Por: SentiLecto

– Faz 2 meses, as medidas de contenção de o coronavírus impactaram com força o setor de serviços brasileirobrasileiro que exibiu o maior recuo em a série histórica diante do isolamento social,. Faz 3 meses, o volume de o setor de serviços despencou %6,9 em a comparação com o mês anterior, em o segundo mês seguido de perdas após recuo de %1 em fevereiro. A leitura de março é a mais fraca já registrada na pesquisa do IBGE, que foi começada em janeiro de 2011. Os dados informados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta terça-feira mostraram ainda que, em relação ao mesmo fase do mês anterior, o setor teve contração de 2,7%, suspendendo sequência de seis taxas positivas. As expectativas em pesquisa da Reuters eram de contração de 5,8% no mês e de 4,1% no ano. Com companhias e lojas fechadas e as pessoas isoladas em casa, os efeitos do coronavírus se alastram sobre a economia brasileira. Entretanto, o peso a ser visto em abril tem que ser ainda mais forte, dado que os efeitos sobre as companhias do setor de serviços foram sentidos principalmente nos últimos dez dias de março, quando iniciaram as paralisações. Assim, o movimento de recuperação dos serviços ensaiado no final de 2019 cai por terra, com a epidemia provocando fortes incertezas e temores relacionados ao mercado de trabalho. Todas as cinco atividades pesquisadas tiveram quedas, com destaque para serviços prestados às famílias e transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio . Quando houve a greve dos caminhoneiros, no primeiro caso, foi a queda mais intensa desde o começo da série histórica, enquanto que as perdas de transportes só ficaram atrás daquelas registradas em maio de 2018. Administradora da pesquisa, Rodrigo Lobo xplicou: «As paralisações que ocorreram em os estabelecimentos , estimulam , em grande parte , essa queda sobretudo em os restaurantes e hotéis que fazem parte de os serviços prestados em as famílias , que fazem parte dos serviços prestados às famílias»,.»Outras companhias também sentiram muito depois do encerramento parcial ou total, como os segmentos de transporte aéreo e algumas companhias de transporte rodoviário coletivo de passageiros», completou. Entre as outras atividades, o volume de serviços profissionais, administrativos e adicionais caiu 3,6%, o de informação e comunicação perdeu 1,1% e outros serviços teve queda de 1,6%. A queda nos segmentos de hotéis e restaurantes, além de transportes aéreos de passageiros e agências de viagens, impactou o índice de atividades turísticas de março, com queda de 30% em relação a fevereiro — retração mais acentuada desde o começo da série histórica, em janeiro de 2011. O setor de serviços tem forte peso sobre o Produto Interno Bruto, sendo que a expectativa para a economia neste ano na pesquisa Focus do Banco Central é de uma contração de 4,11% como consequência da pandemia de coronavírus.

