Por: SentiLecto

Kasper Asgreen venceu, este sábado, o contrarrelógio individual da 4.ª etapa da Volta ao Algarve . O ciclista de Dinamarca da Deceuninck-QuickStep explicou que a identificação do traçado de Lagoa e a ampliação da velocidade auxiliaram à vitóriaAnálise: «É um contrarrelógio de força, de potência, no qual é mbastantedifícil encontrar um bom ritmo, porque há muitas curvas, é mbastantetécnico e realmente faz a diferença reconhecer o pcaminho Tive a sorte de termos estado aqui em estágio por várias vezes nos últimos anos e, conhecia bastante bem o caminho, apesar de correr pela primeira vez a Volta ao Algarve.»Tomada de resolução: «Tive um bom «feedback» dos meus colegas que fizeram inicialmente a prova e optei, na segunda metade, por agilizar a fundo e, sinceramente, acho que foi aí que ganhei.»Histórico de êxito: «Mais importante, no entanto, foi ter salvaguardado o longo historial de triunfos da equipa [Deceuninck-QuickStep] nesta especialidade e conseguir mais uma vitória aqui no Algarve.»

O inglês da Ineos estava a fazer uma prova fantástica nos 20,3 quilómetros de Lagoa quando a sua bicicleta escorregou numa curva aberta, a descer, levando-o a cair com violência. Embora maltratado no braço esquerdo, Ethan Hayter ainda foi o nono na etapa, ganhando 12 segundos a João Rodrigues.Jonathan Lastra , que era terceiro com o mesmo tempo dos dois primeiros, ficou a 42 segundos de Hayter e a 36s do corredor da W52-FC Porto.O ganhador do «crono», Kasper Asgreen, deu o terceiro Sucesso à Deceuninck-Quick Step na Algarvia e svai sera maior ameaça aos dois primeiros na última etapa, que tconcluina subida ao Alto do malhão.Referência ainda para o segundo lugar em Lagoa de Rafael Reis, a 3 segundos de Asgreen, um resultado fantástico para a Efapel.Ciclista de Holguín ficou com mazelas de queda grave na Volta à Polónia do ano passado.Fabio Jakobsen é um homem contente por estar de retorno à Volta ao Algarve em bicicleta, uma prova de «boas memórias» e que rencarnamais um passo no processo de recuperação que, espera, possa levá-lo à Volta a Espanha.Fabio Jakobsen tem tentado passar despercebido nesta 47.ª Volta ao Algarve: protegido pela equipa, que pede àqueles que com ele falam para não revisitarem a traumática queda na Volta à Polónia, o holandês evita aglomerações – antes do arranque da primeira etapa, na quarta-feira, em Lagos, foi o único dos ciclistas da Deceuninck-QuickStep a faltar ao convívio no café -, juunindoe ao pelotão mesmo no último momento antes do arranque da tirada.Com o facezinha oculto atrás da máscara anti-covid, que esconde as evidentes mazelas da gravíssima queda que padeceu no começo de agosto, o jovem sprinter não esconde a alegria por estar de volta ao pelotão, com os olhos a ao mesmo tempo que solta, sorrirem um «oh, é realmente bom» ao falar do regresso à «Algarvia».»Está bom tempo, é uma boa corrida, estou contente por estar aqui», adiciona, em declarações à Lusa.Jakobsen tem «boas memórias» das suas passagens pela Volta ao Algarve, «uma boa corrida de cinco dias, com um bom caminho», mas, este ano, garante, não vai ser novamente o «rei dos sprints», como nas duas edições anteriores, em que conquistou a primeira etapa e a respetiva primeira camisola amarela, além de ter vencido a classificação por pontos em 2020.»Agora, estou ocupado com o meu retorno, por isso, possivelmente, não vou ser o «rei dos sprints» aqui, mas temos o Sam Bennett, já ganhámos uma etapa com ele. A atmosfera na equipa é boa», revela.Bem mais discreto do que na última edição, na qual formou uma dupla a transbordar de confiança com Remco Evenepoel, o holandês nega ter sido