Por: SentiLecto

Paulo Guedes prometeu nesta quarta-feira que a reforma tributária do governo irá diminuir o Imposto sobre Produtos Industrializados , entre eles de produtos da linha branca. Paulo Guedes é o ministro da Economia. Ele mencionou especificamente fogão e geladeira. A fala foi feita em audiência na delegação do Congresso que debate a reforma tributária.

– Paulo Guedes participa na próxima quarta-feira de audiência pública na delegação mista da reforma tributária no Congresso Nacional. Paulo Guedes é o ministro da Economia. O ministro vai participar por videoconferência e a audiência vai ter começo às 10h. Mais cedo nesta sexta-feira, deputado Aguinaldo Ribeiro alegou que a discussão do assunto iniciaria para valer a partir da audiência com Guedes. Deputado Aguinaldo Ribeiro é o relator da reforma. Tramitam no Congresso Propostas de Emenda à Constituição mais aextensas que incluem tributos municipais e estaduais na simplificação dos impostos sobre o consumo, enquanto o Executivo aexibiuum projeto de lei que psugere como primeira etapa da reforma tributária, asomentea junção de PIS e Cofins num único imposto sobre valor agregado, a chamada Contribuição sobre Bens e Serviços .- Paulo Guedes alegou nesta quarta-feira que a equipe econômica ainda está redigindo as medidas finais do fase de ajudinha emergencial, após já ter anunciado a extensão do programa por mais dois meses, levando seu preço total a Paulo Guedes alegou nesta quarta-feira que a equipe econômica ainda está redigindo as medidas finais do fase de ajudinha emergencial, após já ter anunciado a extensão do programa por mais dois meses, levando seu preço total a 254,4 bilhões de reais. Paulo Guedes é o ministro da Economia. Paulo Guedes é o ministro da Economia. «Ainda há um ou dois meses pela frente de obstáculo pelo menos, mas já estamos voltando», alegou ele, em referência ao efeito da crise do coronavírus. Ao participar de delegação mista da reforma tributária, o ministro pontuou que se vai estudar a reformulação de a ajudinha junto com o Congresso, dentro do chamado Renda Brasil. Sobre a reforma tributária, Guedes declarou que a almazinha do governo é «completamente construtivo» e de «suporte total» à versão mais aextensade um imposto sobre o consumo, após o envio de proposta pelo Executivo que mira a junção asomentedos tributos federais Pis e Cofins. «Nosso primeiro passo é exatamente a CBS, contribuição sobre bens e serviços, que é o IVA federal. Isso terá que ser acoplado aos IVAs estaduais formando então o IBS, que é o projeto que está na PEC 45», declarou. Segundo o ministro, vai haver reunião nesta tarde de técnicos do Ministério da Economia com secretários de Fazenda para discuti o acoplamento do IVA federal com os IVAs estaduais. — Paulo Guedes classificou como «maldade» e «ignorância» chamar o imposto sobre pagamentos eletrônicos que ele deseja implementar de «nova CPMF», o antigo imposto do cheque. Paulo Guedes é o ministro da Economia. Parlamentares questionaram Guedes , em esta quarta-feira , sobre o tema, mas evitou entrar em detalhes sobre a proposta. — Sim, estamos estudando, temos falado sobre isso tempo completo, e as pessoas inadequadamente, por maldade, por ignorância, falam que isso é nova CPMF. Não tem problema, o tempo é o senhor da razão. Vamos seguindo em frente e lá na frente os senhores , avaliarão a base de incidência. Nós desejamo uma base extensa, mas não é o nosso tema aqui na hora — declarou o ministro, ao participar de audiência na delegação do Congresso que debate a reforma tributária. O governo pretende implementar um imposto sobre pagamentos eletrônicos, que teria alíquota de 0,2%, mas ainda não exibiu formalmente uma proposta. A ideia de Guedes é diminuir outros tributos como compensação. Um desses tributos que poderiam ser diminuídos é a contribuição patronal ao INSS, que pesa sobre a folha de pagamentos das companhias. — O imposto digital é uma coisa para nós conversarmos à frente, mas é claro que a economia está cada vez mais digital. Isso está sendo estudado na OCDE , nos países mais avançados — declarou o ministro. Guedes mencionou grandes companhias da economia digital, como o Google e a Netflix, para justificar a necessidade da tributação. — A Netflix, o Google, todo mundo vem aqui, o brasileiro utiliza o serviço, são belíssimas inovações tecnológicas, mas agora não conseguimos ainda tributar corretamente e isso é uma peça importante — adicionou. Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra O ministro ainda ironizou a fala do relator da reforma tributária, o deputado Aguinaldo Ribeiro , que classificou como “medieval” o que ele considera uma “tentação de ampliação de carga tributária”. O deputado também se declarou contra a recriação de um novo imposto nos moldes da CPMF. — Até o deputado Aguinaldo cometeu um certo excesso porque ele propôs que a Netflix e a Google já existiam na idade média. Ele falou que o imposto digital é um imposto medieval. Então, parece que já existia tudo isso na Idade Média. Os bispos nas catedrais góticas, já utilizavam Netflix Waze. Os bispos são os padres. Netflix é google. Foi um exagero que ele cometeu — alegou Guedes. O próprio ministro reconheceu, porém, que um imposto sobre o valor agregado , base da unificação do PIS e da Cofins que ele mesmo sugeriu é do século passado: — Tanto isso é verdade que o setor de serviços está em polvorosa.

