Por: SentiLecto

– A elétrica italiana Enel ENEI.MI> e o grupo Equatorial Energia EQTL3.SA> aderirão à chamada Conta-Covid, operação viabilizada pelo governo para conceder empréstimos para distribuidoras de energia no Brasil devido aos iefeitosda pandemia de coronavírus sobre o setor, confirmaram as ecompanhiasem comunicados nesta segunda-feira. A Equatorial, que opera distribuidoras no Maranhão, Pará, Piauí e Alagoas, informou que todas as companhias vão acessarão recursos da Conta-Covid, ao todo de 1,29 bilhão de reais. Enquanto unidades da companhia no Ceará e no Rio de Janeiro vão tomar 452,9 milhões e 799,5 milhões de reais, a Enel declarou que sua distribuidora Enel São Paulo vai acessará até 1,389 bilhão de reais , respectivamente. Os recursos da Conta-Covid serão providenciados por um grupo de bancos liderado pelo BNDES, no valor total de até 16,4 bilhões de reais. [nL1N2E92FZ] O empréstimo deverá ser quitado em cinco anos, com chance de repasse dos preços de amortização às tarifas, conforme autorizado por medida provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro em abril.

– Um empréstimo de 16,1 bilhões de reais coordenado pelo governo junto a um grupo de bancos para apoiar o caixa de distribuidoras de energia em meio aos efeitos do coronavírus sobre o setor vai ter taxa de juros de CDI + 2,9% ao ano, informou a Agência Nacional de Energia Elétrica nesta quinta-feira. O preço total do financiamento, incluindo taxas, vai ser de CDI + 3,9% ao ano, segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . Em 9 meses, os financiamentos poderão ter preços de amortização repassados em as tarifas de os consumidores ao longo dos próximos, conforme autorizado por medida provisória assinada por o presidente Jair Bolsonaro em abril.A agência não informou de imediato quais bancos vão participar do sindicato que vai fornecer os recursos, que será liderado pelo BNDES. O Ministério de Minas e Energia e a Aneel defendem que a operação, chamada de Conta-Covid, vai acalmar reajustes tarifários neste ano, auxiliando os consumidores em momento sensível para a economia devido à crise cprovocadapela pandemia e diluindo iefeitosno longo prazo. Os recursos também visam evitar riscos de as distribuidoras não terem como quitar compromissos de compra de energia e pagamento pela utilização de sistemas de transmissão, o que afetaria outros elos da cadeia do setor elétrico. A Aneel em nota declarou: «A Conta-Covid endereça os problemas vivenciados pelas distribuidoras, ao lhes garantir recursos financeiros necessários para compensar a perda de receita provisória em decorrência da pandemia e protege o resto da cadeia setorial ao permitir que as distribuidoras continuem homenageando seus contratos». Entre os conseqüência da pandemia sobre as elétricas estão uma forte queda no consumo de energia, associado a medidas de isolamento adotadas contra o vírus e à ddanificaçãoda economia, e uma ampliação da inadimplência de clientes. Faz 6 anos, Spread maior o preço total de os empréstimos para o consumidor vai ser menor em relação a uma operação semelhante, devido em a queda de taxa de juros em o fase mas o spread vai ser superior. Naquela ocasião, um primeiro empréstimo de 11,2 bilhões para as companhias teve preço de operação de CDI + 1,9% ao ano, depois repactuada para CDI + 2,525% ao ano, segundo informações da CCEE. Uma segunda tranche dos empréstimos em 2014 teve preço de CDI + 2,35% ao ano, depois renegociadas para + 2,9% ao ano. Faz 5 anos, uma terceira operação de financiamento acabou com preço de CDI+ %3,15 a o ano.- O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social informou nesta quinta-feira que, juntamente com outros bancos públicos, aportará cerca de 5 bilhões de reais na chamada Conta-Covid, um pacote de financiamento de 16,4 bilhões de reais para auxiliar as distribuidoras de energia elétrica em meio pandemia. Dessa maneira, segundo comunicado da instituição, os bancos privados vão ficar com 70% do financiamento, que vai ter no BNDES o coordenador dos aportes. Divulgaram-se os nomes de os bancos privados não . A Reuters informou na semana passada, com base em fontes com conhecimento do tema, que os principais bancos privados do país participariam da operação. A adesão das distribuidoras à iniciativa oaconteceráaté a próxima sexta-feira, e a previsão é de que se liberem os recursos no final do mês. Mais cedo, a Agência Nacional de Energia Elétrica informou que o empréstimo vai ter taxa de juros de CDI + 2,9% ao ano. O preço total do financiamento, incluindo taxas, vai ser de CDI + 3,9% ao ano, segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica , gestora da Conta-Covid, que contratará a operação