Por: SentiLecto

– O pagamento da ajudinha emergencial de R$ 600 aos trabalhadores informais durante a crise do coronavírus será feito exclusivamente pela Caixa Econômica Federal. O Banco do Brasil também estava interessado em participar da distribuição da vantagem, de olhos nas classes mais pobres, mas o governo optou pela Caixa. Para evitar corrida e aglomeração de pessoas nas agências e na rede de lotéricas, a instituição divulgará ainda nesta semana um programa de pagamento para todos os trabalhadores beneficiados. O banco aguarda somente a publicação do decreto, já assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, com os detalhes sobre a implementação da medida, como por exemplo, quem operará, prazos e dispositivos de pagamento. Viu isso? Coronavírus: Caixa recebeu 800 mil pedidos para protelar pagamento da prestação da casa própria A previsão é que esse decreto seja publicado em edição extra do Diário Oficial da União, nesta quinta-feira. Para agilizar o pagamento e evitar filas, a Caixa vai arremessar um aplicativo que poderá ser diminuído em qualquer espécie de aparelho celular e acessado sem preço para os trabalhadores. O plano calcula a abertura de uma conta virtual, se vai creditar o dinheiro onde, e poderá ser agitado para pagar despesas em supermercados, farmácias e padarias, por exemplo. Mas para sacar os recursos, vai ser preciso obedecer o programa. Isso porque, conforme já anunciado pelo governo, o calendário de pagamento da Caixa vai iniciar com os beneficiários do Bolsa Família. Em seguida, os microempreededores individuais e os trabalhadores inscritos no Cadastro Único , do Ministério da Cidadania, e por último os informais que não aparecem nesse cadastro e que deverão fazer uma autodeclaração de renda, própria e dos membros de toda família. Segundo técnicos, o aplicativo é bastante simples, pode ser diminuído em qualquer espécie de aparelho. A Caixa já desenvolveu o dispositivo e testará no pagamento da ajudinha. A avaliação é que não vai haver obstáculos para pagar os beneficiários do Bolsa Família por se tratar de um público já conhecido, que tem cartão ou conta em banco. Leia mais: Senado aprova que governo pague até R$ 3,1 mil por trabalhador para evitar demissão Já os informais que estão fora do cadastro serão obrigados a aguardar porque a Dataprev com a assistência da Receita Federal, vai fazer uma encruzilhada das informações prestadas a fim de evitar fraudes. A Dataprev é estatal culpado pelo processamento de dados do INSS. Além de ter que se enquadrar no critério de renda, de até meio salário mínimo ou familiar de até três salários, e na faixa de isenção da declaração do imposto de renda, o trabalhador não pode ter emprego formal ou receber vantagem previdenciário e assistencial. Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra

