Por: SentiLecto

Mesmo com a inflação geral em níveis próximos a mínima histórica, o custo do alimentos tem pesado no bolso do consumidor durante a pandemia do novo coronavírus. Dados do IBGE divulgados nesta quinta-feira mostram que, apesar da prévia da inflação em junho ter ficado em 0,02%, a menor taxa para o mês desde 2006, o custo dos alimentos progrediu 0,47%. Em 12 meses, o preço dos produtos alimentícios chega a 7,58%, bem acima do 1,92% do índice geral.

A prévia da inflação veio acima da expectativa dos analistas do mercado financeiro, cuja projeção era de deflação de 0,08%. Mesmo com a queda do custo das passagens aéreas, com diminuição de 26,08%, e em outros cinco grupos, o preço dos alimentos para consumo no domicílio acabou jogando o índice para o campo positivo.

– A prévia da inflação oficial brasileira ficou praticamente estável em junho após recuo no mês anterior, sob pressão dos alimentos para consumo em casa e ainda sob os conseqüência das medidas de contenção ao coronavírus pelo país. Faz 1 mês, o Índice Nacional de Preços a o Consumidor Amplo-15 registrou variação positiva de %0,02, após queda de %0,59 que havia marcado a deflação mais intensa desde 1994 em maio,. Ainda assim, o dado divulgado nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística é o mais fraco para o mês desde 2006, quando a taxa foi de -0,15%. Em 12 meses, o IPCA-15 acumulou alta de 1,92%, contra 1,96% no mês anterior, mas ainda abaixo do piso da meta de inflação para este ano — 4%, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos, medida pelo IPCA. As expectativas em pesquisa da Reuters eram de recuo de 0,08% na variação mensal, acumulando em 12 meses ganho de 1,85%. A procura no Brasil vem sendo afetada pelas medidas de contenção à pandemia de Covid-19, tanto pelo isolamento que vem mconservandoas pessoas em casa quanto pelas perdas de emprego e renda. O índice mostrou que o grupo com maior efeito positivo foi de Alimentação e Bebidas, com alta de 0,47% no mês. Os alimentos Esse resultado influíram principalmente ele para consumo em domicílio que subiram %0,56 em junho ,. Enquanto as carnes tiveram alta de 1,08%, os custos da batata-inglesa subiram 16,84% , a cebola de 14,05% e o feijão-carioca de 9,38%. Faz 1 mês, a maior variação positiva entretanto, veio de o grupo Artigos de residência, a o. Na outra ponta, dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, cinco exibiram deflação. O destaque foi o recuo de 26,08% no custo das passagens aéreas, levando o grupo dos Transportes a registrar queda de 0,71% em junho, encarnando o maior efeito negativo. Ainda dentro do grupo de Transportes, os combustíveis caíram pelo quarto mês seguido em junho, a uma taxa de -0,34%. Faz 1 mês, a gasolina teve variação negativa de %0,17, depois. Faz 3 meses, o Banco Central piorou sua projeção para o Produto Interno Bruto em 2020 a uma retração de %6,4, ante crescimento zero calculado em março, refletindo o efeito profundo de a crise com o coronavírus em a atividade, em esta quinta-feira. Na semana passada, o BC cortou a Selic em 0,75 ponto, à nova mínima histórica de 2,25% ao ano, ao mesmo tempo em que deixou aberta a porta para nova rdiminuição condicionada à avaliação do cenário. A pesquisa Focus mais recente realizada pelo BC com economistas mostra que a expectativa é de a inflação conclua este ano a 1,61% e que a economia encolha 6,50%.

Na quarta-feira 17 de junho o volume de serviços no Brasil despencou 11,7% em abril, em comparação com o mês anterior. Faz 9 anos, o resultado, já com ajustes sazonais, era o pior desde o começo de a série histórica, começada informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. era o primeiro mês completo impactado pelas medidas de isolamento. Faz 4 meses, o recuo foi de %6,9 frente a fevereiro, em março.

A batata-inglesa registrou alta de 16,84%. Outros itens de destaque foram a cebola, com ampliação de 14,05%, o feijão-carioca, de 9,38%, e as carnes, com ampliação de 1,08%. Já os destaques em queda foram do tomate, com deflação de 12,36%, da cenoura, com -12,05%, e frutas, com -0,80%.

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Se comer em casa está mais caro, caminhar de carro está pesando menos no bolso do consumidor. Os combustíveis caíram pelo quarto mês seguido, acumulando baixa de 4,55% em 12 meses. Faz 1 mês, a gasolina caiu %0,17, após ter registrado deflação de %8,51 em maio. Também houve recuo nos custos o óleo diesel, -4,39%, e o etanol, -0,49%.

A expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central do governo para o IPCA, de 4%, e também do piso do sistema de metas, que é de 2,5% neste ano.

Faz 25 anos, vai ser o menor platô de a inflação desde o começo de a série histórica de o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística se a previsão for confirmada. Faz 22 anos, o menor nível já registrado foi, com %1,65.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY NEGATIVE

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Prévia da inflação para junho é a menor desde 2006, apesar da alta nos custos dos alimentos
>>>>>IPCA-15 fica praticamente estável em junho com alta de alimentos e recuo de transportes – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

Id Entity Positive Negative Named-Entity Total occurrences Occurrences (appearances)
1 recuo 0 0 NONE 5 o recuo de %26,08: 1, recuo: 2, recuo de %0,08: 1, o recuo: 1
2 variação 160 70 NONE 4 A maior variação positiva entretanto: 1, variação positiva de %0,02: 1, a variação mensal: 1, variação negativa de %0,17: 1
3 alta 0 0 NONE 4 alta de %0,47: 1, alta de %1,92: 1, alta de %1,08: 1, alta de %16,84: 1
4 inflação 0 0 NONE 4 a inflação: 2, a inflação oficial: 1, a inflação geral: 1
5 eu 25 0 NONE 3 (tacit) eu: 3
6 deflação 15 0 NONE 3 a deflação mais intensa: 1, deflação de %0,08: 1, deflação: 1
7 casa 0 0 NONE 3 casa: 3
8 consumo 0 0 NONE 3 consumo: 3
9 domicílio 0 0 NONE 3 domicílio: 2, o domicílio: 1
10 índice 0 0 NONE 3 o índice geral: 1, o índice: 1, O índice: 1