Por: SentiLecto

Em 1 ano, a economia de a América Latina voltará a aumentar, após uma profunda recessão provocada por a pandemia de o coronavírus em este ano, declarou a delegação econômica de a ONU para a região em esta quarta-feira.

Em 1 ano, a economia latino-americana aumentará %3,7, após contração de %7,7 em este ano, informou a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe. Faz 5 meses, um relatório anterior projetava retração mais profunda em 2020, de %9,1.

Alguns países regionais viram O governo Trump como tendo feito pouco mais do que reclamar a contrapartes latino-americanas por se aproximarem de a China , particularmente por meio de financiamento barato ou laços de tecnologia conforme a corrida por o domínio de o 5G aquece.

Na quarta-feira 02 de dezembro a América Latina e o Caribe exibiriam uma queda de cerca de 50% nos investimentos estrangeiros diretos durante o ano de 2020 devido ao efeito da pandemia do coronavírus, de acordo com um relatório divulgado pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe nesta quarta-feira.

«Desde que os registros iniciaram em 1900, é a maior contração. O PIB está caindo em praticamente todos os países», declarou o relatório, o qual calculou que serão necessários anos para regressar ao nível de atividade econômica de antes da crise.

As exportações regionais –dependentes de embarques de matérias-primas– vão encolher 13% neste ano, com o volume das importações caindo 14%, o maior desde a crise financeira mundial de 2008-2009, mostrou o relatório.

Mesmo antes da pandemia, a América Latina já havia registrado crescimento médio e 0,3% nos seis anos até 2019. O relatório declarou que a recuperação do próximo ano só auxiliaria a mitigar o efeito da contração recorde.

O desemprego tem que subir para cerca de 10,7%, declarou o documento, com muitas pessoas abandonando a força de trabalho e a pobreza ampliando drasticamente.

O relatório advertiu: «As cicatrizes deixadas pela maior crise das últimas décadas, com a ampliação dos níveis de desemprego e pobreza, além da desigualdade, podem intensificar nervosismos sociais latentes com consequências para a retomada da atividade econômica nos países».

A piora das condições financeiras mundiais e qualquer retirada prematura dos estímulos monetários e fiscais, tanto nas grandes economias desenvolvidas quanto em âmbito local, também encarnam riscos para a economia latino-americana, alegou a Cepal.

«O que Trump fez foi fazer com que a China parecesse um parceiro melhor. Tudo isso mudará», alegou Feierstein, agora conselheiro sênior do Albright Stonebridge Group e da CLS Strategies.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Em 1 ano, Economia da América Latina voltará a aumentar, calcula Cepal
>>>>>ENFOQUE-Na América Latina, Casa Branca de Biden enfrentará uma China em ascensão – December 14, 2020 (Extraoglobo-pt)

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