Na quarta-feira 29 de julho — Paulo Guedes declarou que a criação de um imposto sobre pagamentos podia abrir espaço para diminuir alíquotas de até dez outros tributos, além de aumentar a faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física . Paulo Guedes é o ministro da Economia. — podíamo redistribuir, instituir uma base extensa, nova, e aí você pode, se criar uma base ampla nova e tributar um pouco ali, pode reduzir o Imposto de Renda, eliminar alguns IPIs , pode até reduzir, cinco, seis, sete, oito, dez impostos — afirmou Guedes. O ministro participou de uma ma reunião sobre a reforma tributária no Palácio do Planalto e deu a declaração ao lado do relator da proposta, o deputado Aguinaldo Ribeiro . O cenário traçado pelo ministro era mais abrangente que os planos que têm sido indicados até agora pelava equipe econômica, nos quais o novo imposto seria utilizado somente para compensar a perda de arrecadação provocada pela desoneração da folha de pagamento — um desejo da equipe econômica desde o ano passado. Os estudos iniciais mencionavam uma alíquota de 0,2% sobre transações eletrônicas — como transferências e pagamentos digitais — que renderia uma arrecadação de R$ 120 bilhões por ano. Esse valor seria suficiente para acabar com a contribuição previdenciária que incidia sobre salários nos contratos de até 1,5 salário mínimo. Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra Guedes não especificou qual seria o cenário em que a arrecadação do novo tributo seria suficiente para gerar uma arrecadação ainda maior, mas alegou que «muita coisa pode ser feita» se contribuintes que não pagavam passarem a recolher pelo novo sistema. — Se houve uma base extensa nova, ela permitia extinguir vários impostos, fogão, geladeira, máquina de lavar roupa, ampliar a faixa de isenção, se nós conseguíamo uma base extensa que tribute quem não pagava antes, muita coisa podia ser feita e permita pagar menos aqueles que já pagavam. Todos pagavam menos, quando todos pagavam. era isso que nós desejávamo fazer nessa reforma — alegou Guedes. Segundo o ministro, o novo modelo — que era alvo frequente de críticas por ser comparado à extinta CPMF — é eramais aadaptadopara tributar a chamada economia digital. Hoje, os projetos de reforma tributária na Câmara se concentravam na criação de um imposto sobre valor agregado . — tem uma enorme economia em crescimento, uma economia digital, nova, surgindo. E o IVA era um imposto que pegava antes a indústria. Se o desenvolveu em meados de o século passado para atingir a indústria. Ele também servia, porque nós estávamo botando uma alíquota única para serviços também, mas ele foi melhor esboçado para a indústria — alegou o ministro. O relator da reforma tributária alegava que existia convergência sobre a necessidade de simplificar o pagamento de impostos, ampliar a clareza e distribuir a carga. — Eu declararia que o primeiro capítulo do relatório seria: não haveria ampliação de carga tributária. Isso seria fundamental para que nós possamos ter uma reforma que vá impactar positivamente o nosso país. Todos queríamo ter um sistema que chance melhorar o ambiente de negócios, confiança no nosso país, que tragava segurança jurídica, estabilidade, e que isso gere um efeito no nosso PIB, que era o que todos nós queríamo — alegou. A primeira parte da reforma tributária do governo foi entregue npassada, e tratava somente da unificação dos tributos federais PIS e Cofins, instituindo a Contribuição sobre Bens e Serviços , com alíquota de 12%. O setor de serviços tem reclamado desse modelo, que ampliava a carga para essas atividades. O ministro alegou que debatia com estados a inclusão de tributos locais, como o ICMS, na base. Guedes pretente mandar as outras etapas da reforma em agosto. Elas incluirão mudanças no IR de companhias e pessoas físicas, IPI, desoneração da folha de pagamento das companhias e a criação do imposto sobre pagamentos.

