Por: SentiLecto

A confiança do consumidor dos Estados Unidos caiu pelo segundo mês consecutivo em agosto, em meio à preocupação das famílias com as perspectivas econômicas.

A Associação Nacional de Corretores de Imóveis dos EUA declarou nesta sexta-feira que as vendas de moradias utilizadas ampliaram 24,7% para uma taxa anual adaptada sazonalmente de 5,86 milhões de unidades no mês passado. Faz 2 meses, se revisaram os dados ligeiramente para baixo, para 4,70 milhões de unidades, ante 4,72 milhões relatados originalmente.As vendas de moradias utilizadas nos Estados Unidos saltaram em ritmo histórico enquanto os custos das casas bateram um recorde à medida que as taxas de juros historicamente baixas aampliama dprocurapor imóveis, pelo segundo mês consecutivo em julho mesmo com a pandemia de coronavírus deixando milhões de pessoas sem trabalho.- A confiança do consumidor da zona do euro subiu 0,3 ponto em agosto em relação ao número de julho, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira. A Comissão Europeia declarou que sua estimativa preliminar mostrou que a confiança melhorou a -14,7 neste mês, de -15,0 em julho. Economistas consultados pela Reuters esperavam manutenção em -15,0. Na Uniãoo Europeia como um todo, a confiança do consumidor subiu 0,1 ponto, a -15,5. – A confiança do consumidor no Brasil registrou alta pelo quarto mês consecutivo em agosto e Faz 5 meses, voltou a o nível, quando iniciou o efeito do coronavírus sobre a economia, mas retardou o ritmo dos ganhos quando comparados às leituras anteriores. Faz 5 meses, a Fundação Getulio Vargas informou em esta que seu Índice de Confiança do Consumidor subiu 1,4 ponto em agosto, para 80,2 pontos, mesmo nível registrado em março. Com esse resultado, o índice recupera o total da perda acentuada de 22 pontos registrada em abril, o mês de pandemia que teve o maior efeito econômico devido à imposição de medidas de cguerrazinhaà Covid-19 que forçaram o feencerramentoe estabelecimentos, gerando fortes quedas no emprego e na renda. Faz 3 meses, a melhora de a confiança teve uma desaceleração ante o ritmo de a recuperação começada em maio, declarou a FGV que realçou, » significativa heterogeneidade entre as classes de renda «, apesar de ter exibido seu quarto salto mensal seguido. «Os consumidores de renda baixa registram queda da confiança e parecem agora projetar maiores obstáculos nos próximos meses, o que pode estar relacionado ao fim dos pagamentos de ajudinha emergencial», declarou em nota Viviane Seda Bittencourt, coordenadora das sondagens do FGV Ibre, adicionando que as classes intermediárias continuaram confiantes e que a população de maior poder aquisitivo está insatisfeita com a situação atual. «Os movimentos distintos mostram que não somente o efeito mas a velocidade de reação pode ser diferente entre os agentes econômicos e devem ser analisadas com atenção», completou Bittencourt. Em agosto, o Índice da Situação Atual , que mede a percepção dos consumidores sobre o momento presente, subiu 0,5 ponto, para 71,5 pontos, nível ainda bastante baixo em termos históricos. O Índice de Expectativas progrediu 2,0 pontos, para 87,1 pontos, o melhor resultado desde fevereiro. Enquanto o indicador que mede a satisfação com a situação financeira familiar cedeu 0,3 ponto, o indicador que mede a satisfação presente dos consumidores com a economia progrediu 1,2 ponto, para 75,1 pontos , para 68,4 pontos. Medidas de a confiança de o consumidor em o Brasil em os últimos meses impulsionaram a recuperação de flexibilização de as limitações impostas em a guerrazinha a o coronavírus em importantes centros econômicos , como São Paulo. Enquanto isso, a enfermidade segue progredindo no país, que já registra quase 115 mil mortos.

Na terça-feira 28 de julho a confiança do consumidor dos Estados Unidos recuou em julho em meio aa ampliação das infecções por Covid-19 no país, o que ameaçava a recuperação da economia de uma recessão sem precedentes provocada pela pandemia.

Faz 1 mês, o Conference Board informou em esta que seu índice de confiança de o consumidor caiu para 84,8 em este mês, de 91,7 em julho.

Economistas consultados pela Reuters calculavam que o índice subiria para 93 em agosto.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: United States

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Confiança do consumidor dos EUA tem queda imprevista em agosto
>>>>>Vendas de moradias usadas nos EUA sobem pelo 2º mês seguido em julho – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Confiança do consumidor da zona do euro avança a -14,7 em agosto – August 21, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Confiança do consumidor no Brasil sobe em agosto, mas ritmo de recuperação desacelera, diz FGV – August 24, 2020 (EntretenimientoBit)

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