Por: SentiLecto

— O Conselho Monetário Nacional modificou nesta sexta-feira uma norma para facilitar a liberação de financiamentos imobiliários provisoriamente durante o fase de crise provocada pelo coronavírus. Em 4 meses, com a mudança, as instituições financeiras poderão liberar os recursos de financiamentos contratados de este ano antes de o calculado. Anteriormente, a liberação poderia ser feita só após o registro em cartório da constituição da garantia do financiamento. A medida permite que se liberem os recursos a partir da » prenotação «, uma anotação provisória em o protocolo de os cartórios que dá prioridade a o registro de direitos sobre imóveis. BC em nota isse: “Sendo a prenotação ato inicial do processo de registro, a mudança regulamentar passa a checar maior rapidez à liberação dos financiamentos imobiliários»,.Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra Segundo o chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do BC, João Andre Calvino Marques Pereira, os processos estavam se acumulando nos cartórios por conta das mudanças operacionais impostas pela crise, como mudanças no atendimento e o home office. A medida de personalidade temporária tem o objetivo de acelerar o processo de concessão do crédito. A adoção da medida vai ficar a critério das instituições financeiras. “Tal faculdade, a ser exercida conforme a política de crédito de cada instituição financeira, pode facilitar a liberação de recursos para pessoas físicas, para empresas e demais participantes do segmento de construção civil, do mercado de imóveis e das respectivas cadeias de fornecedores de bens e serviços, mitigando os impactos sobre o mercado imobiliário da atual pandemia”, diz a nota. O ministro maneira O Cmn de a Economia , Paulo Guedes , o secretário especial de Fazenda , Waldery Rodrigues e o presidente de o Banco Central , Roberto Campos Neto.

– A equipe econômica avalia instituir uma ajudinha emergencial de até R$ 10 mil para microempresas que faturam até R$ 360 mil por ano. A ideia seria uma opção aos programas de estímulo ao crédito, diante da resistência dos bancos em emprestar para pequenos negócios. Até agora, as medidas esboçadas pelo governo federal para auxiliar companhias têm sido para facilitar os financiamentos. A mais recente é o chamado Pronampe, que calcula o repasse de R$ 15,9 bilhões para reforçar as garantias nas operações contratadas por companhias que faturam até R$ 4,8 milhões por ano. Nesse modelo, o governo vai assumir 85% do risco das operações. Dessa maneira, instituições financeiras ficariam menos expostas aa perda, em caso de calote. Mesmo com esse incentivo, interlocutores do ministro da Economia, Paulo Guedes, temem que o projeto não saia do papel. O problema, declarou uma fonte, é que os bancos avaliam que os juros dos financiamentos do novo programa não compensam nem o preço das operações. Pela lei do Pronampe, a taxa de empréstimos vai ser igual a Selic , mais 1,25% ao ano. Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra Outro problema é a abrangência das companhias beneficiadas. Inicialmente, o governo desejava que o crédito subvencionado fosse voltado somente para as microempresas, mas, no Congresso, o programa incluiu também companhias de pequeno porte, que faturam entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões. Com isso, a tendência é que os negócios maiores tenham a preferência dos bancos. O plano da equipe econômica é avaliar o performance do Pronampe por 30 dias. Sancionou-se a lei que cria o programa já, mas o governo ainda precisa editar um decreto para definir as normas e repassar os recursos para reforçar as garantias. Depois da análise, se o governo compreender que o dinheiro não está chegando aos microempresários, a opção do repasse direto, a fundo perdido, seria posta em prática. O valor da ajudinha seria equivalente a 30% do faturamento da companhia em 2019 e restrito somente as microempresas. Hoje, o Brasil tem cerca de 3,2 milhões de negócios com esse porte.- Roberto Campos Neto declarou nesta quinta-feira que a instituição estava preparada para fazer intervenção maior no mercado de cotação Roberto Campos Neto é o presidente do Banco Central., mas que posteriormente o real apreciou. Ainda assim, Campos Neto compreende que essa vai ser uma variável que vai seguir volátil. Ele alegou que, por ora, o BC segue com as atuações que vinha realizando até então.- Roberto Campos Neto realçou que se recomenda precaução em a condução de a política monetária em o país Roberto Campos Neto é o presidente do Banco Central., e que a dívida pública alta é importante fator de risco, assinalando que houve ampliação nos juros de 5 anos especialmente para os países de dívida mais elevada — Brasil e África do Sul. Faz 15 dias, em apresentação divulgada por o BC, Campos Neto divulgou que a prorrogação de operações de crédito em o âmbito de a renegociação de dívidas junto a bancos chegou a 535,7 bilhões de reais em o fase de 16 de março a, tendo como pano de fundo a crise provocada por a pandemia de o coronavírus. Ele reiterou ainda mensagem da última reunião do Comitê de Política Monetária , assinalando que o colegiado considera um último ajuste nos juros, não maior que o corte de 0,75 ponto realizado em maio. Hoje, a Selic está em 3% ao ano. «O Comitê reconhece que se aumentou a variância do seu balanço de riscos e evidencia que novas informações sobre os conseqüência da pandemia, assim como uma redução das incertezas no âmbito fiscal, serão imprescindíveis para definir seus próximos passos», trouxe a apresentação.

