Por: SentiLecto

– A avaliação negativa do governo do presidente Jair Bolsonaro passou para 42% em meio à pandemia de coronavírus, ao passo que a aprovação dos governadores teve um salto, para 44%, mostrou pesquisa do Ipespe para a XP Investimentos divulgada nesta sexta-feira. Especificamente sobre a atuação das autoridades na guerrazinha à pandemia de coronavírus, o levantamento mostrou que 68% avaliam como ótima ou boa a atuação do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ao passo que asomente29% têm essa avaliação do papel que vem sendo desempenhado por Bolsonaro na crise. De acordo com o levantamento, a avaliação ruim ou péssima do governo Bolsonaro subiu 6 pontos em relação a levantamento feito no mês passado, chegando agora a 42%. Enquanto os que avaliam a administração como regular adicionam 27%, o percentual dos que veem o governo como ótimo ou bom oscilou 2 pontos para baixo, para 28% , ante 31%. Já nos casos dos governadores, a avaliação ótima ou boa dos governadores de Estado saltou de 26% no levantamento do mês passado, para 44% agora. Além disso, a avaliação ruim ou péssima caiu de 27%, para 15%. O percentual dos que veem os gestores estaduais como regulares foi de 43%, para 37%. Bolsonaro tem criticado publicamente os governadores pelas medidas de limitação que adotaram para conter a disseminação do coronavírus, que já matou mais de 300 pessoas no país. O presidente tem defendido a volta ao trabalho, a despeito das recomendações de experts pelo isolamento social. O presidente já acusou os governadores de serem «exterminadores de empregos», de trabalharem com o conceito de «terra arrasada» e de cometerem um «crime» com as medidas restritivas que, segundo ele, estão «arrebentando com o Brasil». MANDETTA BEM AVALIADO NA PANDEMIA De acordo com a pesquisa, o saldo da avaliação positiva dos governadores ocorreu em todas as regiões do país: de 22% para 37% no Sudeste, de 27% para 50% no Nordeste, de 18% para 54% no Sul e de 24% para 44% no Norte e Centro-Oeste. Especificamente sobre a pandemia de coronavírus, 44% avaliam como ruim ou péssima a atuação de Bolsonaro no enfrentamento da pandemia, 29% a veem como ótima ou boa e 21% como regular. Avalia-se Mandetta é bem avaliado em o guerrazinha em a pandemia por %68 de os entrevistados, enquanto %7 avaliam mal sua atuação e %21 a veem como regular.Bolsonaro também tem entrado em rota de colisão com Mandetta, que tem defendido a necessidade de isolamento social para conter o vírus, apesar da postura em oposto do presidente. Em entrevista à rádio Jovem Pan na quinta-feira, Bolsonaro ddeclarouque falta humildade a Mandetta e que o ministro deveria oescuteilo mais. Declarou ainda que o titular da Saúde «extrapolou». Já a atuação dos governadores na pandemia é vista de maneira positiva por 59%, negativa por 14% e regular por 25%. Na guerrazinha ao coronavírus, os mais bem avaliados são os profissionais de saúde, com 87%. Em linha com a melhora na performance dos governadores e com a boa avaliação de Mandetta, a XP/Ipespe assinalou que 80% dos entrevistados veem o isolamento social como a melhor maneira de tentar conter a disseminação do coronavírus, ao passo que 12% avaliam que essa medida está sendo exagerada, e 6% compreendem que não é o melhor percurso. O levantamento indagou sobre qual a maior preocupação das pessoas em relação ao coronavírus e 49% responderam que era o risco de se infectar ou de alguém da família ser contagiado, 25% alegaram que é a crise econômica que pode atingir o país em decorrência da pandemia, e 24% declararam ter essas duas preocupações. O Ipespe escutou 1.000 pessoas por telefone entre 30 de março e 1º de abril. A margem de erro da pesquisa é de 3,2 pontos percentuais.

