Por: SentiLecto

O desemprego no país atingiu seu maior nível durante a pandemia do novo coronavírus. A taxa de desocupação era de 14,3% na quarta semana de agosto, atingindo 13,7 milhões de brasileiros, segundo a Pnad Covid divulgada nesta sexta-feira . A pesquisa começou a ser feita pelo IBGE em maio, mês no qual o índice foi de 10,5%.

Em somente uma semana, 1,1 milhão de brasileiros entraram para a estatística de desemprego. A alta explica principalmente o movimento em o número de pessoas em busca de vaga , após o relaxamento de a quarentena imposta para controlar a Covid-19. Se o considera só, pela metodologia do IBGE desempregado quem não tem profissão mas está procurando trabalho no momento da pesquisa. A Pnad-Covid, que paulo Baia, economista e professor do setor de gestão do Centro Universitário FEI, alega que o resultado da Pnad Covid expõe um cenário que antes não era captado pelas estatísticas, é semanal e não pode ser comparada com a Pnad Contínua, que é mensal. O desemprego antes era “mascarado” pelo grande número de desalentados, aqueles que estão desocupados e não procuram vaga.

— O que observamos agora é o desemprego que vinha desde junho aparecendo nas estatísticas. Sabendo da pandemia e que as companhias estavam paradas, as pessoas que estavam fora da força de trabalho não iam procurar chances no mercado — analisa Baia.

Ainda que o número de trabalhadores afastados do trabalho por conta das medidas de isolamento retraiu em 363 mil, a Pnad Covid assinala , correspondendo a 3,6 milhões de pessoas, o equivalente a 4,4% da população ocupada. Segundo o IBGE, os profissionais afastados são aqueles que conservam seus vínculos mas não exercem sua atividade durante o fase da pesquisa.

— Vemos uma maior adaptabilidade das pessoas, pressionando o mercado de trabalho, buscando emprego. E esses indicadores ficam refletidos no modo como eles estão se comportando em relação ao distanciamento social — declara a coordenadora da pesquisa do IBGE, Maria Lucia Vieira.

Por outro lado, a perspectiva é que se não houver uma reação mais forte da economia, uma vez que a demanda tende a ampliar, a taxa de desemprego deve continuar subindo, mas não vai haver vagas suficientes para incorporar os desocupados no mercado de trabalho.Faz 4 meses, em o começo a pesquisa registrou 9,8 milhões de pessoas desocupadas em o país, e Faz 1 mês, de agosto esse contingente saltou para 13,7 milhões de desempregados, em a quarta semana. Entre a terceira e a quarta semanas do mês passado, houve um acréscimo de 1,1 milhão de pessoas sem emprego e à pdemandade uma ochancede trabalho.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY NEGATIVE

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Flexibilização do isolamento reduz número de desalentados e faz desemprego atingir maior índice desde o começo da pandemia
>>>>>Desemprego salta 40% de maio a agosto com pandemia e chega a 13,7 milhões de pessoas, diz IBGE – September 18, 2020 (Extraoglobo-pt)

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