— Quando nós abordamos a reforma nossa como um todo, muitos custos vão até cair. Os senhores verão que envolve queda de IPI, sim. Para melhorar o poder aquisitivo das classes mais baixas. Então terá fogão caindo 10% de custo, derrepente geladeira caindo de custo também. Quer dizer, derrubaremos alguns impostos importantes — declarou o ministro, sem entrar em detalhes.

Até agora, o governo mandou ao Congresso somente a unificação dos impostos federais PIS e Cofins. Outras etapas da reforma do governo vão calcular mudanças no Imposto de Renda das pessoas físicas e companhias, diminuição de encargos sobre a folha de pagamento das companhias e a criação de um novo imposto sobre pagamentos eletrônicos.

Como o GLOBO mostrou nesta semana, na parte que trata da reforma do IPI, Guedes pretende diminuir esse tributo para produtos da linha branca, como geladeiras e fogões. Isso pode ser bancado com o imposto sobre pagamentos eletrônicos. O governo vê nessa estratégia uma forma de diminuir as resistências dentro e fora do Congresso ao novo imposto.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY NEGATIVE

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Guedes promete diminuir IPI para geladeira e fogão
>>>>>Guedes participa de audiência na 4ª-feira em comissão da reforma tributária – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Ainda estamos redigindo as medidas finais do período de auxílio emergencial, diz Guedes – August 05, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>Guedes diz ser ‘maldade e ignorância’ chamar imposto sobre pagamentos de ‘nova CPMF’ – August 05, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Bolsonaro dá sinal verde para Guedes testar ‘nova CPMF’, mas não apoiará publicamente o imposto – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

Id Entity Positive Negative Named-Entity Total occurrences Occurrences (appearances)
1 nós 95 15 NONE 18 Nós: 1, nós: 7, (tacit) nós: 10
2 Paulo Guedes 160 0 PERSON 15 Paulo_Guedes (apposition: O ministro de a Economia): 5, Guedes: 7, Ele (referent: Paulo_Guedes): 1, (tacit) ele/ela (referent: Paulo_Guedes): 1, ele (referent: Paulo_Guedes): 1
3 eu 99 0 NONE 12 (tacit) eu: 11, Eu: 1
4 ministro 0 0 NONE 11 ministro: 1, O ministro: 2, O próprio ministro: 1, o ministro: 7
5 imposto 0 720 NONE 8 o novo imposto: 1, um imposto medieval: 1, um único imposto: 1, o imposto digital: 1, O imposto digital: 1, um imposto: 3
6 pagamentos 0 0 NONE 8 pagamentos: 2, pagamentos digitais: 2, pagamentos eletrônicos: 4
7 reforma 0 0 NONE 7 a reforma nossa: 1, a reforma tributária: 3, essa reforma: 1, uma reforma: 2
8 base 30 0 NONE 6 a base: 1, uma base ampla: 4, uma base ampla nova: 1
9 o IVA federal 100 0 OTHER 5 (tacit) ele (referent: o IVA): 1, Ele (referent: o IVA): 1, o IVA federal: 1, (tacit) ele/ela (referent: o IVA): 1, ele (referent: o IVA): 1
10 governo 0 0 NONE 5 O governo: 2, o governo: 3