Centralizar a comunicação das ações federais de guerrazinha ao novo coronavírus no Palácio do Planalto, realizadas no local, segundo profissão vista nesta segunda-feira pela Reuters. decidiu o governo do presidente Jair Bolsonaro: – Com o objetivo de «unificação da narrativa». A estreia da nova maneira de comunicação do governo federal sobre a Covid-19 se vai dar na tarde desta segunda, com entrevista coletiva sobre a pandemia às 17h no Salão Oeste do Planalto. Com essa entrevista, o Ministério da Saúde cancelou a coletiva diária sobre a pandemia, que estava marcada para as 16h. A profissão enviada pela Casa Civil aas demais ministérios. declara: «Todas as coletivas de jornalismo dos Ministérios ou Agências Federais sobre a Covid-19 deverão ser realizadas no Salão Oeste do Palácio do Planalto». A mudança acontece em meio ao conflito de posições do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, com o presidente Bolsonaro quanto às medidas de isolamento social para enfrentar o coronavírus. Enquanto Bolsonaro é favorável a um relaxamento das medidas de confinamento, no sábado, em reunião no Planalto, o ministro conservou a defesa do isolamento social para conter a progressão do vírus , com o objetivo de recomeçar a atividade econômica no país. A entrevista desta segunda-feira no Planalto sobre o coronavírus contará com a presença de Mandetta e dos ministros da Casa Civil, Walter Braga Netto, da Economia, Paulo Guedes, e da Advocacia-Geral da União, André Mendonça.- Tedros Adhanom Ghebreyesus alegou nesta terça-feira que os governos precisam garantir suporte financeiro aos trabalhadores informais para que possam satisfazer as medidas de isolamento durante a pandemia de coronavírus, contrariando declaração do presidente Jair Bolsonaro. Tedros Adhanom Ghebreyesus é o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde . O chefe da OMS declarou em publicação no Twitter que pessoas sem renda fixa ou reserva de recursos precisam de políticas sociais para cruzar o momento com dignidade e satisfazendo as recomendações da própria agência de saúde da ONU e das autoridades sanitárias nacionais. Tedros no Twitter declarou: «Pessoas sem renda regular ou qualquer reserva financeira merecem políticas sociais que garantam dignidade e as permitam satisfazer com as medidas de saúde pública para Covid-19 aconselhadas pelas autoridades nacionais de saúde e a OMS». «Eu aumentei pobre e compreendo esta realidade. Peço aos países que desenvolvam políticas que forneçam proteções econômicas para pessoas que não podem receber ou trabalhar em meio à pandemia de Covid-19. Solidariedade!», adicionou. A publicação de Tedros foi feita após Bolsonaro declarar nesta manhã a apoiadores que o diretor-geral da OMS teria se associado a ele e defendido que trabalhadores informais voltem a trabalhar, a despeito das medidas de restrição de movimentação impostas para conter a disseminação do coronavírus. O presidente fez referência a uma declaração de Tedros na qual o chefe da OMS pediu que os governos «levem em consideração» pessoas que «têm que trabalhar todos os dias para ganhar o pão de cada dia». «Eu sou da África, como vocês sabem, e sei que muitas pessoas têm que trabalhar todos os dias para ganhar o pão de cada dia. E governos precisam levar essa população em consideração, ok? Se fechamos ou restringimo movimentações, o que ocorre com essas pessoas que precisam trabalhar todo dia e têm que ganhar o pão diariamente? Cada país, com base em sua situação, deve responder a essa pergunta», disse Tedros. Na fala, que foi reproduzida em um vídeo editado publicado na página de Facebook de Bolsonaro, o diretor-geral da OMS não defende em nenhum momento que trabalhadores informais voltem a trabalhar. No discurso inteiro, Tedros defende o isolamento e declara que a medida dá tempo para que os países se preparem para o efeito da epidemia. Questionada pela Reuters sobre a declaração de Bolsonaro, a OMS não respondeu de imediato. A agência também não respondeu se a publicação de Tedros no Twitter era uma resposta à fala de Bolsonaro. Ao mencionar o diretor-geral da OMS nesta manhã, Bolsonaro declarou que poderia fazer um pronunciamento
