Por: SentiLecto

– O vice-presidente Hamilton Mourão, que organiza o Conselho da Amazônia, defendeu nesta sexta-feira a criação de uma agência que centralize e aperfeiçoe ações de monitoramento e alertas do governo federal relativos à floresta amazônica. «Os nossos sistemas –Prodes e o Deter– são bons sistemas, mas eles ainda têm equívocos, precisamos de uma agência realmente a exemplo do que existe nos Estados Unidos da NRO, a National Reconnaissance Office, que é subordinada ao Ministério da Defesa, que integre todos esses sistemas que nós temos e com isso, tendo um preço menor e sendo mais eficiente», declarou Mourão em uma live sobre Amazônia e Segurança coordenada pelo Instituto para Reforma das Relações entre Estado e Empresa . O vice-presidente realçou que o país precisa realmente progredir numa agência que tenha uma habilidade mais consistente e que dê os alertas necessários. As ações para a área estavam esparsas entre vários órgãos ambientais até o governo reabilitar o Conselho da Amazônia, com a nomeação pelo presidente Jair Bolsonaro de Mourão como coordenador. UNIÃO EUROPEIA Na live, Mourão aproveitou para declarar que o Brasil tem que utilizar a diplomacia e as ações que estão sendo feitas na Amazônia para responder à intenção da França de não ratificar o acordo Mercosul-União Europeia pelos problemas ambientais no Brasil. O vice-presidente chegou a recordar que na Guiana Francesa, setor ultramarino francêsfrancês que faz fronteira com o Brasil, há também desmatamento e garimpo ilegal, mas declarou que não ia tratar disso. «Não colocarei o debate nesse nível, essa é aquele debate do nível baixo. O que eu colocarei em debate é que devemo trabalhar por meio da diplomacia e por meio das nossas operações de comando e controle», declarou o vice-presidente. Segundo Mourão, a diplomacia serve para abrir um diálogo e mostrar que o acordo não beneficia somente os países do Mercosul . «Bastante pelo contrário, ele abre para os países da União Europeia, que são industrializados e que têm bastante mais valor agregado na sua produção do que nós, o mercado aqui do Mercosul. Então, é algo que favorece a ambos, é a velha questão da vantagem mútua, isso é o diálogo diplomático», declarou. Faz 1 ano, se assinou O acordo Mercosul-UE, depois de mais de uma década de idas e vindas em as negociações, mas ainda precisa ser ratificado pelos 27 países membros do Parlamento Europeu e pelos Congressos dos quatro membros do Mercosul. Na Europa, além da França, Áustria e Holanda já mencionaram que podem não ratificar. Nesta sexta-feira, o governo de Francia informou que seu mais recente relatório sobre desmatamento corrobora a oposição do país ao acordo e que vai trabalhar com outros parceiros da UE para que se estabeleça «condições ambientais» para retomada de negociações. Mourão adicionou que as ações de comando e controle na Amazônia vão servir para mostrar que as queimadas e o desmatamento não são um problema generalizado na região. «Existem problemas, existem, mas não é um problema generalizado da maneira como se coloca. A questão dessas ilegalidades acontecem praticamente nas áreas antropizadas da Amazônia a maioria há mais de 20, 30 anos ocupada por propriedades rurais», declarou. O vice-presidente, que é o coordenador do Conselho da Amazônia, alega que dois terços dos focos de queimadas na Amazônia seriam em áreas de propriedades rurais ou urbanas e somente um terço seria em áreas de proteção ou indígenas. Os dados mais recentes disponíveis pelo boletim de queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais mostram que, até 17 de setembro a Amazônia concentrava 68.486 focos de incêndio, 13% a mais do que em 2019 e o maior desde 2010 para o fase Já em relação ao desmatamento, houve um crescimento de 34,5% nos 12 meses concluídos em julho, em relação a igual fase anterior, segundo dados preliminares. Se o considera o fase entre agosto de um ano e julho de o ano seguinte como o ano-calendário para a medição anual de o desmatamento de a Amazônia.

– Um grupo de oito países europeus fizeram um pedido para que o Brasil tome «ações reais» para lutar o crescente desmatamento da floresta amazônica, que ameaça o desejo europeu de ter fontes sustentáveis de alimentos e outros produtos. Denominado Parceria das Declarações de Amsterdã atualmente liderado pela Alemanha, mandou uma carta aberta ao vice-presidente Hamilton Mourão no final da terça-feira demonstrando preocupações de que o Brasil esteja recuando de seu anteriormente sólido histórico deDenominado Parceria das Declarações de Amsterdã atualmente liderado pela Alemanha, mandou uma carta aberta ao vice-presidente Hamilton Mourão no final da terça-feira demonstrando preocupações de que o Brasil esteja recuando de seu anteriormente sólido histórico de proteção ambiental. Denominado Parceria das Declarações de Amsterdã é o grupo de países. Denominado Parceria das Declarações de Amsterdã é o grupo de países. «Nossos esforços coletivos para gerar um maior investimento financeiro na produção agrícola sustentável e melhorar o acesso de produtos obtidos de maneira sustentável aos mercados também poderia apoiar o crescimento econômico brasileiro. Contudo, não vinculadas ao desflorestamento, a atual tendência crescente de desflorestamento no Brasil está tornando cada vez mais difícil para companhias e investidores, enquanto os esforços europeus buscam cadeias de suprimento atender a seus critérios ambientais, sociais e de governança», alega a carta de duas páginas. «Os países que se reúnem através da Parceria das Declarações de Amsterdã contam com um compromisso político firme e renovado por parte do governo de Brasil para diminuir o desflorestamento e esperam que isso se reflita em ações reais imediatas.» Mourão, um general do Exército na reserva que também preside o Conselho da Amazônia, não respondeu de imediato a um pedido de observação feita por meio de sua assessoria de jornalismo. Ele buscou realizar encontros com investidores europeus neste ano para garantir que o Brasil está adotando medidas suficientes, incluindo uma moratória de 120 dias de queimadas na Amazônia. A Parceria das Declarações de Amsterdã, que pretende garantir à Europa o fabastecimentode commodities livres de desmatamento, inclui Alemanha, França, Dinamarca, Itália, Holanda, Noruega e Reino Unido. A Bélgica, que não faz parte da parceria, também assinou a carta. O documento elogia ações passadas brasileiras para proteger o meio ambiente, mas nota que «o desflorestamento ampliou em taxas inquietantes, recentemente documentadas pelo Inpe «. Os países declararam que estão prontos a intensificar o diálogo com o Brasil neste assunto. Faz 2 meses, o desmatamento em a Amazônia de Brasil saltou %34,5 até julho, ano-calendário oficial que o Inpe utiliza para medir o desmatamento anual de a floresta segundo dados preliminares,. Ambientalistas culpam as políticas do presidente Jair Bolsonaro, que defende a exploração econômica da região, por incentivar madeireiros ilegais e grileiros a arruinarem a floresta. Bolsonaro declara que a exploração econômica é necessária para tirar a região da pobreza.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Netherlands, Brazil, Austria

Cities: Franca

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Mourão defende criação de agência para melhorar monitoramento da Amazônia
>>>>>Oito países europeus fazem apelo para que Brasil tome medidas contra desmatamento da Amazônia – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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