Na quinta-feira 30 de abril – O Conselho Monetário Nacional protelou para novembro a entrada em forcita da nova regulamentação do registro de recebíveis de cartões de pagamento, que passaria a valer em 3 de agosto, justificando que com isso o sistema financeiro ganhará espaço para concentrar ações na guerrazinha à crise do coronavírus. Com a regulamentação, estabelecimentos comerciais vão poder usar essas operações como garantia para tomarem crédito. No mesmo voto, o CMN também decidiu estender por um ano, até 31 de agosto, a implantação do programa para requerimento de margem bilateral de garantia em operações com instrumentos financeiros derivativos de balcão. Esse requerimento estabelece que cada parte envolvida nessas operações tem que colocar um ativo de alta liquidez para garantir que, num momento de volatilidade no fechamento da posição, o recurso para pagamento esteja disponível. O aperto nas normas, que faria com que recursos passassem a ser solicitados de instituições financeiras que não se enquadravam na norma, agora seria feito mais para frente. Segundo o Banco Central, a ideia era evitar que, num momento de crise como o vivido agora, haja pré-requisito de requerimento complementar de margem bilateral, privilegiando assim a liquidez no mercado. Segundo o chefe do setor de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central, João Andre Pereira, a norma valeria somente para operações novas e, por isso, o estoque não seria afetado. Numa estimativa grosseira, o BC calculava que cerca de 8 bilhões de reais deixariam de ser colocados como requerimento de margem bilateral num prazo de 1 a 2 anos. MAIS LIQUIDEZ Em outro voto, o CMN também diminuiu por um ano pré-requisito de capital para instituições financeiras de menor porte na mesma proporção do que já havia sido feito para bancos maiores. A medida tem o potencial de liberar cerca de 1,3 bilhão de reais para crédito e ampliava a habilidade das instituições de cruzarem a crise do Covid-19, declarou o BC em nota. Também como medida para o enfrentamento da crise, o CMN autorizou as financeiras a emitirem CDBs, com o BC realçando que essas instituições eram importantes para a concorrência e para o acesso ao sistema financeiro nacional das famílias e de companhias de pequeno e médio porte.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Governo muda normas para acelerar contratação de financiamento imobiliário
>>>>>Guedes avalia criar socorro de até R$ 10 mil para microempresas – (Extraoglobo-pt)
>>>>>BC estava preparado para intervenção maior no câmbio antes de real apreciar, diz Campos Neto – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Campos Neto destaca que é recomendada cautela na política monetária no Brasil – (Extraoglobo-pt)

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