Por: SentiLecto

Declarações do treinador do Sporting na antevisão ao jogo com o Benfica.A celebração do título: «Foi uma celebração de um clube que não ganhava há muito tempo. Foi notória a alegria de toda a gente. Era um peso que todos tinham, não só o treinador, os jogadores e a estrutura, mas também os adeptos. Passados três dias tenho a noção de que todos desejamo mais. Já passou essa celebração, e devemo continuar a construir o futuro. Ganhámos o título de campeão nacional e conseguimos passos importantes, mas ainda são precisos mais. Temos noção disso. Foi uma grande celebração. Desejamo mais, mas há que trabalhar para isso.»o DÉRBI: «É sempre um dérbi, e é importante para os adeptos. O Benfica ainda está na luta por um lugar, e nós já temos a nossa classificação feita. Temos coisas para caminhar para a frente. Temo que ver soluções e preparar o próximo ano. Temos o objetivo de não perder esta época, mas o mais importante é começar a construir o futuro e a preparar o que vem aí.»Ausência de guarda de honra na Luz: «Foram dados os parabéns, mas não é um costume. Nós desejamo é ganhar. Toda a gente assinalou este título como justo e isso é o mais importante para nós Não é tradição em Portugal.»EM ATUALIZAÇÃO

Técnico tinha governado os leões ao antepenúltimo título, em 2000O treinador Rúben Amorim é o «responsável-mor» pelo 19.º título de campeão nacional de futebol conquistado hoje pelo Sporting, vincou Augusto Inácio, que orientou os «leões» rumo ao antepenúltimo cetro, festejado em 1999/00.»Acho que é a grande figura do futebol do Sporting. Conseguiu fazer este «milagre» de o clube ter sido campeão ao fim de 19 anos, quando, no começo, não se esperava tanto da equipa em termos classificativos. Depois, os jogadores, que souberam interpretar bem as suas ideias», assinalou à agência Lusa o ex-jogador, treinador e dirigente dos lisboetas.O triunfo na receção ao Boavista, por 1-0, em jogo do 32.ª e antepenúltima jornada, confirmou hoje a reconquista «verde e branca» da I Liga 19 anos depois, deixando Augusto Inácio sem o duradouro regulamento de último técnico de Portugal campeão nacional pelo Sporting.»Entendo aquilo que o Rúben como treinador teve de declarar, porque também passei por isso e sei a maneira como, de fora para dentro, desejam que as coisas sejam diferentes. Agora, quem está lá dentro sabe perfeitamente bem, e bastou o Sporting ter três empates para as pessoas iniciarem logo a pensar se íamos mesmo ser campeões», enquadrou.Líderes isolados desde a sexta ronda, os «leões» reconquistaram o maior troféu do futebol nacional ao fim de 25 triunfos, sete empates e zero derrotas, com 82 pontos, oito sobre o FC Porto, segundo colocado e anterior detentor do cetro, e 12 ao Benfica, terceiro.»Desde que o Sporting empatou no Dragão [0-0, à 21.ª jornada] e continuou com 10 pontos de progressão, para mim era campeão, embora isso fosse o Augusto Inácio adepto a falar. A equipa é jovem, mas tem muita gente batida e com experiência. A espécie de conduta e a união que tiveram neste trajeto foi uma coisa fantástica», enalteceu.O ex-defesa, que encarnou o clube «verde e branco» entre 1972 e 1984, conquistando dois campeonatos e duas Taças de Portugal , considera que o título «deu razão» ao discurso contido quanto à candidatura ao cetro de campeão.»O Rúben Amorim continuou sempre, e bem, a retirar a pressão dos jogadores e a ir de jogo em jogo. É evidente que, ganhando em Braga [1-0, à 29.ª jornada], automaticamente pensou-se que, mais do que jamais, o Sporting seria campeão. Mesmo assim, preferiu jogar com os pontos e a matemática. O que é certo é que o discurso correu bem», notou.Augusto Inácio, de 66 anos, recorda que a «única expectativa» depositada no começo de 2020/21 passava pela qualificação direta para o período de grupos da Liga dos Campeões, além de uma campanha mais longínqua na Liga Europa, concluída no período preliminar.»Tudo tem sempre a ver sobre como as coisas iniciam. Às vezes, não iniciam bem, vão-se endireitando e acabam por correr bem, como foi o meu caso em 1999/00. Neste caso, o Sporting iniciou praticamente desde os caboucos», frisou o técnico, que culminou a segunda maior «seca» de campeonatos dos de Lisboa, de 1982/83 a 1998/99.A «saída precoce» europeia imposta pelos austríacos do LASK Linz deu «espaço e tempo» à estrutura para «promover os treinos como bem ecompreendeu, acompanhado pelo «necessário de descanso», ao contrário do «desgaste enormíssimo» sentido pelos radversários»Apesar disso, não mérito não pode ser tirado em a maneira como o Sportingarrecadou os pontos. À medida que o tempo foi passando, as coisas foram caminhando. O Benfica foi perdendo pontos, o FC Porto também e o Sporting foi sempre ultrapassando as dúvidas de que iria haver um momento em que iria perder. Faltam dois jogos e ainda não perdeu», analisou.A época decorreu com bancadas vazias nos estádios, devido à pandemia de covid-19, mas Inácio admite que os adeptos «fazem sempre falta», pois «são o espírito de um clube e têm direito ao elogio e à crítica frostitoàquilo que veem e que se vai passando».»Eu já estou a imaginar o filme que desejam promover na próxima época: os adeptos voltarão aos estádios e, vão declarar que a culpa é dos adeptos,, se alguma coisa não corre bem quando, antes da pandemia, os clubes declaravam que era precisa a assistência da 12.º jogador. Não faz sentido declarar que os adeptos do Sporting não fizeram falta», observou.Confesso adepto sportinguista, o ex-treinador dos «leões» até metade da temporada 2000/01 gostaria de comemorar o título com os adeptos no Estádio José Alvalade, ainda que «o momento obrigue a algum recato» e peça festejos particulares junto da família.»A pandemia ainda está aí para durar e não podemos agora abrir mão de uma coisa que está controlada, mas que, de um momento para o outro, se pode descontrolar. Acredito que haja bastante sportinguista disseminado por esse mundo fora a sair à rua. Vou ficar a vê-los pelaTVo. Espero que corra tudo bem e não haja problemas para ninguém», apelou.Jardel espera novo campeão nacional relaxado na Luz e avalia contratação de Paulinho.O campeão nacional Sporting vai abordar com serenidade o dérbi de sábado frente ao Benfica, da 33.