Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Uber logo 2018

O governo Biden bloqueou na quarta-feira uma norma da era Trump que tornaria mais fácil classificar as pessoas que trabalham para companhias como Uber e Lyft como profissionais autônomos em vez de empregados. A medida sinaliza uma possível mudança de política do governo de America em direção a uma proteção maior aos trabalhadores.

Uber Technologies Inc. é uma companhia multinacional de America, prestadora de serviços eletrônicos na área do transporte privado urbano, através de um aplicativo de transporte que permite a busca por motoristas baseada na localização, em inglês e-hailing, oferecendo um serviço semelhante ao tradicional táxi.

Se a norma tivesse entrado em forcita, marty Walsh em comunicado declarou: «Ao retirar a norma do contratado independente, auxiliaremos a conservar os direitos imprescindíveis dos trabalhadores e impedir a corrosão das proteções aos trabalhadores que teriam acontecido «. Marty Walsh é o secretário do Trabalho.

Ele declarou: “Bastante frequentemente, quando os empregadores os classificam incorretamente como contratantes independentes, os trabalhadores perdem salários importantes e proteções relacionadas”.

Trabalhadores autônomos são contratados independentes que prestam serviços sob demanda, incluindo motoristas para entrega de mantimentos ou fornecedor de cuidados infantis – e têm um terço mais probabilidade de serem negros ou latinos, de acordo com uma pesquisa da Edison Research.

A norma do governo do ex-presidente Donald Trump, concluída no começo do ano, antes de ele deixar a posição em 20 de janeiro, teria dificultado a habilidade dos trabalhadores de ganhar um salário mínimo e compensação de horas extras – proteções oferecidas pelo Fair Labor Standards Act .

Desde que milhares de apoiadores de o ex-presidente invadiram em o último dia 6 de janeiro o Capitólio , por outro lado, as contas de Trump no Facebook e Instagram estão bloqueadas alguns de eles armados. A invasão concluiu com um saldo de cinco mortes.O Conselho Consultivo do Facebook, instituído pela própria plataforma para atuar como uma espécie de tribunal sobre o conteúdo que deve ser retirado das redes sociais, pediu à ecompanhianesta quarta-feira que reconsidere o veto indefinido ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e deu um prazo de seis meses para que essa revisão seja efetuada.

O FLSA inclui disposições que exigem que os empregadores paguem aos funcionários pelo menos o salário mínimo federal para cada hora de trabalho e compensação de horas extras não inferior a uma vez e meia sua taxa normal de pagamento para os trabalham mais de 40 horas em uma semana de trabalho.

As proteções de o FLSA não contratantes independentes não são aplicados. O Departamento do Trabalho declarou: “A norma do contratante independente estava em nervosismo com o texto e a finalidade do FLSA”.

A retirada da norma era para ter entrado em forcita em março, porque estava sendo revisado pelo Departamento de Trabalho do presidente Joe Biden, que é democrata e tem visão distinta da do republicano Trump sobre a regulação do mercado de trabalho. A retirada da norma vai entrar em forcita na quinta-feira.

Em entrevista na semana passada, Walsh declarou que muitos trabalhadores autônomos nos EUA deveriam ser classificados como «funcionários» que merecem vantagens trabalhistas. Seus observações afetaram as ações de companhias que empregam mão de obra provisória, como aplicativos de transporte e entregas.

Segundo ele, nos próximos meses, seu setor vai conservar conversas com companhias que empregam essa espécie de mão-de-obra para garantir que os trabalhadores tenham acesso a salários consistentes, permissão médica, saúde e «todas as coisas que um funcionário médio na América pode acessar».

Um porta-voz do Uber reconheceu na quarta-feira que o atual sistema de empregos está desatualizado. “Isso força uma escolha binária sobre os trabalhadores: ser um funcionário com mais vantagens, mas menos flexibilidade, ou um contratado independente com mais flexibilidade, mas proteções restringidas.” A companhia acredita que pode oferecer o melhor dos dois modelos.

Justiça é um conceito abstrato que se refere a um estado ideal de interação social em que há um equilíbrio que, por si só, deve ser razoável e imparcial entre os interesses, riquezas e oportunidades entre as pessoas envolvidas em determinado grupo social.

Recentemente o Uber padeceu uma derrota no Reino Unido. Faz 3 meses, a Justiça britânica reconheceu que os motoristas de a companhia em o país são empregados com direito a férias, salário mínimo e descanso semanal, em fevereiro.

Mas há questionamentos sobre os direitos trabalhistas dos motoristas dessa espécie de aplicativo em vários países. Faz 9 meses, de o ano passado, em o estado de America califórnio, a Justiça determinou que os motoristas de o Uber e de o Lyft tenham direito a todas as vantagens previstas em lei como empregados de as plataformas, em agosto.

Enquanto isso, os legisladores da União Europeia planejam publicar recomendações para melhorar as condições para os trabalhadores autônomos como os do Uber.

A Lyft não comentou ainda.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Governo Biden revoga norma da era Trump e defende direitos trabalhistas para trabalhadores como motoristas de aplicativos
>>>>>Conselho do Facebook pede que empresa reavalie veto a Trump – (EfeGeneric)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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