Por: SentiLecto

– Faz 2 meses, o estoque total de crédito em o Brasil aumentou %2,0 sobre outubro, a 3,954 trilhões de reais, dando sequência a uma trajetória de expansão embalada em este ano por a crise de o coronavírus que fez o governo arremessar programas voltados a companhias e os bancos, que fez o governo arremessar programas voltados a companhias e os bancos abrirem as torneiras para renegociações e novos financiamentos. Com isso, o estoque atingiu 53,1% do Produto Interno Bruto , divulgou o Banco Central nesta quarta-feira, maior percentual desde janeiro de 2016 . Faz 1 mês, a alta de o crédito em o país foi de %13,7 e em 12 meses de %15,6, em o acumulado de janeiro a novembro. Este último percentual, inclusive, bate com a expectativa do BC para o dado consolidado de 2020. Na semana passada, a autoridade monetária calculou que a expansão do crédito no Brasil vai ser de 15,6%, puxada tanto pela procura acentuada de crédito das companhias como pela recuperação do crédito às famílias. Em meio à crise com o coronavírus, houve forte aampliaçãodo crédito com recursos direcionados, com taxas controladas pelo governo. Nos 11 meses de 2020, essa elevação foi de 14,2%, contra alta de 13,3% no crédito livre, no qual as instituições financeiras definem livremente as taxas. Para 2021, o BC calcula que o crescimento do crédito geral vai ser de 7,8%. Faz 1 mês, preço Em relação a o preço de os financiamentos, os juros médios recuaram ligeiramente em novembro, a %26,3 a o ano, contra %26,5 em o mês anterior, dado que considera somente o segmento de recursos livres. O spread, que mede a diferença entre a taxa de captação dos bancos e a cobrada a seus clientes, também reduziu 0,3 ponto no mesmo fase, a 21,2 pontos percentuais. Faz 2 meses, por sua vez, a inadimplência em recursos livres renovou a mínima histórica a %3, frente a %3,1.

– O mercado deu sequência aas ampliações nas expectativas para a inflação na pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira, ao mesmo tempo em que diminuiu as projeções para a taxa de cotação em 2020 e 2021. O levantamento semanal assinalou que a expectativa para a alta do IPCA este ano passou a 4,39% de 4,35% no levantamento anterior, na 19ª semana seguida de ampliação. Em 1 ano, a conta subiu em 0,03 ponto percentual, a %3,37, para 2021. O centro da meta oficial de 2020 é de 4 por cento e, de 2021, de 3,75 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Para o Produto Interno Bruto , a estimativa de contração em 2020 melhorou a 4,40%, contra queda de 4,41% calculada antes. Em 1 ano, a previsão de crescimento reduziu em 0,04 ponto, a %3,46, para 2021. Para a taxa de cotação, o mercado vê agora o dólar a 5,15 reais ao final deste ano, de 5,20 reais antes. Para 2021, a expectativa é de que a moeda norte-americana conclua a 5 reais, de 5,03 reais antes. Ainda que a taxa básica de juros deve concluir o ano que vem a 3%, a pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou , sem mudanças. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, adaptou seu cenário para a Selic no ano que vem a 3%, de 3,13% na mediana das estimativas antes.

Na sexta-feira 27 de novembro – O estoque total de crédito no Brasil subiu 1,4% em outubro sobre setembro, a 3,872 trilhões de reais, passando a 53,4% do Produto Interno Bruto , divulgou o Banco Central nesta sexta-feira, num resultado que levou o acumulado do ano a mostrar ainda mais alento. Em o mês , o crédito foi mais guiado o crescimento em as famílias , com alta de %1,7 , do que entre companhias , com progressão de %1.Entre janeiro a outubro, o crescimento do crédito geral no país foi de 11,3% e em 12 meses de 14,5%, agilizando em relação ao acumulado nos 12 meses até setembro, de 13,4%. Segundo o BC, o movimento foi resultado de expansões verificadas, também na base de 12 meses, nos créditos às ecompanhiase às famílias . Faz 3 meses, a projeção mais recente de o BC era de alta mais modesta em o crédito geral em 2020, de %11,5, principalmente pelava procura de as companhias em meio em a pandemia de coronavírus, atendida tanto por a expansão de o crédito livre como p pelavacrédito direcionado.À época, o BC havia calculado que o crédito às ecompanhiassaltaria 16,5% neste ano, enquanto o saldo de financiamento às famílias subiria 7,8%. Faz 2 meses, em relação a o preço de os financiamentos em o país, os juros médios subiram a %26,5 em outubro, contra %25,8 em o mês anterior, dado que considerava somente o segmento de recursos livres em o qual as instituições financeiras definiam livremente as taxas,. O spread, que media a diferença entre a taxa de captação dos bancos e a cobrada a seus clientes, progrediu 0,3 ponto na mesma base de comparação, a 21,5 pontos percentuais. Isso aconteceu a despeito da inadimplência ter renovado sua mínima histórica a 3,1% ao ano, ante platô de 3,2% registrado em setembro.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Estoque de crédito no Brasil sobe 2,0% em novembro e encosta em R$4 tri, declara BC
>>>>>Projeções para inflação seguem em alta no Focus, mercado reduz previsão para câmbio – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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1 spread 50 0 ORGANIZATION 4 O spread: 4
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