Por: SentiLecto

– Dados recentes propõem uma recuperação parcial da economia de Brasil, alegou o Banco Central nesta terça-feira, assinalando que se de um lado os programas de ajudinha do governo impulsionaram o consumo de bens duráveis e o investimento, o setor de serviços segue afetado negativamente pela crise com o coronavírus e tem que continuar exibindo maior ociosidade que os demais. O BC na ata do Comitê de Política Monetária declarou: «Várias atividades do setor de serviços, sobretudo aquelas mais diretamente afetadas pelo distanciamento social, permanecem muito deprimidas». «A pandemia tem que continuar a ter conseqüência heterogêneos sobre os setores econômicos. Dada a natureza do choque, o setor de serviços tem que continuar a exibi maior ociosidade que os demais», realçou o BC, que projetou em junho uma queda de 6,4% para o Produto Interno Bruto do Brasil neste ano, em outro trecho do documento. Na visão da autoridade monetária, a pouca previsibilidade associada à evolução da pandemia e a necessária rdiminuiçãodoasaajudinhasemergenciais a partir do final deste ano eaumentamas incertezas sobre a velocidade de retomada da atividade econômica. Tudo isso pode implicar «um cenário doméstico caracterizado por uma retomada ainda mais gradual da economia», pontuou o BC. Faz 4 meses, o volume de o setor de serviços caiu %0,9 frente a abril e %19,5 em a comparação com o mesmo fase de o ano passado, segundo dados mais recentes de o IBGE sobre o setor, em maio. Faz 3 meses, enquanto isso, indústria e vendas em o varejo já mostraram recuperação sobre o mês anterior, com altas de %7 e %13,9, respectivamente, ainda que em a comparação anual tenham caído %21,9 e %7,2. Pela natureza da crise, ainda que as pressões desinflacionárias por conta da redução da procura com a crise podem ter duração maior, o BC frisou que em recessões anteriores., mas desde então vinha evidenciando que o viés era de melhora para esse número. Em 1 mês, a nova estimativa de o BC para o PIB vai sair. O Ministério da Economia, por sua vez, calcula uma retração de 4,7% para a economia neste ano. Sobre a economia internacional, o BC cogitou nesta terça-feira que se a acompanha a forte recomeçada em o consumo de bens não em o setor de serviços, razão por a qual avaliou haver sinais promissores de recuperação, mas que se mostra incompleta. O BC declarou: «A principal limitação a uma recuperação plena nas principais economias é a própria evolução da pandemia, sendo a chance de uma segunda onda o principal risco nas economias centrais».

– O mercado conservou a expectativa de que a taxa básica de juros concluirá este ano em 2% após o Banco Central ter pontuado que novos ajustes seriam ainda mais graduais e vão depender da situação das contas públicas, ao mesmo tempo em que melhorou novamente a perspectiva para a economia este ano. De acordo com a pesquisa Focus divulgada nesta segunda-feira pelo BC, a Selic deve concluir 2020 nos atuais 2% e 2021 em 3%. Na semana passada, a autoridade monetária cortou a taxa de juros em 0,25 ponto, e conservou a porta aberta para novos ajustes na taxa de juros à frente. Os investidores esperam agora a divulgação da ata deste encontro na terça-feira para avaliar melhor quais seriam os próximos passos do BC. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também conservou a perspectiva de que a Selic vai ficar em 1,88% ao final deste ano, na mediana das projeções, mas passou a ver os juros básicos em 2,00% ao fim de 2021, de 2,25% antes. O levantamento semanal assinalou que a expectativa para o Produto Interno Bruto agora é de uma contração de 5,62%, contra queda vista antes de 5,66%, na sexta semana seguida de melhora. Para o ano que vem, segue a expectativa de um crescimento de 3,50% da economia. O cenário para a inflação, por sua vez, não padeceu mudança, com a alta do IPCA calculada em 1,63% este ano e em 3,0% no próximo. O centro da meta oficial de 2020 é de 4% e, de 2021, de 3,75%, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. – O Itaú Unibanco melhorou nesta sexta-feira a expectativa para a retração da economia no segundo trimestre, vendo o começo de uma recuperação em maio e junho da crise provocada pelo coronavírus. O banco projeta agora queda de 9,2% do Produto Interno Bruto entre entre abril e junho sobre o trimestre anterior, de queda de 10,6% esperada antes. Mas a expectativa para o crescimento no terceiro trimestre caiu, de 8,5% para 7,4%. Em 1 mês, o IBGE vai divulgar os dados em 1º de setembro. Enquanto o setor de serviços se recupera mais lentamente, o Itaú em relatório, realçando também a melhora da confiança do empresário medida pela