Por: SentiLecto

– O Brasil continua com fornecimento de alimentos garantido em meio na pandemia de coronavírus, declarou nesta terça-feira Tereza Cristina adicionando que o país conservou todos os contratos comerciais com o exterior durante a crise. Tereza Cristina é a ministra da Agricultura.Em entrevista coletiva do governo, Tereza evidenciou que desde o primeiro momento da pandemia o Ministério da Agricultura trabalha para garantir o fornecimento do país, mencionando a grande colheita de verão e a logística «absolutamente normalizada», além do funcionamento dos portos no Brasil. «Temos tido êxito com isso… Além do fornecimento dos 212 milhões de brasileiros, também temos conseguido satisfazer a nossa missão de fornecedores de alimentos do mundo», alegou a ministra. O posicionamento reforçou Tarcísio de Freitas de a Infraestrutura , o ministro , em o mesmo acontecimento. «Estamos com a logística funcionando no Brasil completo… Os ativos estão operando dentro da normalidade. O setor do agro funcionou bem, tivemos colheita lembre… Isso está sendo importante para conservar nosso fluxo de exportações nesse fase de crise», declarou o ministro. «Não está havendo desabastecimento, estamos conseguindo superar a crise com as prateleiras abastecidas.» As afirmações foram feitas no momento em que o Brasil se torna o segundo maior foco da enfermidade no mundo, atrás dos EUA, o que gera preocupações de alguns participantes do mercado. Contudo, o Brasil tem exportado volumes significativos de soja e carnes, registrando marcas históricas, com países como a China garantindo ofertas. Uma vez que os funcionários das plantas de processamento de carne trabalham em aglomeração, na mesma ocasião, a ministra da Agricultura indicou que a segurança dos trabalhadores de frigoríficos é um «tema delicado». Ela declarou que atualmente há duas unidades fechadas por causa do coronavírus no país, uma em Pernambuco e outra em Santa Catarina –esta, segundo ela, deve ser reaberta até o final desta semana. «Eles estão funcionando satisfatoriamente… fazendo com que a produção de proteína animal no Brasil esteja funcionando perfeitamente», alegou.

– O Brasil recebeu a aprovação tailandesa para começar a exportar carne bovina com osso, dessossada e miúdos ao país, informou o Ministério da Agricultura nesta segunda-feira. Inicialmente, cinco frigoríficos foram habilitados para embarcar a proteína ao país asiático. Segundo o ministério, as unidades estão localizadas nos Estados do Pará, Rondônia, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A Minerva declarou à Reuters que teve uma unidade em Palmeiras de Goiás , com chabilidadede abate de cerca de 2000 cabeças por dia, habilitada. Trata-se da maior unidade da companhia no Brasil. As concorrentes que também atuam na área de carne bovina no país, JBS e Marfrig, não responderam imediatamente ao pedido de observações. Na semana passada, Tereza Cristina anunciou a abertura do mercado de Tailandia para lácteos produzidos no Brasil. Tereza Cristina é a ministra da Agricultura. Em nota o secretário de Comércio e Relações Internacionais da pasta, Orlando Leite, sem dar mais detalhes declarou: «A abertura desse mercado de carne bovina e derivados tem potencial de 100 milhões de dólares nos próximos anos». Faz 1 ano, segundo o comunicado, a Tailândia importou cerca de 90 milhões de dólares em carne bovina de o mundo todo. A Austrália participou da metade desse valor, em função de acordo de livre comércio entre os dois países que diminui tarifas de embarque.

Na terça-feira 05 de maio – A exportação de soja do Brasil, maior exportador global da oleaginosa, pode atingir 11,9 milhões de toneladas em maio, projetou a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais , com base em embarques já realizados e na programação de navios para carregar o produto. Dependendo das condições climáticas para embarques e de mercado, a projeção de exportação podia ser modificada. O line-up de navios, assim, era atualizado habitualmente. Ficaria abaixo do recorde de mais de 14 milhões de toneladas contabilizado pela Anec em abril, se a projeção atual for confirmada. Segundo a Secretaria de Comércio Exterior , do Ministério da Economia, o recorde no mês passado foi ainda mais significativo, de 16,3 milhões de toneladas, com uma forte procura china. O volume contabilizado pela Anec diferia dos números do governo por considerar os embarques efetivados, explicou Sérgio Mendes na Reuters. Sérgio Mendes é o diretor-geral da Anec.»Nós calculávamo pelo line-up de navios no porto. Dia a dia. A Secex pelos registros do exportador eletronicamente, mas baseado em documentos que nem sempre era disponibilizada com a velocidade do line-up, que era imediata», declarou ele. Ainda que Brasil voltaria a exportar milho neste mês após cerca de 60 dias sem embarques do cereal, a Anec alegou , em meio a uma oferta mais apertada antes da safra segunda colheita, a maior do país. Segundo a associação, a programação mencionava a exportação de 30 mil toneladas de milho na segunda quinzena do mês, o primeiro embarque após quase dois meses do Brasil, o segundo maior exportador mundial dos cereal, atrás dos EUA. À Reuters, o diretor-geral da Anec disse que é normal o Brasil exportar menos milho no primeiro semestre, concentrando as exportações do produto na segunda parte do ano. «Maio já tem embarque. Isso era normal. Soja agora, milho no segundo semestre… O ano passado foi fora da curva», declarou ele, referindo-se ao embarque lembre de milho em 2019.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: United States, China, Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Oferta de alimentos e exportações do Brasil seguem garantidas, declaram ministros
>>>>>Brasil abre mercado para exportar carne bovina e miúdos à Tailândia, diz ministério – (Extraoglobo-pt)

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