O volume do setor de serviços do Brasil caiu 6,9 por cento em relação a fevereiro e teve queda de 2,7 por cento na comparação com o mesmo mês do ano anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta terça-feira.- Faz 1 mês, uma vez que o recuo de quase %10 de os combustíveis compensou a alta de a alimentação em o domicílio em meio a o isolamento diante do coronavírus, o Brasil registrou deflação, com o índice de custos em o menor platô em mais de duas décadas. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo caiu 0,31% em abril, ante variação positiva de 0,07% em março, de acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . Essa foi a primeira taxa negativa do IPCA desde setembro de 2019, e a variação mensal mais fraca desde a queda de 0,51% vista em agosto de 1998. Em 12 meses, a inflação acumulada foi a 2,40%, de 3,30% antes. Assim, vai ainda mais abaixo do centro da meta de inflação para este ano, de 4% com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. As expectativas em pesquisa da Reuters eram de recuo de 0,20% na variação mensal e alta de 2,49% em 12 meses. As paralisações e o isolamento adotados como medida de contenção do novo coronavírus, bem como a queda do petróleo no mercado internacional vêm registrando pressões anômalo na inflação de Brasil. Ao mesmo tempo em que a carência da procura contribui para diminuir os custos dos combustíveis, os preços de alimentação passaram a subir mais. Faz 1 mês, os Transportes tiveram a maior queda, de %2,66, pressionado principalmente por a deflação de %9,59 de os combustíveis. Somente a gasolina teve queda de 9,31% nos custos, exercendo o maior efeito negativo individual no índice. De acordo com o IBGE, no fase de coleta dos dados para a pesquisa houve dois anúncios de redução no custo da gasolina. Faz 1 mês, Etanol, óleo diesel e gás veicular também exibiram deflações. O grupo dos Artigos de residência exibiu a segunda maior variação negativa no índice do mês, com queda de 1,37%. Ainda se realçam as quedas de 0,22% de Saúde e Cuidados Pessoais, 0,14% de Despesas Pessoais, 0,20% de Comunicação e 0,10% em Habitação. Faz 1 mês, em a outra ponta, Alimentação e Bebidas agilizou a alta de %1,13 a %1,79 em abril, com a alimentação em o domicílio subindo %2,24, de %1,40 em o mês anterior. Os destaques entre as altas ficaram para cebola , batata-inglesa , feijão-carioca e leite longa vida . O Banco Central decidiu na quarta-feira diminuir a taxa básica de juros Selic acima do esperado, à mínima histórica de 3% ao ano, e sinalizou um último corte à frente para complementar o estímulo monetário necessário em meio aos iefeitosda pandemia de coronavírus na economia. A pesquisa Focus realizada pelo BC com economistas mostra que a expectativa para este ano é de inflação de 1,97%, com a economia contraindo 3,76%.- A carga de energia brasileira, importante indicador da atividade econômica, pode cair 2,9% neste ano devido aos efeitos do coronavírus sobre a procura, projetaram nesta sexta-feira órgãos técnicos do setor elétrico. Até o final de março, a estatal Empresa de Pesquisa Energética , o Operador Nacional do Sistema Elétrico e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica assinalavam expectativa de recuo de 0,9% na carga de energia em 2020. , em nota conjunta, em referência à projeção anterior, divulgada em 27 de março aassinalaram «Em decorrência do agravamento do recuo da economia nacional e mglobalpor conta da pandemia, as instituições identificaram a necessidade da amudançaem algumas premissas adotadas».Com o novo cenário, os órgãos técnicos vão pleitear junto à Agência Nacional de Energia Elétrica uma revisão extraordinária da previsão anterior– as estimativas oficiais são revistas a cada quatro meses e utilizadas na programação do sistema elétrico, influenciando também preços no mercado livre de eletricidade. Quando o ONS declarou que os números estavam, o movimento para a revisão confirma notícia publicada pela Reuters em meados de abril defasados e que iria negociar com a Aneel a execução de uma projeção extraordinária. Segundo as novas estimativas divulgadas nesta sexta-feira, a carga poderia se recuperar em 2021, com alta de 4,2%.

