Por: SentiLecto

Nana Gouvêa não para. Celebrando o lançamento, com legendas em português, de seu filme de ficção científica “Acordar negro” , ela não negligenciou nem na pandemia. Ficou na quarentena, mas subia e descia 36 andares de escada correndo para conservar a maneira que você pode ver nas fotografias de biquíni que agora ela pôde voltar a ostentar, com o relaxamento em Nova York, onde mora. Enquanto não tocava outros trabalhos, nana agora até instituiu uma companhia para vender peixes artesanais. Neste papo ela fala sobre sua vida nos Estados Unidos, seus ensaios nua e, é claro, sobre carnaval, onde sempre foi presença mais do que marcante.

Nana Gouvêa não para. Celebrando o lançamento, com legendas em português, de seu filme de ficção científica “Acordar negro” , ela não negligenciou nem na pandemia. Ficou na quarentena, mas subia e descia 36 andares de escada correndo para conservar a maneira que você pode ver nas fotografias de biquíni que agora ela pôde voltar a ostentar, com o relaxamento em Nova York, onde mora. Enquanto não tocava outros trabalhos, nana agora até instituiu uma companhia para vender peixes artesanais. Neste papo ela fala sobre sua vida nos Estados Unidos, seus ensaios nua e, é claro, sobre carnaval, onde sempre foi presença mais do que marcante.

“Black wake” está saindo agora para o mercado de Brasil. Qual a sua expectativa? Acha que ele pode abrir portas para você aqui?

O que eu realmente desejo com o lançamento do filme com legenda em português é que as pessoas assistam, vejam meu trabalho, o trabalho que foi feito aqui com essa equipe de America. A apreciem o trabalho que foi feito aqui, com a equipe de America. Quanto mais pessoas tiverem acesso ao filme, mais contente eu ficarei. Que gostem, não que gostem. Que curtam. Que assistam com bom humor, uma mente aberta.

Por que selecionou a ficção científica? É fã do gênero?

Na sua vez, por que selecionou a ficção científica? É fã do gênero?

Sim, eu sou fã do gênero, adoro ficção científica e também filme de consternação. Na verdade, eu não selecionei, selecionou-se eu. Eu fiz um teste com esse diretor, que é o Jeremiah Kipp. Ele me selecionou pra fazer um personagem num filme dele, uma participação pequena. Depois, ele me ofereceu esse script. Eu gostei, achei bastante interessante.

Você protagonizou uma história apocalíptica no filme. Como é viver agora um apocalipse de verdade?

Está sendo ainda uma experiência bastante diferente. Muitas mudanças ocorreram na minha vida pessoal, profissional, na cidade onde eu vivo, Nova York. A cidade está bastante diferente. Faz 1 mês, eu realmente fiquei de quarentena, julho. Só saía pra adquiri alimentos perecíveis, até os não-perecíveis eu tinha estocado. Aqui na cidade quase todo mundo utiliza máscara. Tem alguns rebeldes. Passei a quarentena com meu namorado. Ele veio aqui ficar comigo. Já estava desde dezembro. Ele só voltou pra casa dele há um mês. Foi bastante intenso. Essa sensação de clausura, de estar trancado. E ao mesmo tempo sair na sacada e ver essa gigantesca totalmente aparição. Nova York se modificou bastante, e nós também. Acho que a gente não voltará ao que era antes. Muita gente vai se ajustar a um estilo de vida mais caseiro. Essa coisa de distância social, a gente compreendeu que não é tão ruim assim. De julho pra cá, a gente consegue ir à praia, aos parques, mas sempre com distância. É o que eu tenho mais feito pra relaxar, pra desafogar essa sensação claustofóbica

Dá pra ver pelas fotografias que você continua em boa maneira. Tem uma rotina pesada de malhação aí nos Estados Unidos ou é genética mesmo?