de crédito e repassar os recursos para as distribuidoras. Em 9 meses, os financiamentos poderão ter preços de amortização repassados em as tarifas de os consumidores ao longo dos próximos, conforme autorizado por medida provisória assinada por o presidente Jair Bolsonaro em abril.Faz 6 anos, o preço total de os empréstimos para o consumidor vai ser menor em relação a uma operação semelhante, devido em a queda de taxa de juros em o fase mas o spread vai ser superior. O Ministério de Minas e Energia e a Aneel defendem que a operação vai acalmar reajustes tarifários neste ano, auxiliando os consumidores em momento sensível para a economia devido à crise cprovocadapela pandemia e diluindo iefeitosno longo prazo. Os recursos também visam evitar riscos de as distribuidoras não terem como quitar compromissos de compra de energia e pagamento pela utilização de sistemas de transmissão, o que afetaria outros elos da cadeia do setor elétrico. A Aneel em nota declarou: «A Conta-Covid endereça os problemas vivenciados pelas distribuidoras, ao lhes garantir recursos financeiros necessários para compensar a perda de receita provisória em decorrência da pandemia e protege o resto da cadeia setorial ao permitir que as distribuidoras continuem homenageando seus contratos». Entre os conseqüência da pandemia sobre as elétricas estão uma forte queda no consumo de energia, associado a medidas de isolamento adotadas contra o vírus e à ddanificaçãoda economia, e uma ampliação da inadimplência de clientes. – Bancos privados vão ficar com 70% da chamada Conta-Covid, pacote de financiamento de até 16,4 bilhões de reais viabilizado com suporte do governo para ajudar o caixa de distribuidoras de energia em meio à pandemia. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e bancos públicos vão entrar com cerca de 5 bilhões de reais na operação, que acabou com preços acima do esperado pelo setor. Enquanto o preço total, incluindo taxas, vai ser de CDI, o empréstimo vai ter taxa de juros de CDI + 2,9% ao ano + 3,9% ao ano, segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica , gestora da Conta-Covid, que vai tomar a operação de crédito e vai repassar os recursos para as elétricas. O «spread» cobrado pelos bancos na operação ficou acima das expectativas, até por superar o utilizado em transações semelhantes viabilizadas também por meio da CCEE entre 2014 e 2015, declarou à Reuters o presidente da Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia , Marcos Madureira. «A gente vê que a taxa como um todo não é alta, mas bastante em função da taxa de juros … A expectativa era de que tivesse um ‘spread’ menor por parte do sistema financeiro», alegou. O preço final da operação vai ser bem menor para consumidores do que o empréstimo feito no passado, mas isso devido à Selic, que está em mínima histórica de 2,25% ao ano, após consecutivos cortes pelo Banco Central em reação à crise do coronavírus. Entre 2014 e 2015, a Selic estava na casa dos dois dígitos, com pico de 15% ao ano em 2015. Em 9 meses, os financiamentos poderão ter preços de amortização repassados em as tarifas de os consumidores ao longo dos próximos, conforme autorizado por medida provisória assinada por o presidente Jair Bolsonaro em abril.Os principais bancos privados do país, Itaú Unibanco, Santander Brasil e Bradesco, vão participar da operação, assim como diversos outros, incluindo estrangeiros, informou a Reuters na semana passada, com base em fontes. Divulgaram-se os nomes ainda não . A adesão das distribuidoras à iniciativa oaconteceráaté a próxima sexta-feira, e a previsão é de que uma primeira tranche dos recursos sejam liberados no final do mês. O Ministério de Minas e Energia e a Aneel defendem que a operação vai acalmar reajustes tarifários neste ano, auxiliando os consumidores em momento sensível para a economia devido à crise cprovocadapela pandemia e diluindo iefeitosno longo prazo. Os recursos também visam evitar riscos de as distribuidoras não terem como quitar compromissos de compra de energia e pagamento pela utilização de sistemas de transmissão, o que afetaria outros elos da cadeia do setor elétrico. A Aneel em nota declarou: «A Conta-Covid endereça os problemas vivenciados pelas distribuidoras, ao lhes garantir recursos financeiros necessários para compensar a perda de receita provisória em decorrência da pandemia e protege o resto da cadeia setorial ao permitir que as distribuidoras continuem homenageando seus contratos». Entre os conseqüência da pandemia sobre as elétricas estão uma forte queda no consumo de energia, associado a medidas de isolamento adotadas contra o vírus e à ddanificaçãoda economia, e uma ampliação da inadimplência de clientes.

