Por: SentiLecto

– O presidente Jair Bolsonaro vai assinar na noite desta sexta-feira a Medida Provisória sobre o financiamento à folha de pagamento das pequenas e médias ecompanhiascom recursos do Tesouro e dos bancos, aalegouo secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys. Em coletiva de jornalismo no Palácio do Planalto, membros da equipe econômica repetiram os detalhes do programa, que já havia sido anunciado na sexta-feira passada. Depois da MP, reunião do Conselho Monetário Nacional ainda vai regulamentar os detalhes operacionais da investida. Guaranys, adicionando que esse passo vai possibilitar implementação imediata pelos bancos no começo da próxima semana declarou: «Isso é questão de horas, podemos fazer reunião extraordinária no final de semana». «Companhia viva significa emprego vivo. Nossa lógica, em conjunto com proteção da saúde, é proteger empregos», alegou o secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco. O programa de 40 bilhões de reais vai financiar por dois meses a folha de pagamento das companhias com faturamento anual de 360 mil a 10 milhões de reais. O Tesouro vai entrar com 17 bilhões de reais por mês, e os bancos vão contribuir com 3 bilhões de reais. O BNDES vai ser culpado pela operacionalização. Na prática, isso significa que o governo vai ficar com 85% do risco de inadimplência e os bancos com os demais 15%. A taxa aos tomadores vai ser de 3,75% ao ano, com zero de spread, e a linha de financiamento vai contar com seis meses de escassez e 30 meses para o pagamento. Os recursos poderão ser usados exclusivamente para a folha de pagamento dos funcionários das companhias, com o dinheiro sendo canalizado por meio dos bancos diretamente para a conta dos empregados. A dívida, portanto, vai ficar com a companhia. Aquelas que aderirem à iniciativa fvão ficarimpedidas de demitir seus funcionários pelos 60 dias seguintes ao término do programa.

