Por: SentiLecto

– Enquanto IRB Brasil RE subiu forte, o Ibovespa, que concluiu com declínio de 1,19%, a 98.843,58 pontos, segundo dados preliminares, fechou em baixa nesta segunda-feira, perdendo alento e o platô dos 100 mil pontos na segunda etapa do pregão, seguindo a piora em Wall Street, com Ambev e Natura&Co entre as maiores pressões de baixa. Na máxima, pela manhã, chegou a 100.857,68 pontos. O volume financeiro 26,2 bilhões de reais.

– O Ibovespa quase bateu nos 100 mil pontos nesta quarta-feira, fechando em alta de mais de 2%, com apostas positivas na recomeçada econômica em um ambiente de taxas de juros altamente baixas prevalecendo sobre o cenário ainda nebuloso quanto à pandemia de Covid-19. Índice de referência do mercado acionário de Brasil, o Ibovespa marcou 99.769,88 pontos no final do pregão, elevação de 2,05%. No melhor momento, chegou a 99.972,78 pontos. Faz 4 meses, a última vez que superou os 100 mil pontos foi, antes de o agravamento de a epidemia de o coronavírus em o país. O volume financeiro no pregão adicionou 26,3 bilhões de reais. Números sobre as vendas no varejo de Brasil, com crescimento lembre em maio ante abril, endossaram visões de que o pior pode ter ficado para trás e serviram como argumento para compras de ações, um dia após movimentos de execução de lucros colocarem o Ibovespa abaixo de 98 mil pontos. Para o Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, os dados referentes a maio e junho, no Brasil e no mundo, têm se mostrado mais positivos que o esperado há um mês, diante das evidências de que a retração da economia no segundo trimestre possa ser menos intensa. Os economistas dos bancos, adicionando alegaram: «No curto prazo, acumulam-se sinais de melhora da atividade e o cenário nos parece assimétrico para cima», contudo, que ainda há muita incerteza em relação ao médio prazo e que não entrevêem a atividade de Brasil voltando ao nível pré-pandemia tão cedo. Ainda antes da abertura do pregão, o IBGE mostrou que as vendas no varejo de Brasil progrediram 13,9% em maio na comparação com o mês anterior, alta recorde e melhor do que as expectativas, embora ainda insuficiente para zerar perdas dos dois meses anteriores por causa da pandemia. Bora ainda entrevejam riscos de maior volatilidade no exterior e no Brasil. N, em ajustes na sua carteira ‘Buy List’, o Itaú BBA declarou que estava começando a repensar a longo prazo, à medida que os riscos associados à crise com a pandemia do Covid-19 começam a direduziemo exterior, Wall Street deu aval para a trajetória positiva na bolsa paulista, com o S&P 500 fechando em alta de 0,78%, apoiado por ações de tecnologia, apesar da alta nos novos casos de Covid-19 nos Estados Unidos. O Nasdaq renovou recorde de encerramento. DESTAQUES – B3 ON disparou 6,09%, a 60,65 reais, máxima histórica de encerramento do papel, em meio a perspectivas positivas para o mercado de capitais no Brasil, que tem mostrando, entre outros movimentos, crescimento nas ofertas de ações, em meio a um ambiente de taxas de juros em mínimas históricas. O Itaú BBA passou a incluir os papéis em sua «Buy List». Enquanto o Ibovespa ainda acumula queda de 13,7%, no ano, a ação já sobe 45%. – CIELO ON progrediu 5,26%, também embalada pela sinalização mais positiva sobre o consumo no país, dado que ainda contabiliza uma perda de 40% no ano. Também apoiada pelo cenário melhor para consumo, NATURA&CO ON fechou em alta de 6,04%, aumentando a alta em 2020 para 9,45%. – MRV ON fechou em alta de 4,50%, após bater recorde de vendas no segundo trimestre, apoiada por uma estratégia comercial agressiva, e se beneficiou da regularização de repasses para o programa Minha Casa Minha Vida . – CYRELA ON valorizou-se 4,41%, após comunicar que a Lavvi Empreendimentos Imobiliários, na qual é acionista, pediu registro para oferta pública inicial de ações a ser realizada no Brasil. – CVC BRASIL ON caiu 6,07%, enquanto permanecem dúvidas sobre a recuperação do turismo pós-pandemia e agentes financeiros ainda, entre os destaques de queda do Ibovespa na sessão pelo segundo pregão consecutivo aguardam termos e condições definitivos de uma esperada operação de capitalização da empresa, além do desfecho sobre o processo de revisão e conciliação dos erros contábeis. – IRB BRASIL RE ON recuou 2%, com o papel ainda afetado pelo anúncio de que vai fazer captação bilionária para repor provisões métodos regulatórias afetados por fraude contábil. Analistas do BTG Pactual cortaram o preço-alvo das ações de 15 para 9 reais, mencionando estimativas mais baixas e perspectiva de um payout menor por mais tempo para suprir a lacuna de liquidez. – BRADESCO PN subiu 3,41% e ITAÚ UNIBANCO