ele a ensinar ao seu companheiro Bennett a fórmula para triunfar na primeira jornada da «Algarvia».»Ele sabe como vencer, mas auxiliei-o. Penso que foi um grande esforço coletivo, e o Sam concluiu-o na perfeição. Estou contente por estar nesta equipa», realça, num gesto de gratidão para um coletivo que tanto o apoiou.Após oito meses de paragem, sabe que está num período diferente da sua promissora carreira e parece lidar bem com isso, progredindo que hoje, no final da ligação entre Faro e Tavira, não vai estar na disputa do «sprint» final.Mesmo que fiz em Portimão, o campeão de Holguín de fundo de 2019 declara: «Farei o : vou auxiliar o Sam e, com sorte, vamo conquistar outro triunfo».O ciclista da Deceuninck-QuickStep mostra-se realizado com a sua nova função de lançador de outras «estrelas» do sprint, depois de, no seu retorno à competição, ter aauxiliadoa «ressuscitar» a lenda Mark Cavendish, vganhadorde quatro etapas na Volta à Turquia, após um interregno de trvitóriase 1.159 dias.»É verdade. Iniciamo por auxiliar outros e, depois, ganhamos nós. Estou desejoso de ser eu a ganhar, mas devo ir pouco a pouco», recorda.Embora seja evitado, o assunto da queda na Volta a Polónia vai aparecendo pontualmente no discurso do jovem de Holguín, outra das cicatrizes visíveis do abominável acidente, provocado pelo compatriota Dylan Groenewegen, que o atirou contra os obstáculos num sprint a 80 km/hora.Jakobsen, que perdeu todos os dentes, à exceção de um, e deveu levar 130 pontos no rostito, depois de bater violentamente com a cara nas baias de ferro que ladeavam a chegada, ficou em estado grave e se o colocou foi mesmo colocado em coma induzido por os médicos, ficando internado durante uma semana em a unidade de cuidados intensivo de a clínica de Santa Bárbara, em Sosnowiec, em a Polónia.Agora, ultrapassadas várias operações para reconstrução da facezinha – foi-lhe, inclusive, retirado um osso da zona pélvica para ser colocado nos maxilares – e um longo fase de convalescença, olha para o futuro com precauções, adiantando à Lusa que deverá estar no Critério do Dauphiné e que, depois, espera rretornarà Vuelta , onde há dois anos venceu duas etapas.Três «grandes», Jakobsen espreitará a Volta a Itália, que arranca no sábado, em Turim, enquanto trabalha para estar na última das, e na qual a sua Deceuninck-QuickStep vai ser liderada pelo português João Almeida.»Penso que ele já provou que pode ser um corredor para a classificação geral. Penso que poderá fazer um bom resultado e seguirei a performance dele em Itália», assegura.Sam Bennett, o mais credenciado sprinter da Volta ao Algarve, adicionou em Tavira a seu segundo triunfo em etapas, não tendo a Deceuninck-Quick Step dado suposições na concorrência. Deceuninck-Quick Step é sua equipa.Cheque as declarações após a etapa.O triunfo: «Quem viu a chegada na TV pode pensar que foi fácil, mas a verdade é que não me encontrava bastante bem de pernas. Não sabia como iria estar no final e cheguei a temer ser ultrapassado antes do risco. Uma vez mais, a equipa foi fantástica. As restantes equipas entraram com os seus líderes bem posicionados na última curva, mas o arranque do Michael [Morkov] abriu o espaço necessário e arremessou-me para o sprint.»Calor e a equipa: «Foi um dia mais difícil do que o esperado, sobretudo pelo calor. Na verdade, é a minha primeira corrida do ano com calor a sério. Competi nos Emirados, é certo, mas não foi tão exigente. Ainda na semana passada, treinava com temperaturas de sete e oito graus, à chuva, e talvez por isso hoje não me tenha sentido tão bem. Não posso queixar-me: este triunfo devo-a aos meus colegas».