Fundação Getulio Vargas explicou: «A recuperação tem sido mais forte nas vendas no varejo e na produção industrial «. O isolamento social de serviços é mais impactado o setor. Ainda assim, não houve mudança na expectativa de que a economia padecerá neste ano retração de 4,5%, recuperando-se em 3,5% em 2021. «O fundamento mais importante para a atividade econômica nos próximos trimestres e ao longo do ano que vem é, na nossa visão, a manutenção das baixas taxas de juros, o que só vai ser possível se a política fiscal voltar a uma trajetória sustentável após a expansão dos gastos deste ano», completou no relatório a equipe econômica do banco, chefiada por Mario Mesquita. Em outra frente, o Itaú diminuiu a previsão para o dólar a 5,25 reais no final de 2020, de 5,75 reais antes, em função do cenário internacional, ao considerar que a recuperação mundial no segundo semestre vem se consolidando, o que tede a gerar um cenário mais benigno para ativos de risco. Ainda assim a análise menciona o risco fiscal ainda aumentado, a contração acentuada da atividade econômica e o cenário de juros baixos como impeditivos para uma apreciação mais intensa da taxa de cotação. Em 1 ano, se conservou a expectativa de dólar a 4,50 reais.- A caderneta de poupança registrou entrada líquida de 28,144 bilhões de reais em julho, lembre para o fase na série do Banco Central começada em 1995, dando sequência a resultados mensais históricos que têm sido atingidos desde março. Faz 1 mês, os depósitos superaram os saques em 22,363 bilhões de reais em o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, em julho. Faz 1 mês, já em a poupança rural, houve entrada de 5,781 bilhões de reais, informou o BC em esta sexta-feira. Faz 1 ano, a captação líquida de a poupança chegou a 112,579 bilhões de reais, lembre para o fase, contra saída de 16,105 bilhões de reais em o acumulado de janeiro a julho de 2019, em os sete primeiros meses de o ano. A forte entrada de recursos na poupança passou a ser um elemento no radar do Banco Central. Faz 1 mês, em o começo Fabio Kanczuk realçou que a preocupação de o BC quanto a o limite mínimo para os juros básicos estava mais ligada em a indústria de fundos e realocação grande para a poupança, o que poderia gerar outras ineficiências econômicas. Fabio Kanczuk é o diretor de Política Econômica da autarquia.Faz 3 meses, os debates sobre um limite para os juros estavam mais associadas a uma preocupação com o que poderia ocorrer com a cotação e seus conseqüência sobre a economia, declarou ele, por volta de maio. Por sua vez, Bruno Serra reconheceu que a poupança tem atraído investimentos por sua lucratividade em meio na queda substancial dos juros no país, ao passo que os fundos de mais baixo risco têm ficado com lucratividade bastante similar na da tradicional caderneta, o que constitui um desafio para o sistema. Bruno Serra é o diretor de Política Monetária do BC.erra frisou que a indústria de fundos vai precisar se reinventar. Ao mesmo tempo, o diretor questionou se vai haver procura no direcionamento de poupança para todo o volume que está sendo captado. Segundo Serra, essa é outra ótica que passou a ser colocada pelo BC mais recentemente, mas que ainda não havia encarnado uma limitação para a resolução de política monetária. Atualmente, os bancos devem direcionar um percentual compulsório de 65%, no mínimo, das captações em poupança para operações de financiamento imobiliário. Quando cortou a Selic em 0,25 ponto à nova mínima histórica de 2%, na véspera o BC sinalizou que, devido a questões prudenciais e de estabilidade financeira, o espaço remanescente para uusoda política monetária, se houver, dtem que serpequeno.O BC não detalhou, em seu comunicado, quais eram essas questões prudenciais. A poupança tem registrado fortes captações em meio à bilionária liberação de recursos pelo governo no âmbito doaaajudinhaemergencial. Até o momento, já foram pagos 167,6 bilhões de reais nessa frente, de um total de 254,4 bilhões calculados com a ajudinha durando cinco meses, conforme painel de monitoramento do Tesouro. A nova realidade de juros básicos no país também tem feito a poupança, que é isenta de Imposto de Renda, se tornar uma opção mais simples de investimento na comparação com opções tradicionais da renda fixa que são referenciadas na Selic, mas pagam impostos. Isso tem acontecido a despeito do baixo rendimento da poupança. Por lei, toda vez que a Selic for igual ou inferior a 8,5%, a remuneração da poupança passa a ser de 70% da Selic acrescida da Taxa Referencial , que atualmente está zerada. Atualmente, isso coloca a remuneração da poupança em 1,4% em 12 meses.

