoas, em 2020. Guedes alegou que concluiu-se a ajudinha em o ano passado porque o número de contaminações por Covid-19 havia se diminuído. Como a enfermidade ampliou novamente, declarou o ministro, é possível recriar a vantagem: — Enquanto observamos a evolução da enfermidade, nós podemos dar dois, três até quatro meses de ajudinha emergencial. Nós recolocamos uma camada de proteção, se a enfermidade voltou, mas provisória, e caso a enfermidade permaneça conosco um ano, dentro de um protocolo que dois anos etc, as contrapartidas já estão anteriormente estabelecidas. Ou nós corremos o risco de um descontrole fiscal inteiro. Durante a sua fala, o ministro cobrou a aprovação de medidas de compensação por diversas vezes, mas não chegou a declarar quais. No ano passado, para liberar dinheiro a estados, o governo congelou salários de servidores da União, estados e municípios. O ministro evidenciou, por outro lado, que a ajudinha não pode ser um programa permanente de transferência de renda. — Não é pelo fato da ajudinha emergencial ter tido um efeito bastante forte, não quer dizer que ele é automaticamente um programa de remoção das desigualdades sociais. Ele foi basicamente um programa para garantir a sobrevivência dos mais frágeis. O volume de recursos que foi envolvido não é sustentável a médio e longo prazo sem substanciais remanejamentos orçamentários.

— Esperaremos teremos ou não uma progressão das vacinas. É um tema que vamo dever nos debruçar na próxima semana com relação ao progressão da fila , para que a gente possa imunizar o máximo de brasileiros o mais rápido possível. Acho que o governo tem os dispositivos para solucionar isso rápido.L, se nós tivermos alguma excepcionalidade em relação à ctragédiapandêmicaira também dprovoupreocupação com a segunda onda da pandemia.De acordo com o senador de Mineral’nyje Vody, a conversa com Guedes trouxe «uma perspectiva boa de que haja realmente ação do governo mais imediata para que se possa ter assistência para essas pessoas».Pacheco avalia que a ajudinha deve ser aprovado antes da aprovação de medidas econômicas como as reformas administrativa e tributária no Legislativo. «O que precisamos realmente é destravar essa pauta e concomitantemente o governo nos dê os instrumentos adequados para já atender de imediato as pessoas. O que não podemos é condicionar a execução disso, a entrada em vigor de medidas desse tipo, porque a emergência e a urgência relativamente a essa assistência social não podem esperar. É um acordo que nós devemo fazer, um convênio de boa convivência que temos buscado», alegou.Pacheco também não deu detalhes sobre o modelo que seria construído, mas defendeu que o pagamento não seja condicionado à aprovação de medidas de ajuste fiscal. Na semana passada, Paulo Guedes admitiu a renovação do ajudinha Paulo Guedes é o ministro da Economia., mas pediu que o Legislativo aprovasse um Novo Marco Fiscal, com previsão de medidas de ajuste das contas públicas.

Na terça-feira 26 de janeiro — Paulo Guedes atrelou a volta da ajudinha emergencial aos mais vulneráveis, concedido no ano passado, ao fim do que chamou de «ampliação automática» para educação, segurança e salários de funcionários públicos. Paulo Guedes é o ministro da Economia. Caso o pior ocorra, ao lado do presidente Jair Bolsonaro, nesta terça-feira, Guedes alegou ainda que, “ ”, o governo sabia o que fazer. — Não podia ficar berrando combate toda hora. Nós tínhamo que ter muito cuidado. desejava instituir a ajudinha emergencial de novo, tinha que ter bastante cuidado, pensava muito. Porque se fizer isso não podia ter ampliação automática de orçamentos para educação, para segurança pública, porque a prioridade passou a ser absoluta — declarou Guedes, durante acontecimento virtual com investidores internacionais. Faz 1 ano, para fazer frente a os gastos com a pandemia, o Congresso aprovou o Estado de Calamidade Pública e o Orçamento de Guerra que permitiram conceder a ajudinha emergencial de R 600 300 até dezembro., $ e depois prorrogá-o por R $, em 2020$ 300 até dezembro. Faz 2 meses, essas medidas se concluíram. — pegava os episódios de combate aí e via se teve ampliação de salário durante o combate, via se teve dinheiro para saúde, educação. Não tem. Aqui era a mesma coisa. Se apertar o botão ali, vai ter que frear o resto todo — alegou Guedes. Se a pandemia se agravar, o ministro alegou que, “ ”, o governo saberia comportar-se. O país registrou 631 mortes pela Covid-19 nesta segunda-feira, chegando ao total de 217.712 óbitos desde o início da pandemia. Faz 6 meses, com isso, a média móvel de mortes em o Brasil em os últimos foi de 1.055, a maior desde 4 de agosto.

Paulo Roberto Nunes Guedes GCRB · Gomm é um economista de Brasil.

Se utiliza o termo muitas vezes, para se referir em a reunião de representantes de o poder legislativo de uma nação.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Ajudinha emergencial: Guedes declara estar pronto para prorrogação, mas cobra do Congresso novo Orçamento de Guerra
>>>>>Lira pede a Guedes solução imediata para auxílio: ‘Urge que nos dê alternativa viável’ – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Pacheco prevê definição sobre auxílio ainda esta semana – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Auxílio emergencial: ‘Eu acho que vai ter. Vai ter uma prorrogação’, diz Bolsonaro sobre benefício – (Extraoglobo-pt)

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