PN progrediu 2,16%, endossando a alta do Ibovespa, após fortes perdas na terça-feira, quando receios afetaram eles acerca de mudanças legislativas afetando o setor bancário em o país. – PETROBRAS PN fechou em alta de 1,89% e PETROBRAS ON subiu 2,46%, tendo de pano de fundo alta do petróleo no mercado externo e percepções positivas sobre andamento de seu plano de desinvestimento. – VALE ON progrediu 1,69%, com o setor de mineração e siderurgia como um todo em alta, seguindo conduta de custos da minério de ferro e aço na China, com destaque para CSN ON, que fechou com elevação de %. No radar, a ArcelorMittal anunciou que religará alto-forno no Espírito Santo no fim do mês de olho em mercado externo. – DURATEX ON subiu 6,45%, entre as maiores altas do índice Small Caps. Analistas do Bradesco BBI reiteraram recomendação «outperform» para as ações e aumentaram o preço-alvo de 14 para 18 reais, avaliando que a companhia está bem posicionada para o futuro, em meio a dados fortes de vendas de materiais de construção nos últimos meses. Para ver as maiores altas do Ibovespa, clique em Para ver as maiores baixas do Ibovespa, clique em – O Ibovespa voltou a tocar os 100 mil pontos nesta quinta-feira, o que não ocorria desde março, mas perdeu força e recuava, com Braskem liderando as perdas, em meio a um cenário externo menos favorável a ativos de risco. Às 11:51, o Ibovespa caía 0,34 %, a 99.425,84 pontos. Na máxima mais cedo, chegou a 100.191,24 pontos. O volume financeiro no pregão era de 8,4 bilhões de reais. Enquanto agentes seguem monitorando a evolução da pandemia de Covid-19 e a reação da atividade econômica, no exterior, Wall Street tinha o S&P 500 em queda, com dados de auxílio-desemprego nos Estados Unidos também no radar. Para alguns profissionais da área de renda mutável, após a forte recuperação recente nos mercados acionários se faz necessário um novo catalisador, ou o espaço de alta tende a ser diminuído no curto prazo. No caso do Ibovespa, Fernando Ferreira avalia que, em relação na renda fixa, ainda há um potencial muito interessante de valorização Fernando Ferreira é o estrategista-chefe da XP Investimentos. mas que o ‘upside’ agora é menor. Alegou: «Do movimento total de recuperação, desde os 60 mil pontos, com certeza, boa parte já ocorreu». Faz 4 meses, o índice afundou em março por causa da Covid-19, chegando a, após encostar em os 120 mil pontos em janeiro 61.690,53 pontos em o pior momento 61.690,53 pontos no pior momento. Desde então, já subiu mais de 60%. DESTAQUES – BRASKEM PNA caía 5,6%, entre as maiores quedas do Ibovespa, após forte alta na véspera. A petroquímica informou que a Defesa Civil incluiu 1.918 imóveis para desocupação nos bairros Mutange, Bom Parto, Pinheiro e Bebedouro, em Maceió, no contexto do acontecimento geológico em Alagoas. – IRB BRASIL RE recuava 2,6%, após a resseguradora aprovar ampliação do capital até 2,3 bilhões de reais com emissão de ONs para subscrição privada a 6,93 reais por papel, com diluição potencial entre 24,7% e 26,4% dos atuais acionistas. No pior momento, a ação caiu 10,8%, a 8,31 reais. – ELETROBRAS PNB e ELETROBRAS ON valorizavam-se 8% cada, ainda tendo no radar expectativas relacionadas a sua tão esperada e adiada privatização. O índice do setor elétrico subia somente 0,3%. – GOL PN progredia 2,1%, entre os destaques positivos. A aérea divulgou mais cedo atualização sobre sua situação de liquidez, alegando que tem mais de 12 meses de caixa disponível, excluindo reembolsos e caixa restrito, bem como dados preliminares no segundo trimestre. – PETROBRAS PN cedia 1,4% e PETROBRAS ON recuava 1,6%, na esteira da queda dos custos do petróleo no exterior. – VALE ON recuava 1,3%, mesmo com alta dos custos dos contratos futuros do minério de ferro na China pela quinta sessão consecutiva. – ITAÚ UNIBANCO PN perdia 0,8% e BRADESCO PN mostrava variação negativa de 0,5%, corroborando a fraqueza do Ibovespa.- Faz 4 meses, o Ibovespa fechou em alta em esta, acima dos 100 mil pontos pela primeira vez desde março, apoiado em o viés positivo de os mercados em o exterior, com CVC Brasil e Cogna progredindo mais de dois dígitos e liderando os ganhos da sessão. Índice de referência do mercado acionário de Brasil, o Ibovespa subiu 0,88%, a 100.031,83 pontos. O volume financeiro adicionou 24,1 bilhões de reais. Na semana, acumulou alta de 3,38%, conservando em julho o viés positivo dos últimos três meses, apoiado no cenário de juros muito baixos no país e sinais de que o pior para atividade econômica brasileira pode ter ficado para trás. Final de janeiro, o Ibovespa já acumula valorização de cerca de 60% desde as mínimas do ano registradas em março, embora