Nessa época da quarentena eu dei uma engordada, uns quatro quilos, quatro quilos e 200 gramas. Fiquei bastante em casa, acabei comendo mais. Tinha acostumado a morar sozinha, de repente eu tive de novo namorado morando em casa comigo. Meu namorado é personal trainer, come igual homem, malha pesado. Mas a gente fazia exercícios, saía pra correr de máscara. Subia e descia as escadas do edifício, eu moro num edifício de 36 andares. Durante duas horas, quase que todos os dias. Tentava malhar pelo menos cinco dias por semana. Agora, estou malhando um pouco menos e comendo um pouco menos. Até já perdi alguns quilos. Eu não sei as fotografias mostram como eu realmente estou. Eu abri uma empresinha de pet shop. A gente adquiriu várias espécies de peixinhos artesanais, foi cuidando, dando cria, e agora estamos vendendo. Eu também auxilio um casal de advogados aqui que aluga vários apartamentos.

Hoje em dia, o mercado dos ensaios nus é completamente diferente do que era, quando as revistas vendiam centenas de milhares de exemplares. Quando posou, você chegou a ganhar um bom dinheiro? Realizou algum sonho com os cachês?

Sim, ganhei muito dinheiro quando posei nua. Posei nua acho que umas nove vezes. Foram três vezes pra “Playboy”, cinco pra “Sexy” e uma pra “Sexy way”. Recebi um cachê que pra época era bastante bacana. Consegui uni, e junto com meus outros trabalhos todos… foi com meu trabalho que eu sustentei as minhas filhas, que eu adquiri meu apartamento, que eu tinha meus carros, meu dinheirinho guardado, tinha minha vida tranquila. As revistas masculinas foram um adendo no minha verba que foi bastante válido e bastante bem empregado. Acho uma pena que hoje em dia as meninas não recebam mais os cachês que nós recebíamos antigamente. Acho que é merecido. Elas merecem receber pelo trabalho delas como nós recebíamos. Acho que é um sonho você ter seu dinheiro guardado, sua casa, instituir seus filhos com conforto. Jamais recebi um centavo de ex-marido, jamais recebi um centavo de pensão alimentícia. Mim financiei esse próprio filme. Meu ex-marido me auxiliou bastante em questão de produção. O diretor também. Mas a parte financeira foi toda minha. Sim, eu realizei vários sonhos.

Tem saudades de voltar a desfilar no carnaval do Rio?

Tenho uma saudadezinha deliciosa, quando o carnaval ocorre, gosto de assistir. Gosto de ver as fotos, os carros alegóricos, gosto do show em si. Tenho uma saudadezinha de estar aí pra assistir. Mas não me dedicaria mais pra ser rainha de bateria. Não cabe na minha vida atual. O carnaval ocorre sempre numa época que a gente está fervilhando de trabalho em Nova York. É bastante no início do ano, e as pessoas nessa época estão iniciando projetos novos. Eu deixar de ficar aqui em dezembro, janeiro, fevereiro, ou antes, pra ficar aí, participando de ensaios, não cabe mais no contexto da minha vida. Mas tenho bastante afeição ao carnaval, que auxiliou bastante na minha vida. O que sinto não é saudade, o que tenho são boas lembranças. Tudo foi lindo, perfeito. Fui tratada como rainha mesmo.

Na sua época, o posto de rainha de bateria tinha mais glamour?

Definitivamente, na época em que eu era rainha de bateria, existia bastante glamour em cima do posto. Eu te declararia que minha musa máxima sempre foi Luiza Brunet. Sempre foi uma inspiração. Como ela era charmosa, como era elegante, como era chique. Ela engrandecia bastante o título de rainha de bateria.

Eu não sinto esse ataque de haters, não. Eu vivo bastante afastada do pessoal brasileiro, e aqui, o pessoal com quem eu lido são pessoas adultas, cultas e que respeitam meu trabalho. Eu exibo um trabalho, sou ou não sou selecionada diante do trabalho que exibi, e diante disso, eu tenho que executar o meu trabalho. Eu não vivo aqui uma vida de fama. Eu vivo uma vida de pessoa que trabalha e conquista seu espaço de acordo com os méritos. Essa coisa de haters é tão antiquado. Eu me tornei uma pessoa madura, focada no que é bom pra mim. A maioria das coisas que falam sobre mim aí no Brasil, nada disso afeta minha vida em Nova York em nada. As pessoas não estão ligando se eu sou ou não sou famosa no Brasil.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: United States, Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Nana Gouvêa: ‘Ganhei muito dinheiro posando nua. Realizei sonhos’
>>>>>Nana Gouvêa: «Ganhei bastante dinheiro posando nua. Realizei sonhos» – August 16, 2020 (Extraoglobo-pt)

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