ª e penúltima jornada da I Liga, projetou à agência Lusa o ex-futebolista bde BrasilMário Jardel, figura leonina no título de 2001/02.»Podemos esperar um Benfica a querer estragar um pouco da festa do Sporting e um Sporting totalmente relaxado e a atuar de forma tranquila. Acho que vai jogar mais do que nos últimos jogos e tem boas possibilidades de ganhar», avaliou o ex-avançado, de 47 anos, principal figura do 18.º e penúltimo campeonato dos leões, com 42 golos em 30 jogos.O Benfica, terceiro colocado, com 70 pontos, recebe o líder Sporting, com 82, no sábado, às 18:00, no Estádio da Luz, em Lisboa, com o clube de Alvalade em busca de ser o primeiro a acabar invicto uma edição da I Liga disputada em mais de 30 jornadas.»Há esse fator de não perder para o Benfica e de não desejar que o adversário quebre essa invencibilidade. Os jogadores devem pôr na cabeça que é como se o campeonato não estivesse acabado. Ainda mais por ser contra o Benfica, que deseja estragar essa marca e não deixar que o Sporting seja campeão invicto. Tudo isso estimula», admitiu Mário Jardel.Os leões têm 25 triunfos, sete empates e zero derrotas e haviam superado com a vitória no estádio do Rio Ave , à 31.ª ronda, o então recorde de invencibilidade no mesmo campeonato detido por Benfica e FC Porto .»Teve um momento meio difícil, em que empatou três vezes, ganhou uma e foi a Braga. Aquele jogo era crucial emocionalmente e para o clube. Superaram-se. É o vocábulo certo. Mostraram que estavam ali para ganhar o campeonato. Sempre acreditei que, jamais mais perdia o título, se o Sporting ganhasse em Braga. Foi o que ocorreu», vincou.Líder isolado desde a sexta ronda, o Sporting sagrou-se na terça-feira campeão nacional pela 19.ª vez, 19 anos após o último título, em 2001/02, quando tem mais oito pontos do que o FC Porto, segundo colocado e anterior detentor do cetro, e restam disputar seis.»Tiro o chapéu ao Rúben Amorim pelo trabalho que a equipa técnica fez. É importante para o treinador ter os jogadores na mão dentro do balneário, eles serem obedientes, não ter picuinhas nem brigas e apostar em jovens. Acredito que o Sporting tem camadas jovens bastante boas, tanto é que já vendeu Figo, Cristiano Ronaldo, Nani e outros», notou.Mário Jardel distribui méritos pela estrutura do clube, da direção aos desportistas, passando pelo diretor esportivo Hugo Viana, com quem celebrou em 2001/02, numa temporada em que foi consagrado o melhor marcador da I Liga e também venceu a Taça de Portugal.»A nossa equipa era bastante mais madura, com jogadores experientes e rodados. É difícil comparar com uma equipa jovem, que tem jogadores da formação. São gerações diferentes, mas, não tirando mérito, sem dúvida a nossa equipa era bastante melhor. Cada uma fica com o seu momento e só tenho de lhes dar os parabéns por esse título», frisou.Recordando a «estrelinha de campeão» dos leões, o ex-dianteiro de Sporting, FC Porto e Beira-Mar realça Pedro Gonçalves, no topo dos artilheiros, a par do benfiquista Seferovic, ambos com 18 golos, e os laterais Nuno Mendes e Pedro Porro.»Há jogadores que fazem a diferença e auxiliam mais do que outros, mas ninguém ganha nada sozinho. Mesmo que em 2001/02 houvesse alguém que se realçava mais, eu não fui sozinho o melhor marcador do campeonato de Portugal cinco vezes. Para minha alegria, era eu. A bola chegava porque os outros trabalhavam para mim», ressalvou.A temporada do Sporting teve um calendário acalmado, expectativas diminutas e reforços cirúrgicos, entre os quais o avançado Paulinho, que teve obstáculo para se impor enquanto contratação mais cara da história do clube, ao adicionar três golos em 12 jogos.»De certeza que o Rúben Amorim lhe deu o percurso das rochas. Chegou na altura certa, fez a diferença e auxiliou imenso. Quando não marcava, falo por mim:, nem dormia direito. O golo é o orgasmo do futebol. Quando não estás a jogar nada, às vezes a bola batia na minha canela, entrava e eram três pontos. Isso faz uma diferença enorme», enquadrou.Super Mário espera que o autor do golo do triunfo de terça-feira frente ao Boavista ganhe confiança, confiando numa «grande Liga dos Campeões» dos leões em 2021/22, desde que «continuem a dar mais possibilidades aos jovens e misturem alguma experiência».»Se ainda estivesse a jogar, era contratar o Mário Jardel de novo. Estou a brincar, mas é preciso conservar o nível e fazer alguns ajustes e contratações para este título se repetir, pelo menos, de dois em dois anos. Há uma responsabilidade na Champions e espero que entrem com tudo», assinalou o brasileiro, com 67 golos em 63 jogos pelo Sporting.Mário Jardel despediu-se de Alvalade em 2002/03, época na qual os verdes e brancos estavam a arrancar para a maior seca de campeonatos da sua história, fase em que «sucederam coisas que não deviam, investimentos errados e cada erro teve um preço».»É lógico que os adeptos não mereciam isso, mas este título veio na hora certa. Tanto é que nem era para inaugurar o meu canal no Youtube e abri-o no preciso dia em que o Sporting foi campeão. Dia 11 de maio. Espero que o Sporting não fique tanto tempo sem ganhar títulos e que possa estar aí no último jogo para dar um abraço a todos», deduziu.Sporting lembra vocábulos de Mathieu e deixa-lhe uma dedicatóriaO sinopse da cerimónia de entrega das Prémios «Desporto com Moralidade» de 2019 e 2020Nem tudo correu bem na celebração do Sporting: intervenção policial e adeptos feridosSporting foi dividindo a celebração: o ambiente nas ruas e em cima do autocarro panorâmicoAutocarro do Sporting percorreu o Marquês: as melhores imagens da festaManuel Machado, treinador do Nacional, respondeu, após o encontro com o Benfica, a alguns comentadores da BTV, que quiseram a derrota do clube insular no encontro da ronda 32 da Liga NOS, colocando assim mais um prego na descida da equipa à Liga SABSEG. «Esses cavalheiros, que têm condutas de macaco, podiam meter os pregos nas calosidades anais. Qualquer macaco tem e eles também têm que ter», atirou o treinador.