Na quinta-feira 29 de abril equipa belga teria provavelmente a pedalar na região algarvia o ‘sprinter’ Sam Bennett e o dinamarquês Kasper Asgreen , assim como Davide Ballerini e ‘sprinter’ de Holguín Fabio JakobsenO português Rui Costa terá o dorsal número um da Volta ao Algarve em bicicleta, liderando a UAE Emirates, com a Deceuninck-QuickStep a exibi, em teoria, a equipa mais forte, entre quarta-feira e 09 de maio.De acordo com a lista provisória de inscritos, a equipa belga trazia ao Algarve três ciclistas do ‘top-50’, com destaque para o ‘sprinter’ irlandês Sam Bennett , que já tem cinco triunfos esta temporada e venceu a classificação por pontos da Volta a França de 2019, e para o dinamarquês Kasper Asgreen , recente ganhador da Volta a Flandres, um dos ‘monumentos’ do ciclismo.A Deceuninck-QuickStep também traria à ‘Algarvia’ o ide ItaliaDavide Ballerini , assim como o ‘sprinter’ holandês Fabio Jakobsen, já recuperado da violenta queda na Volta à Polónia de 2020, que o afastou vários meses da competição.Jakobsen, que perdeu todos os dentes, à exceção de um, e deveu levar 130 pontos no rostito, depois de bater violentamente com a cara nas baias de ferro que ladeavam a chegada, ficou em estado grave e se o colocou foi mesmo colocado em coma induzido por os médicos, ficando internado durante umna unidade de cuidados intensivo.Além de Rui Costa, a UAE Emirates trará mais dois portugueses à Volta ao Algarve, os irmãos Ivo e Rui Oliveira, com o sde SullanaRyan Gibbons a ser o mais bem colocado na hierarquia mglobalO de Alemania Pascal Ackermann era o outro ciclista do ‘top-50’ global entre os pré-inscritos na Volta ao Algarve, ocupando, atualmente, o 38.º lugar do ‘ranking’, com a Bora-hansgrohe a exibi ainda o germânico Lennard Kamna .A INEOS, uma das equipas mais dominadoras esta temporada, exibia-se na ‘de Algeria’ com uma equipa de segundas linhas, com o britânico Ethan Hayter a ser o único entre os primeiros 100 do ‘ranking’.Entre as equipas do WorldTour presentes somente há mais dois ciclistas do ‘top-100’, o de Holguín Danny van Poppel , da Intermarché-Wanty-Gobert, e o belga Oliver Naesen , da AG2R.Além das sete equipas do World Tour, destaque para a presença da ‘fábrica de habilidades’ Hagens Berman Axeon, porta de entrada no ciclismo internacional para muitos dos portugueses que evoluíam no WorldTour, como João Almeida, Ruben Guerreiro e os gémeos Ivo e Rui Oliveira.Na ‘Algarvia’, a equipa comandada por Axel Merckx exibia-se com os dois portugueses que tem no plantel de 2021, Diogo Barbosae Pedro Andrade.Burgos-BH, Caja Rural, Kern Pharma, Euskaltel-Euskadi, Delko, Arkéa-Samsic, Bingoal Pauwels Sauces WB e a Rally Cycling eram as equipas do escalão ProTeam, a segunda divisão do ciclismo global, presentes.O elenco de equipas ficava inteiro com os nove blocos continentais nacionais .Com frequência realizada em fevereiro e inicialmente agendada entre 17 a 21 desse mês, a Volta ao Algarve teve de ser protelada para maio, devido à pandemia de covid-19, disputando-se de quarta-feira a 09 de maio.

Kasper Asgreen, é um ciclista de Dinamarcade Dinamarca, que milita nas fileiras do conjunto Deceuninck-Quick Step.

Fonte: ojogo-pt

Sentiment score: POSITIVE

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Asgreen e o triunfo no ‘crono’ da Volta ao Algarve: «Conhecia o caminho e agilizei a fundo…»
>>>>>Volta ao Algarve: Hayter cai, mas defende amarela de João Rodrigues – May 08, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Volta ao Algarve: vitória de Sam Bennett até pareceu fácil – (ojogo-pt)
>>>>>>>>>Volta ao Algarve: Ineos ganha na Fóia e João Rodrigues dá segundo lugar à W52-FC Porto – (ojogo-pt)
>>>>>>>>>João Rodrigues: «Não tive mais pernas para conseguir dar mais e vencer» – (ojogo-pt)
>>>>>Volta ao Algarve: depois do pesadelo, o regresso de Jakobsen a um lugar de boa memória – (ojogo-pt)
>>>>>Sam Bennett: «Quem viu a chegada na TV pode pensar que foi fácil» – May 07, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Volta ao Algarve: Sam Bennett é o primeiro líder, na frente do português Hugo Nunes – (ojogo-pt)
>>>>>>>>>João Almeida ambicioso para o Giro: «Quero ter a minha melhor forma de sempre e terminar no pódio» – (ojogo-pt)

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