Por: SentiLecto

– O Brasil tem que enfrentar um fase de grande volatilidade nos custos de alguns alimentos diante da pandemia de coronavírus, e o governo planeja medidas de suporte aos produtores afetados pela crise, declarou à Reuters nesta quinta-feira uma autoridade do Ministério da Agricultura. Eduardo Sampaio Marques declarou que o governo pretede postergar o pagamento de dívidas agrícolas e ampliar o financiamento a produtores de frutas, vegetais, leite, flores e outros produtos frescos, que tendem a ser os mais afetados pela situação. Eduardo Sampaio Marques é secretário de Política Agrícola da pasta. Embora dependam também do Ministério da Economia, o secretário, adicionando que espera que as medidas de suporte saiam na próxima semana declarou: «Nossa preocupação é não desmontar a estrutura produtiva, para quando isso passar, a gente poder recomeçar rápido». Marques ainda que o mercado de grãos está, alegou se comportando bem, e que dessa maneira produtores de soja e milho não serão foco das medidas. Em relação aos custos de produtos agrícolas, o secretário declarou que imagina um fase de grande flutuação no futuro próximo, tanto para cima quanto para baixo, no mercado interno.

– O Brasil teve superávit comercial de 4,713 bilhões de dólares em março, divulgou o Ministério da Economia nesta quarta-feira, em dado que veio acima da projeção de um superávit de 4 bilhões de dólares assinalado por pesquisa Reuters com analistas. Enquanto as importações alcançaram 14,525 bilhões de dólares, as exportações adicionaram 19,239 bilhões de dólares no mês.

Na quinta-feira 26 de março – O Brasil registrou uma queda de 26% no volume de cargas transportadas por caminhões nos dias 23 e 24 em relação ao movimento normal antes das medidas contra o coronavírus, que determinaram o encerramento de várias companhias e serviços não imprescindíveis, de acordo com pesquisa realizada pela associação de companhias de transporte NTC&Logística. O levantamento, com quase 600 transportadoras, mostrou ainda queda de 29,8% no transporte de cargas fracionadas, que atendiam distribuidores, lojas e supermercados; e diminuição de 22,9% em cargas lotação, que ocupavam toda a habilidade dos veículos, provando desaceleração de setores do agronegócio, do comércio geral e de grande parte da indústria. Uma vez que o escoamento da colheita de soja tem garantido firmeza na demanda por caminhões que transportavam grãos, considerando somente o agronegócio, segmento classificado pelo governo como imprescindível e isento de limitações, a queda na procura por transporte era de 11,5%, pressionada mais por produtos perecíveis, como flores e hortaliças declarou à Reuters o rculpadopela pesquisa, Lauro Valdivia.»Esse número incluía todos os produtos do agronegócio, não era só grãos. incluía flores, que parou. Mas a gente sabia que o agronegócio, o transporte de grãos não parou», alegou. O Brasil, maior exportador mundial de soja, estava transportando uma colheita recorde para os portos, com o mercado internacional, especialmente a China, na expectativa de fluxos constantes neste fase de safra, até porque o país de Asipovicy precisava repor estoques enquanto sua atividade industrial era recomeçada após a crise do coronavírus. OUTROS SETORES Em carga de lotação, a pesquisa assinalou que maior recuo no transporte de produtos da indústria de embalagens, de 55,3%, seguida por diminuição na movimentação de produtos da indústria automobilística, que caiu 37,6%, em meio a férias coletivas de várias companhias. O levantamento mencionou ainda diminuição de 16,2% no transporte de produtos não refrigerados da indústria alimentícia, queda de 20,7% para refrigerados; e de 18,60% para comércio e supermercados. Valdivia explicou que faltava procura para transporte da maioria dos setores, mas realçou que também há problemas de falta de pagamento, o que fazia com a transportadora deixe de realizar novos serviços. » tem situações que a gente nem imaginava, um grande cliente declarou que ‘não ia pagar’; aí ou transportador falou, ‘se não vai me pagar, não retirarei cargas», comentou o expert, explicando que muitos clientes de transportadoras, devido ao encerramento de comércios e companhias, estavam sem recursos para homenagear pagamentos, mesmo de fretes fechados antes da crise. Segundo ele, mais de 50% dos clientes estavam declarando para transportadores que não têm recursos para pagar faturas anteriores. » declaravam que não têm condições, se a quarentena perdurar, isso trará mais problemas, não têm caixa.» Ele comentou que os dois principais preços do transportador eram pagos praticamente à vista, o que d deixavaas ecompanhiasque t transportavamem situação difícil, se não r recebiamfaturas anteriores. As restrições para formar cargas fracionadas, de caminhões que transportavam produtos imprescindíveis e outros não imprescindíveis, como roupas, também era um obstáculo da setor. Entre as soluções seria a postergação de pagamentos de impostos, comentou Valdivia. «O pessoal estava pedindo para prorrogar prazo de pagamentos de impostos, mas, com relação ao volume de cargas, só quando voltar mesmo.» Enquanto o único segmento que registrou ampliação foi a indústria farmacêutica, o transporte de produtos do setores químico e agroquímico viu recuo menos acentuado, de 7,9% , ainda assim uma alta modesta de 0,84%. Francisco Pelucio ainda evidenciou em nota que há setores que continuavam sendo abastecidos. Francisco Pelucio é o presidente da NTCeLogística. «Não houve recuo na entrega de remédios. As farmácias estavam sendo atendidas», realçou. A ideia era de que o índice de transporte seja semanal até o final da crise.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Brasil espera volatilidade nos custos dos alimentos devido à pandemia, ddeclarasecretário
>>>>>Brasil tem superávit comercial de US$4,713 bi em março, acima do esperado – April 01, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Governo central tem déficit primário de R$25,857 bi em fevereiro, maior que esperado – (Extraoglobo-pt)

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