Na sexta-feira 07 de maio Dragões faziam breve análise ao empate no reduto do adversário Benfica.O FC Porto saiu do Estádio da Luz com um ponto, após o empate com o adversário Benfica, e, conseguiu também conservar o benefício de quatro pontos sobre as águias, ficando com um pé no período de grupos da Liga dos Campeões, apesar de ter deixado o Sporting mais perto do título de campeão nacional.Esta sexta-feira, na newsletter «Dragões Diário», os azuis e brancos faziam uma curta análise à partida e a apontavama «uma injustiça gigante em fperíodode projeto».»Um belíssimo golo de Matheus Uribe, a fechar um trabalho igualmente brilhante de João Mário, diminuiu uma injustiça gigante em período de projeto à condição de um mal menor. Da Luz, onde o FC Porto foi efetivamente melhor do que o oponente, como provavam de maneira avassaladora os dados estatísticos do jogo, a equipa de Sérgio Conceição retornou com um empate e com o acesso direto à Liga dos Campeões mais próximo, mas ainda não garantido», indicavam os dragões no boletim matinal, na sequência de um encontro em que o VAR reverteu duas grandes penalidades em defesa do Benfica e ainda invalidou um golo a Pizzi já no fase de compensação.

Fonte: ojogo-pt

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>A observação de Rúben Amorim à ausência de guarda de honra na Luz
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