Durante os dois meses de financiamento da folha, a companhia não poderá demitir. Isso vai estar no contrato de financiamento. No dia do anúncio, Roberto Campos Neto declarou que a estrutura do empréstimo vai desestimulará demissões nesse fase. Roberto Campos Neto é o presidente do Banco Central. Isso porque uma demissão custa cerca de três meses de salário, prazo maior que os dois meses de financiamento.Isso significa que, nas companhias que recorrerem ao novo crédito, trabalhadores que ganham até dois salários mínimos não vão ter cortes no rendimento. A companhia deverá bancar o restante do valor devido a funcionários que recebem acima desse limite. Se vai depositar o dinheiro de o empréstimo diretamente em a conta de o trabalhador.- Paulo Guedes mencionou nesta quarta-feira que uma série de medidas que já haviam sido divulgadas pela equipe econômica Paulo Guedes é o ministro da Economia., mas que não chegaram a ser formalmente exibidas, serão encaminhadas no formato de Medidas Provisórias ao Congresso até quinta-feira, ao preço de 200 bilhões de reais. Guedes alegou: «O total é de 200 bilhões de reais, 2,6% do PIB «. O ministro alegou que o presidente Jair Bolsonaro vai assinar duas MPs nesta quarta e mais duas na quinta-feira, sem especificar quais assuntos serão abordados primeiro. Segundo Guedes, o governo vai cobrir a diferença de salário dos trabalhadores que tiverem jornada diminuída em «20%, 25%, 30%», num programa para manutenção de empregos formais de 51 bilhões de reais. «Se a companhia está com um obstáculo e desejar diminuir 20, 25, 30% do salário, o governo vai lá e paga os 20, 25, 30% do salário. Ou seja, nós estamos pagando às ecompanhiaspara mconservaremos empregos, que foi a promessa do presidente, lcombaterpela pconservaçãodos empregos», ddeclarouele, em rápida fala no Palácio do Planalto. Guedes também mencionou medida de financiamento da folha de pagamento das companhias, ao preço de 34 bilhões de reais para o Tesouro e mais 6 bilhões de reais para os bancos. A ideia é que a companhia que resolva conservar empregos seja beneficiada com o complemento do salário pelo governo, que também vai dar um crédito para o patrão arcar com o restante da remuneração, sendo que o dinheiro vai ir «na veia» para o trabalhador, declarou o ministro. Ambas as iniciativas já haviam sido divulgadas pela equipe econômica. Antes de o ministro falar, Bolsonaro havia anunciado que vai sancionar nesta quarta-feira a assistência emergencial de 600 reais mensais a trabalhadores informais, aprovada pelo Congresso, no âmbito das medidas de enfrentamento à crise do coronavírus. De acordo com o presidente, a investida vai ter um preço de 98 bilhões de reais, com a renda básica alcançando 54 milhões de brasileiros. Tanto Bolsonaro quanto Guedes também mencionaram a destinação de 16 bilhões de reais da União ao Fundo de Participação dos Estados e ao Fundo de Participação dos Municípios –outra iniciativa que havia sido anunciada no passado, mas que ainda não tinha sido concretizada. – O governo anunciou nesta quarta-feira detalhes da medida provisória que autoriza que companhias diminuam salários e jornadas de funcionários, com compensação por parte do governo. Como antecipou o GLOBO, o texto permite diminuição salarial de até 70% e suspensão total dos contratos, em alguns casos. A estimativa da equipe econômica é que as novas normas evitem a demissão de 24,5 milhões de pessoas. O programa custará R$ 51 bilhões. Segundo o secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, a nova legislação calcula três faixas de cortes salarial, com diminuição proporcional da carga horária: 25%, 50% e 70%. O governo vai complementar a renda de trabalhadores afetados, utilizando como base o valor do seguro-desemprego. Assim, se o corte salarial for de 70%, o governo vai entrar com 70% do valor do seguro-desemprego ao qual caso fosse demitido, o trabalhador teria direito. O mesmo acontece com as outras faixas de cortes. O governo voltou atrás em um trecho da norma que chegou a ser anunciada há duas semanas, que calculava que o valor encarnaria uma antecipação do seguro-desemprego, a ser descontada em caso de demissão no futuro. Agora, a vantagem será bancado inteiramente pelo governo. Caso o funcionário seja demitido após o fase da crise, vai continuar a ter acesso ao seguro-desemprego normalmente. — Nós estamos nos comprometendo com todos. Literalmente, todos. E com isso estamos evitando mais de 12 milhões de desempregados no Brasil. Esse é o compromisso do governo de tutelar mais de 25 milhões de pessoas — declarou Bianco. Segundo o secretário de Trabalho, Bruno Dalcomo, as vantagens não vão precisar ser requeridos pelos trabalhadores. Em caso de diminuição, os valores serão depositados diretamente na conta dos trabalhadores. Dalcomo alegou que a medida abrange mais de 70% de todos os funcionários formais. — O programa está abarcando 24,5 milhões de trabalhadores. É um programa que admira 73% de todos os trabalhadores CLT do país, isso de companhias e também o volume total de trabalhadores domésticos do país — declarou o secretário de Trabalho, Bruno Dalcomo. Em nenhum caso, os trabalhadores poderão receber menos que um salário mínimo. Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra

Na sexta-feira 27 de março – O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, anunciou um programa de 40 bilhões de reais para financiamento subvencionado a folha de pagamento das companhias com recursos do Tesouro e dos bancos e declarou que o governo prepara medida para permitir que a autoridade monetária faça a compra direta de crédito, a exemplo do que feito por outros bancos centrais do mundo. Campos Neto sobre a compra direta de crédito, adicionando que a iniciativa demandava a aprovação de uma emenda constitucional alegou: «Hoje em dia BC brasileiro não tem essa habilidade, máximo que podia fazer era injetar liquidez no sistema». O programa de fin
anciamento de folhas de pagamento teria prazo de dois meses e seria voltado a pequenas e médias companhias, declarou Campos Neto. A taxa seria de 3,75% ao ano, com zero de spread, alegou. O programa seria financiado pelo Tesouro, que entraria com 17 bilhões de reais por mês, e pelos bancos, que contribuiriam com 3 bilhões de reais. O BNDES seria culpado pela operacionalização.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Bolsonaro vai assinar nesta 6a-feira MP de financiamento à folha de pagamento, ddeclaraEconomia
>>>>>Bolsonaro assina hoje MP para financiar R$ 40 bi em salários para pequenas e médias empresas – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Medidas para coronavírus de R$200 bi serão oficializadas até 5a-feira, diz Guedes – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Nova MP permite redução de até 70% nos salários e deve preservar 24,5 milhões de emprego – (Extraoglobo-pt)

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