Na terça-feira 14 de julho – A atividade econômica brasileira voltou a crescer em maio, depois de dois meses de contração lembre como consequência das medidas de contenção contra o coronavírus, mencionando que abril foi o pior mês para a economia do país. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central , considerado sinalizador do Produto Interno Bruto , registrou alta de 1,31% em maio sobre abril, em dados dessazonalizados informados pelo BC nesta terça-feira. Faz 4 meses, o índice recuou %9,45, em dado revisado por o BC ante queda de %9,73 informada antes, em um resultado lembre negativo em a série histórica de o IBC-Br começada em 2003, em abril. Faz 5 meses, a queda de o IBC-br foi de %6,14, em março. Na comparação com maio de 2019, o IBC-Br exibiu queda de 14,24% e, no acumulado em 12 meses, teve perdas de 2,08%, segundo números observados. O economista do Goldman Sachs Alberto Ramos alegou: «A ampliação da atividade real em maio deveu-se ao relaxamento gradual dos protocolos de distanciamento social e medidas para limitar a atividade e movimento». «Propunham que a atividade atingiu o fundo do poço, embora a pandemia ainda precise ser controlada, dados recentes e algumas de nossas métricas e chegou a um ponto de inflexão em algum momento em meados de abril», completou. A epidemia de coronavírus fechou companhias, lojas e produção e ainda conservou pessoas em isolamento social, levando a perspectivas de contração histórica para a economia de Brasil neste ano. Faz 3 meses, embora ainda em níveis insuficientes para recuperar as perdas anteriores, conforme as medidas de isolamento social começaram a ser gradualmente, já registrou algum regresso de a produção econômica flexibilizadas, o mês de maio. No mês, a produção industrial brasileira ampliou 7%, mas Faz 4 meses, ficou. Faz 2020 anos, as vendas em o varejo registraram ampliação lembre, mas também recuperaram somente parte das perdas dos dois meses anteriores. Por sua vez o setor de serviços continuou registrando perdas. O Ministério da Economia tinha que divulgar novas estimativas para a economia, mas por enquanto a projeção oficial seguia de retração de 4,7% para o PIB este ano, enquanto o BC calculava queda de 6,4%. Já o Fundo Monetário Internacional passou a ver uma contração de 9,1% para a economia brasileira neste ano. Em 1 ano, a pesquisa Focus mais recente de o Banco Central mostrava que o mercado estimava contração de %6,10 para a economia em 2020, com crescimento de %3,5.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>BC vê recuperação parcial do PIB, com atividades de serviços ‘muito deprimidas’
>>>>>Mercado mantém expectativa para Selic a 2% este ano e vê contração do PIB de 5,62% – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Itaú passa a ver contração menor do PIB no 2º tri e início de recuperação – August 07, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>No radar do BC, poupança mantém forte captação com dado recorde para julho – (Extraoglobo-pt)

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