Na terça-feira 23 de junho – A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou em reunião valores telhado e condições para uma operação que envolverá a viabilização de empréstimos de cerca de 16 bilhões de reais a distribuidoras de eletricidade devido aos efeitos financeiros do coronavírus sobre o segmento. Debates sobre os conseqüência econômicos da pandemia nas operações das distribuidoras, no entanto, serão governadas à parte, em uma consulta pública ainda a ser aberta pela agência, de acordo com dresoluçãounânime dos diretores. Antes, a diretora Elisa Bastos havia exibido proposta pela qual as distribuidoras poderiam registrar temporariamente em seus balanços ativos financeiros setoriais referentes aos efeitos econômicos da Covid-19, mas essa previsão foi retirada da regulamentação final aprovada em colegiado. As distribuidoras de energia afirmavam que o registro desses ativos poderia acalmar efeitos imediatos da pandemia sobre o balanço das companhias, evitando que algumas rompessem limites de endividamento estabelecidos junto a credores. Os contratos de prestação de serviços de distribuição preveem garantia de equilíbrio econômico-financeiro para as companhias, o que permitia a elas requerer reajustes extraordinários de suas tarifas em caso de mudança expressiva nas condições de suas operações. A Aneel Mas esses pleitos analisava eles em longos processos , o que levou as distribuidoras a pedir que a agência permitisse a elas contabilizar de alguma maneira em os balanços o direito a o reequilíbrio de as concessões. A proposta, no entanto, foi vista como possível criadora de incertezas e acabou afastada. O diretor Sandoval Feitosa durante discussão sobre o assunto declarou: «A contabilização tinha que ser o final e não o começo do processo de reequilíbrio». A resolução da Aneel confirmava reportagem da Reuters na véspera, com informação de fontes, que anteciparam que a agência teria que deixar para um segundo momento os debates sobre o reequilíbrio econômico das companhias, recusando a contabilização prévia de ativos pelos efeitos da pandemia. Os empréstimos para as elétricas serão tomados por meio da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica para não impactar o endividamento das companhias, com chance de posterior repasse dos preços de amortização às tarifas. A operação, que envolveria um grupo de bancos liderado pelo BNDES, tem sido chamada de «Conta-Covid» pelo governo. SEM ALÍVIO A Aneel também não aprovou um dispositivo que permitiria aumentar o valor dos empréstimos para algumas distribuidoras nas regiões Norte e Nordeste, o que teria como objetivava evitar aumentados reajustes tarifários projetados para elas no segundo semestre. Essas elétricas, em sua maior parte, pertenciam à estatal Eletrobras e fse as privatizaram em 2018, em leilõesque p previamdireito de uma revisão das tarifas após a mudança de controle. André Pepitone defendeu que uma medida como essa faria sentido dada a preocupação com o nível das tarifas André Pepitone é o diretor-geral da Aneel., mas evidenciou compreender que isso extrapolaria o comando dado à agência pelo Ministério de Minas e Energia. «A operação não era para resolver as questões tarifárias do país, apesar da sensibilidade que nós temos… outras situações não podiam pegar carona nas medidas para enfrentamento da pandemia», defendeu ele. A proposta para acalmar os reajustes havia sido exibida pelo diretor Sandoval Feitosa e apoiada pelo diretor Efrain Cruz, mas ambos decidiram recuar ao final para que a regulamentação do suporte às elétricas pela Aneel pudesse ser aprovada por unanimidade. Entre os principais investidores do setor de distribuição de energia do Brasil estavam a italiana Enel por meio da Neoenergia A de Italia Enel é a de Espanha Iberdrola., e a chinesa State Grid, talento da CPFL Energia, além das brasileiras Energisa e Equatorial.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Enel e Equatorial aderem à Conta-Covid, empréstimo para asuportea elétricas
>>>>>Empréstimo a elétricas por coronavírus terá custo total de CDI +3,9% ao ano – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Bancos privados ficarão com 70% do empréstimo de R$16,4 bi a elétricas, diz BNDES – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Bancos privados terão 70% de empréstimo a elétricas; spread supera expectativa – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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