Na reunião com representantes da Frente Nacional dos Prefeitos , Guedes anunciou que os repassses do Fundo de Participação dos Municípios e de outros impostos, como ISS , serão conservados no mesmo platô de 2019, em virtude da frustração de receitas com a queda da economia de Brasil.— Temo que ter uma cláusula de tragédia pública que interrompe e permite comportar-se rápido. Eu estou com vários secretários que declaram que não podem assinar, que podem ser presos, padecer impeachment — explicou.– Os trabalhadores informais que estão fora do Cadastro Único do Ministério da Cidadania vão ter que aguardar para receber a ajudinha emergencial de R$ 600 que o governo pagará durante a crise. Ainda não há previsão de pagamento para esses trabalhadores, mas só deverão acontecer na segunda quinzena de abril. O governo decidiu pagar primeiro a quem está inscrito no Cadastro e já tem alguma espécie de renda, como o Bolsa Família. Em entrevista ao Jornal Hoje da TV Globo, Onyx Lorenzoni alegou que o pagamento da ajudinha inicia no dia 16 de abril para quem aparece no cadastro oficial. Onyx Lorenzoni é o ministro da Cidadania. Depois que o Ministério da Cidadania validar a autodeclaração de renda que o interessado deve fazer, segundo fontes a par das debates, quem não tiver registro no banco de dados do governo federal só receberá o dinheiro. A explicação é que o governo federal consegue identificar, com base no CadÚnico, quem tem direito a receber a ajudinha e poderá encaminhar os dados aos bancos públicos, especialmente a Caixa Econômica Federal, para fazer o pagamento mais depressa. Leia mais: Senado aprova e ‘coronavoucher’ segue para sanção de Bolsonaro; Veja as exigências para receber o recurso Confira ainda: Mais de 4,5 milhões de brasileiros já foram vítimas de mensagens falsas sobre voucher de R$ 600 do governo Estão inscritos no Cadastro Único trabalhadores com renda de até meio salário mínimo e com renda mensal familiar total de até três salários mínimos — exatamente o público alvo da ajudinha emergencial. De acordo com dados da pasta, o CadÚnico reúne informações de um universo de 25 milhões de famílias, sendo que 13 milhões recebem o Bolsa Família. Se ele for mais positivo, neste caso, o beneficiário receberá a ajudinha emergencial, que vai ser pago por três meses. Viu isso? Senado adia eleição que estende ajudinha de R$ 600 e prepara ‘pacotão social’ para amanhã A Caixa aguarda o mapeamento dos beneficiários pela Cidadania para elaborar um programa de pagamento, que pode seguir critérios como ordem alfabética ou mês de nascimento dos inscritos, dependendo do perfil da base de dados. O objetivo é evitar alvoroços e aglomeração de pessoas nas agências, lotéricas e nos correspondentes bancários, além dos correios. Para facilitar o pagamento, o governo deseja que os bancos recorram a aplicativos de celular. A Caixa está em período final de desenvolvimento de um aplicativo que pode ser diminuído em qualquer espécie de aparelho, sem preço para o usuário. Caso o produto fique pronto a tempo, ou seja, o banco assume o gasto com internet. Contudo, além da sanção presidencial do projeto aprovado que criou a ajudinha, vai ser preciso a edição de um decreto coms todos os detalhes do pagamento da vantagem. Mas já há um grupo de trabalho, organizado pelo Ministério da Economia, com a participação de representantes de órgãos e bancos públicos, além da Cidadania, debatendo a implementação da medida. Leia mais: Ajudinha a informais, diminuição de jornada, compreenda as medidas do governo para os trabalhadores Economistas têm advertido que a assistência do governo aos trabalhadores informais precisa chegar rápido aos que precisam para mitigar os conseqüência da parada brusca na economia. Experts declaram que, se a ajudinha de R$ 600 tardar, o principal risco não é econômico, mas sanitário. A necessidade de sair de casa para erguer recursos para garantir a subsistência pode multiplicar o potencial de disseminação do coronavírus, o que, no fim das contas, teria conseqüência ainda mais deletério sobre a economia. — As pessoas ficarão sem opção, se não fizer chegar rápido. Vão ter de voltar ao trabalho. A pandemia vai se expandir, se isso acontecer, e o prejuízo econômico vai ser bastante maior. Vai ser preciso gastar mais dinheiro, e vão acontecer bastante mais mortes. Proteção social tem de ser vista como dispositivo para proteger a população e diminuir a recessão – alegou Marcelo Medeiros, expert em desigualdade de renda e professor visitante na Princeton University. Veja também: Empregador doméstico: veja o pouco a pouco para protelar o recolhimento do FGTS Segundo dados do IBGE, há 42 milhões de trabalhadores sem carteira assinada no Brasil. Segundo experts, a maior urgência no momento é fazer os recursos chegarem às periferias. — O foco deve ser a baixa renda em periferia urbana, metropolitana, por causa da concentração de informais. A densidade é alta, e o contágio é bastante forte. Se proteger, não vão ter dinheiro para comer
, se essas pessoas forem. Ficarão desesperadas e isso gera enorme potencial de desconforto social — alegou Sonia Rocha, expert em desigualdade. Compreenda: Saiba como interromper recolhimento de FGTS de trabalhador por 3 meses, inclusive de doméstica Para Marcelo Neri, da FGV, o maior risco da demora da chegada da assistência financeira aos informais que perderam a renda abruptamente é para a própria guerrazinha à pandemia: — As pessoas precisam de um mínimo de conforto para poderem se proteger. Naercio Menezes Filho consente. Naercio Menezes Filho é economista do Insper. Se não forem tomadas medidas para acalmar a agonia das pessoas mais vulneráveis à crise, para ele o país pode enfrentar uma tcalamidadesocial: — As pessoas não vterãocomo cadquirialimento, produtos de higiene.Tem de ampliar o valor do Bolsa Família, auxiliar essas famílias. Essas medidas, inclusive, aliviam o conseqüência da recessão, além de ser ação humanitária. Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra O presidente Jair Bolsonaro sancionou, nesta quarta-feira, o projeto de lei que autoriza o pagamento da ajudinha emergencial de R$ 600 por três meses a trabalhadores informais. A medida faz parte do pacote de ações do governo para lidar com a crise do coronavírus. O aval presidencial acontece dois dias após o Congresso ter aprovado o texto.

Na quarta-feira 25 de março — A Caixa Econômica Federal vai aumentar para 90 dias a suspensão do pagamento das dívidas parceladas de pessoas físicas e companhias. Npassada, o banco já tinha anunciado o intervalo nos pagamentos, incluindo a prestação da casa própria, em 60 dias. Outra novidade tinha que ser o corte na taxa do cheque especial, atualmente em 4,95% ao mês. As medidas faziam parte de um novo pacote de ações a ser anunciado pelo presidente da Caixa, Pedro Guimarães nesta quarta-feira, no Palácio do Planalto, após videoconferência do presidente Jair Bolsonaro com governadores da região Sudeste. Na tentativa de mostrar alinhamento, o governo decidiu concentrar os anúncios no Planalto e não mais de maneira individual por bancos e agentes públicos. Cheque: iniciava pagamento de aposentados do INSS; bancos abriam mais cedo, mas pediam que clientes utilizem canais digitais Leia mais: Governo avaliava ampliar para R$ 300 valor a ser pagava a trabalhadores informais Na última quina-feira , a Caixa já tinha anunciado um extenso pacote de medidas, com diminuição dos juros em várias linhas de crédito, sobretudo nas linhas de capital de giro para micro e pequenas indústrias, além da suspensão do pagamento de dívidas. As novas condições do crédito entraram em forcita nessa segunda-feira . Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Caixa libera ainda nesta semana programa de pagamento de assistência de R$ 600 a informais
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>>>>>Coronavírus: trabalhadores informais terão de aguardar mais tempo para rec
eber R$ 600 – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Bolsonaro sanciona auxílio emergencial de R$ 600 para trabalhadores informais – (Extraoglobo-pt)

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