à nação para comentar o atema O Palácio do Planalto confirmou que foi convidada rede nacional de rádio e tevê para uma fala de Bolsonaro às 20h30 da noite. Bolsonaro tem criticado desde o início da crise do coronavírus as medidas de isolamento social decretadas por Estados e municípios brasileiros –assim como em diversos países– para conter a disseminação do coronavírus. O presidente entrou Luiz Henrique Mandetta que recomenda o isolamento. Luiz Henrique Mandetta é seu ministro da Saúde. Luiz Henrique Mandetta é seu ministro da Saúde. Para Bolsonaro, que já se referiu ao novo coronavírus, como uma «gripezinha», os efeitos econômicos das medidas de isolamento serão piores do que o próprio vírus. O presidente tem repetido que a fome provocada pela falta de renda pode matar mais do que a Covid-19. – O presidente Jair Bolsonaro alegou nesta quinta-feira que não pretende demitir o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante o «combate», numa referência à atuação dele durante a pandemia do novo coronavírus, mas admitiu publicamente que tem tido problemas com o auxiliar. Bolsonaro, em entrevista ao programa Pingo nos Is, da Rádio Jovem Pan, ao não garantir a continuidade dele à frente da pasta após a pandemia diss: «Não pretendo demiti-lo durante o combate. Na entrevista, o presidente reconheceu já saber que ele e Mandetta estão se «bicando há um bom tempo». Para ele, o ministro da Saúde em algum momento «extrapolou» e tem tido falta de «humildade». O presidente declarou: «Espero que ele dê conta do recado». Os dois têm protagonizado embates sobre a atuação do governo federal para conter a progressão do coronavírus. Bolsonaro tem defendido relaxamento de medidas de isolamento social para evitar o agravamento da crise econômica. Mandetta, por sua vez, tem respaldado ações de contenção de governos estaduais e municipais para evitar uma maior propagação do vírus. Bolsonaro disse que nenhum ministro do seu governo é indemissível e considerou que, em alguns momentos, Mandetta deveria ouvir um pouco mais o presidente. Realçou que Mandetta cuida da Saúde, o ministro Paulo Guedes da economia e ele atua no meio. Avaliou que não tem nenhum problema com Guedes, mas Mandetta deseja fazer valer a sua posição. «Tem faltado um pouco de humildade ao Mandetta», disse. Para Bolsonaro, o clima de histeria e pânico infectou parte dos profissionais do Ministério da Saúde. «É igual num combate. Num combate, a gente perderá soldados», declarou. «Boa sorte ao Mandetta, espero que ele prossiga na sua missão com um pouco mais de humildade», reforçou.

Na quarta-feira 25 de março – O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, endossou as críticas feitas pelo presidente Jair Bolsonaro às medidas de rlimitaçãode circulação de pessoas adotadas por governadores para clutaro coronavírus, aalegandoque quarentenas foram decididas de fmaneiraprecipitada. Mandetta em entrevista coletiva declarou: » tinha que arrumar esse negócio de quarentena, foi desarrumado, se o precipitou, foi cedo». «Ficou uma sensação de ‘ entrávamo, e agora como saía dela?'» O ministro declarou que os governadores que adotaram medidas mais estritas de limitação de locomoção terão que se «reposicionar» depressa. No entanto, num aceno aos governadores, defendeu que era preciso construir juntos uma saída organizada que envolva governadores, prefeitos e o governo federal. Declarou: «A saúde não era uma ilha, não trataremos isoladamente, não existia somente o coronavírus». Para o ministro, houve governos que tomaram resoluções «bastante assimétricas». Mandetta declarou que haveria momentos para se eventualmente decretar medidas mais drásticas de isolamento social, realçando, no entanto, que essas resoluções deviam ser calibradas.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Avaliação de governo Bolsonaro piora e aprovação a governadores dispara, declara pesquisa XP/Ipespe
>>>>>Governo decide centralizar comunicação do coronavírus no Planalto para ‘unificar narrativa’ – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Chefe da OMS contraria Bolsonaro e diz que informais precisam de ajuda para cumprir isolamento – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Bolsonaro diz que não pretende demitir Mandetta ‘durante a guerra’ – (Extraoglobo-pt)

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