Por: SentiLecto

— Paulo Guedes declarou nesta quinta-feira que irá mandar ao Congresso Nacional a primeira parte da sua proposta de reforma tributária na próxima terça-feira. Paulo Guedes é o ministro da Economia. Ele alegou que vai ir pessoalmente à casa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre , entregar o texto. A primeira parte da reforma, segundo o ministro, irá instituir um Imposto, que mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra Ou seja, dois impostos seriam instituídos: um para unificar tributos federais, outro para os regionais, sobre Valor Agregado dual. Ele seria resultado da unificação de impostos federais e estaduais. Economistas Por isso , chamam ele de IVA dual. A estratégia é uma maneira de evitar que a discussão sobre divisão de recursos entre os entes federativos infecte o andamento da reforma. Guedes não declarou, porém, quais impostos serão fundidos. Mencionou somente o PIS e Cofins — duas contribuições que incidem sobre o faturamento. Essa fusão é mais simples e poderia ser feita até por projeto de lei. Mas não explicou se outros tributos federais, como IPI e IOF, vão entrar na conta. E nem declarou se incluiria-se o ICMS e o ISS em esse sistema . — Temos que iniciar pelo que nos junta. Vamos iniciar com o IVA Dual. Acabaremos com o PIS/Cofins. Isso já está na Casa Civil — declarou o ministro, em acontecimento do mercado financeiro. Guedes alegou que a reforma tributária está praticamente pronta “há muito tempo”. Mas que a resolução de mandar-la depende do que chama de “processamento político”. — A reforma tributária está pronta, está na Casa Civil o primeiro tranche . Segue para o Congresso e será entregue ao senador Davi Alcolumbre. Levaremos a proposta para o presidente do Senado. Nós vamos à casa do Davi na terça-feira — ddeclarouGuedes. Se vai anexar a proposta de o governo em a delegação de deputados e senadores que debate o assunto.Guedes decidiu dividir sua reforma em partes, o que chama de “tranche”, do termo em inglês. Só depois de mandar a proposta que trata da unificação de tributos é que irá sugeri a criação de um imposto sobre transações, nos moldes da antiga CPMF. — Nós devemo examinar bases mais extensas de tributação. Comércio eletrônico é uma base extensa, pagamento eletrônico também. Não é o mesmo imposto mudando de nome — declarou. O ministro alegou ainda que que o governo está avaliando a abrangência do imposto sobre pagamentos. Ele confirmou que irá sugeri a criação de um imposto sobre dividendos, mas com diminuição do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica. — Terá imposto sobre transação? Estamos estudando aumentar a base. Terá imposto sobre dividendo? Vai. O Imposto de Renda da Pessoa Jurídica cairá — declarou.

– Paulo Guedes declarou que o governo vai encaminhar ao Congresso na próxima terça-feira a primeira tranche da proposta da reforma tributária, que já está na Casa Civil. Paulo Guedes é o ministro da Economia. Ao falar em live promovida pela XP nesta quinta-feira, o ministro pontuou que esse primeiro período admirará a junção de PIS e Cofins num Imposto sobre Valor Agregado . Ele também declarou que não pode alegar que vai haver um imposto sobre transações na reforma tributária. Se eu for iniciar, alegou: » sobre o que nos desune, acabará a reforma tributária antes de a gente iniciar». Segundo Guedes, o governo irá ampliar os limites novamente dos programas de crédito, após avaliar que em duas semanas eles já acabaram. Em outra frente, o ministro declarou ter acertado com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia , que o governo vai empurrar a reforma administrativa para os deputados começarem a processar, com os parlamentares auxiliando com a apreciação dos marcos regulatórios. — Rodrigo Maia alegou nessa terça-feira que a Câmara irá recomeçar a delegação da reforma tributária nessa semana. Rodrigo Maia é o presidente da Câmara dos Deputados. Ele declarou que tentou dialogar com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre para reativar a delegação mista da reforma, mas não teve êxito. — O presidente do Congresso declarou que tinha obstáculo de recomeçar as delegações mistas. Como nós não conseguimos recomeçar lá, a partir de amanhã vamos recomeçar aqui na Câmara dos Deputados. Maia frisou que seria melhor que o discussão contasse com a participação dos senadores, mas, já que Alcolumbre não consentiu, a Câmara voltará a analisar a proposta que tramita na casa, relatada por Aguinaldo Ribeiro , independentemente de o governo mandar uma nova proposta. — A simplificação e união de impostos sobre consumo é bastante importante e é base importante da recuperação do nosso país, do ambiente de negócios para o setor privado. O discussão dos impostos sobre consumo não tem nada a ver com a discussão sobre desoneração, uma coisa não anula a outra. Ele declarou também que a reforma tributária independe do debate da prorrogação da desoneração da folha de pagamento — vetada pelo governo. Maia vem criticando a proposta do governo de tentar, por meio de uma reforma tributária, «trocar» a desoneração da folha de pagamento aprovada pelo Congresso Nacional por um novo tributo nos moldes da CPMF.Paulo Guedes incluirá a criação de um imposto sobre transações financeiras na proposta de reforma tributária que deve ser encaminhada ao Congresso até o fim do mês. Paulo Guedes é o ministro da Economia. Tributaristas alegam que a depender da abrangência do tributo, o governo vai arremessar versão contemporânea da CPMF, o velho imposto do cheque.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Guedes vai entregar primeira parte da sua reforma tributária na terça sem imposto sobre pagamentos
>>>>>Primeira parte da reforma tributária com criação de IVA vai para Congresso na terça, diz Guedes – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Câmara vai retomar comissão da reforma tributária sem o Senado, diz Maia – July 14, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Guedes quer criar um imposto no estilo da antiga CPMF durante reforma tributária – (Extraoglobo-pt)

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