Na quinta-feira 30 de abril PAULO/RIO DE JANEIRO – A taxa de desemprego do Brasil terminou o primeiro trimestre em 12,2%, com 12,85 milhões de desempregados no país, em um movimento sazonal, mas que já exibia os primeiros sinais do efeito do coronavírus sobre o mercado de trabalho. Faz 3 meses, a Pnad Contínua divulgada por o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mostrou ampliação de a taxa ante %11,0 e %11,6 em os três meses até fevereiro. No mesmo fase de 2019, o desemprego era de 12,7%. Faz 2 meses, o resultado ainda ficou abaixo da expectativa pesquisa de a Reuters de taxa de %12,5, em a mediana de as projeções. era a maior taxa desde o trimestre concluído em maio de 2019. O mercado de trabalho de Brasil vinha desenhando uma recuperação em sintonia com a economia, mas agora padecia o golpe de um fase sazonal que costumava mostrar que não houve sustentação das contratações feitas no final do ano anterior. Entretanto, a pandemia de coronavírus vinha conservando lojas e comércios fechados devido ao isolamento social, e o mercado de trabalho tende a acompanhar a contração esperada no Produto Interno Bruto, com os efeitos totais da pandemia ainda incertos e os isolamentos em muitos locais se estendido por abril e maio. “A pesquisa tem movimento sazonal de dispensas, mas tem claramente sinais do efeito do Covid-19”, declarou o coordenador da Pnad Contínua, Cimar Azeredo. «Faz 2 meses, o conseqüência de a pandemia já apareceu de claro e de pronto.» Entre janeiro e março, o total de desempregados no país era de 12,85 milhões, contra 11,632 milhões no quarto trimestre e 13,387 milhões no mesmo fase do ano anterior. Ainda que o total de pessoas ocupadas foi a 92,223 milhões nos três primeiros meses do ano, o IBGE informou , uma queda de 2,5% ante o fase imediatamente anterior, o maior recuo de toda a série histórica «Não dava para separar conseqüência sazonal e do Covid-19. A profissão diminuiu bastante, a busca por trabalho caiu pelo distanciamento social”, explicou Azeredo. Faz 5 meses, os trabalhadores com carteira assinada adicionavam 33,096 milhões, contra 33,668 milhões entre outubro e dezembro, também um sinal de os efeitos de a pandemia. Os empregados sem carteira no setor privado eram 11,023 milhões, ante 11,855 milhões no fase anterior. A taxa de informalidade chegou a 39,9% no primeiro trimestre deste ano, ante 41% no último trimestre de 2019, o que encarnava 36,8 milhões de trabalhadores. Os informais eram os trabalhadores sem carteira, trabalhadores domésticos sem carteira, empregadores sem CNPJ, os conta própria sem CNPJ e trabalhadores familiares auxiliares. Ainda que o total de pessoas fora da força de trabalho subiu para 67,3 milhões, a Pnad mostrou , batendo novo recorde desde 2012. Esse grupo era formado por pessoas que não procuravam trabalho, mas que não se enquadravam no desânimo. Os desalentados, aqueles que desistiram de procurar emprego, adicionaram 4,8 milhões. Faz 5 meses, o rendimento médio de o trabalhador chegou a 2.398 reais até março, de 2.371 reais até dezembro. Se a modificou, cOLETA De acordo com Azeredo , telefone realizou a pesquisa e ela não , embora não tenha sido esboçada para ser realizada de essa forma. Faz 5 meses, segundo ele, %80 de os domicílios que responderam em março responderam. «Só 20% não tínhamos contato. utilizávamo nossa bases e buscávamo dados da saúde, motoboy, telegrama e subterfúgios para contactar as pessoas e fazer a pesquisa. A taxa de resposta da pesquisa ficou em 61% e sempre era mais de 80%», completou. Azeredo explicou que realizou-se uma auditoria interna sobre a característica de a pesquisa e que a coordenação a avalizou. Para abril, a taxa de resposta, segundo ele, era de 50% até agora. Declarou: “Já perdemos o Caged e não podíamo perder a Pnad Contínua, ainda mais num momento difícil como esse para o mercado de trabalho».

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Isolamentos por coronavírus levam a queda lembre no setor de serviços brasileiro em março
>>>>>Setor de serviços recua 6,9% em março – May 12, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Preços de combustíveis pressionam e IPCA cai 0,31% em abril – May 08, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Preços de Transportes e Despesas Pessoais recuam e IPC-Fipe tem deflação de 0,30% em abril – May 05, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>IPC-S passa a cair 0,18% em abril com arrefecimento dos transportes, diz FGV – May 04, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>>>>>IGP-M desacelera alta a 0,80% em abril, diz FGV – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Produção industrial no Brasil cai 9,1% em março, diz IBGE – May 05, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>Taxa de desemprego no Brasil sobe a 12,2% no 1º tri e mostra sinais de impacto do coronavírus – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>IPCA passa a cair 0,31% em abril, diz IBGE – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Técnicos pioram projeção e veem carga de energia do Brasil cair 2,9% por coronavírus – (Extraoglobo-pt)

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