Por: SentiLecto

A tomada de posse dos novos órgãos sociais está agendada para dia 24 de outubro, no Porto.António José Silva, candidato único a presidente da Federação Portuguesa de Natação, foi este sábado eleito para um terceiro e último mandato à frente daquela instituição, que tutela a natação em Portugal.O ato eleitoral, que decorreu na Cruz Quebrada , foi muito participado, com 28 delegados a votarem, dos quais 27 em defesa do presidente , apesar de haver somente uma lista candidata.Faz 8 anos, Eleito pela primeira vez não poderá voltar a candidatar se, por restrição legal.O presidente da FPN assume para mais estes quatro ano o objetivo de «consolidar o desenvolvimento esportivo e financeiro da modalidade».Além do atual presidente, transita para os recém-eleitos órgãos sociais praticamente toda a equipa diretiva que esteve no último quadriénio à frente da modalidade, que conta com mais de 120 mil nadadores federados em todo o país.A tomada de posse dos novos órgãos sociais está agendada para dia 24 de outubro, no Porto.

António José Silva espera consolidar desenvolvimento esportivo e financeiro da nataçãoAntónio José Silva confirmará no sábado o seu terceiro mandato na presidência da Federação Portuguesa de Natação, no qual quer «consolidar» o desenvolvimento esportivo e financeiro da modalidade.»Espero que seja a consolidação de um projeto começado em 2013. Neste terceiro e último mandato desejava consolidar o alto rendimento na vertente esportiva e a sustentabilidade e grau de desenvolvimento da natação alcançados nestes dois mandatos», declarou, à agência Lusa, o candidato único ao ato eleitoral.O dirigente admite que «esperava salutar concorrência», até porque esta implica «ter ideias, estar sob alerta sobre o presente futuro da natação», contudo, essa ausência «não faz com que os objetivos sejam diferentes dos calculados na candidatura».Enfatizou: «Desejamo aumentar ao mais alto platô possível a natação de Portugal como uma das modalidades de maior densidade competitiva de todas as existentes «.Com o deferimento dos Jogos Olímpicos para 2021, devido à covid-19, surgiu legislação no sentido de pestenderigualmente os mandatos das federações por um ano, contudo, a natação compreendeu que esse não era o registo que mais interessava à modalidade.Os diversos órgãos federativos «consideram que a avaliação do exercício de uma federação não se faz só pelos resultados nos Jogos Olímpicos», assumindo que há «um conjunto de fatores a serem analisados» nessa tomada de decisão, pelo que entende que seria «errado protelar para 2021″ essa consulta.»Paralelamente, há objetivos a quatro anos para Paris2024, pelo que faz todo o sentido fazer as votações agora», reforçou.Independentemente dessa resolução, António José Silva orgulha-se do trabalho feito, como o ter «levado a natação da 16.ª federação do país em termos de desenvolvimento da prática esportiva e alto rendimento para o número um em 2020, de acordo com os indicadores do IPDJ».»Passados sete anos a federação pode orgulhar-se de ser a segunda maior em termos de filiados, com 120 mil, e a primeira em termos de indicadores de desenvolvimento da prática esportiva e ter uma saúde financeira e sustentabilidade invejáveis entre as federações com regulamento de utilidade publica», elogiou.Para Tóquio promete um uma equipa «preparada para atingir os seus objetivos, que são os de bater os seus recordes pessoais, recordes nacionais, conseguir lugares nas meias-finais e, se tudo correr bem, uma final».Alexis Santos e Gabriel Lopes nos 200 metros estilos, Tamila Holub e Diana Durães nos 1500 livres e Ana Catarina Monteiro nos 200 mariposa são os nadadores já com ‘passaporte’ para Tóquio2020.»Todos estes desportistas têm condições de, com superação, atingir o objetivo da final. Seria redutor realçar algum. Todos têm condições», vincou.Quanto ao futuro do desporto nacional, quis que a covid-19 «passe depressa» e que as federações esportista «continuem coordenadas no suporte aos desportistas, clubes e associações», censurando a que compreende ser falta de suporte da tutela.»Espero que o Governo tenha uma atenção diferente, especial para o desporto, que é coisa que não tem ocorrido nos últimos tempos, não só antes da covid, mas mais reforçada com a emergência da covid-19″, criticou.Quanto à federação, assume que está a fazer «os reajustes necessários» frostitoà pandemia, mas tendo sempre em conta os «eixos estratégicos definidos».

Fonte: ojogo-pt

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Cities: Porto

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>António José Silva reeleito presidente na Federação Portuguesa de Natação
>>>>>»Avaliação do exercício de uma federação não se faz só pelos resultados nos Jogos Olímpicos» – October 08, 2020 (ojogo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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