continue distante dos quase 120 mil pontos que alcançou no. Para o analista José Falcão, da Easynvest, correções e execução de lucros não estão descartadas, mas o movimento principal da bolsa é de alta e não há sinais de mudança dessa tendência. Reiterou: «O cenário é positivo, de bolsa em alta, sem sinais de reversão nesse momento». Ele cogitou, contudo, que o mercado precisa de dados e eventos que deem mais força para o Ibovespa se consolidar acima dos 100 mil pontos, bem como a proximidade da temporada de balanços do segundo trimestre pode travar o alento. A temporada das companhias do Ibovespa inicia dia 22, com a divulgação do balanço de Weg . No exterior, o norte-americano S&P 500 subiu 1%, com a notícia de que o remédio remdesivir da Gilead melhorou significativamente a recuperação hospital e diminuiu o risco de morte em pacientes com Covid-19. A alta de novos casos de coronavírus nos Estados Unidos tem somado precaução mais recentemente, principalmente por causa de temores quando a uma volta de medidas de lockdown que afete a retomada da maior economia do mundo. DESTAQUES – CVC BRASIL ON saltou 14%, a 22 reais. A operadora de turismo anunciou uma ampliação de capital que pode chegar a 703 milhões de reais, com subscrição privada a 12,84 reais por ação. O valor encarna um desconto de 33,5% em relação àoccâmbiode fencerramentodo papel da véspera, de 19,30 reais. Embora ainda enxerguem um cenário desafiador para o setor nos próximos trimestres, analistas do BTG Pactual consideraram o anúncio positivo. No ano, as ações da CVC acumulam queda de quase 50%. – COGNA ON disparou 11,05%, em meio a expectativas para o IPO de sua subsidiária de educação básica Vasta nos Estados Unidos, após a empresa pedir no início da semana registro para a oferta. Em relatório na ocasião, a Guide Investimentos considerou a notícia positiva, adicionando que, a Cogna conseguirá erguer uma soma importante para readequação, caso operação aconteça da sua estrutura de capital. A ação lidera as altas do Ibovespa no mês. – PETROBRAS PN subiu 1,67% e PETROBRAS ON progrediu 1,55%, na esteira da alta dos custos do petróleo no mercado externo. – VALE ON fechou com elevação de 0,97%, mesmo com declínio dos custos futuros do minério de ferro na China, que, entretanto, Faz 2 meses, tiveram seu maior ganho semanal desde meados, com o otimismo aumentando em relação em as perspectivas de procura de o maior produtor e consumidor global de produtos siderúrgicos.- ITAÚ UNIBANCO PN progrediu 0,93%, mesmo após sua unidade no Chile registrar uma baixa contábil sem conseqüência caixa referente a perda de 930 milhões de dólares com ativos. No setor, BRADESCO PN subiu 1,46%. – QUALICORP ON fechou em baixa de 2,53%, com outras ações do setor de saúde também entre os destaques negativos. NOTRE DAME INTERMÉDICA ON perdeu 1,79% e FLEURY ON recuou 1,01%. Na contramão, HAPVIDA ON subiu 0,9%. – ELETROBRAS ON e ELETROBRAS PNB caíram 1,33% e 2,01%, respectivamente, em sessão de ajustes, após alta significativa na véspera, em meio a expectativas relacionadas à privatização da elétrica estatal. Para ver as maiores altas do Ibovespa, clique em Para ver as maiores baixas do Ibovespa, clique em

Na quinta-feira 25 de junho – O Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira, ganhando alento nas horas finais do pregão, em movimento que seguiu a melhora em Wall Street, com volatilidade ainda dando o tom nos mercados em meio a dúvidas sobre a pandemia do Covid-19. Índice de referência do mercado acionário de Brasil, o Ibovespa subiu 1,84%, a 96.118,46 pontos, de acordo com dados preliminares. O volume financeiro totalizava 21,8 bilhões de reais.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: POSITIVE

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Ibovespa segue piora em NY e fecha em queda, abaixo dos 100 mil pontos
>>>>>Ibovespa quase bate 100 mil pontos com ânimo sobre retomada da economia – July 08, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Ibovespa fecha com realização de lucros puxada por bancos; Itaú cai quase 5% – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Ibovespa futuro avança apesar de viés misto no exterior – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Ibovespa avança 2,5% com ânimo sobre retomada de economias e forte noticiário corporativo – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Ibovespa perde força após superar 100 mil pontos com fraqueza externa – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Ibovespa fecha acima dos 100 mil pontos e volta a patamar pré-pandemia – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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