Por: SentiLecto

Faz 8 anos, o treinador bragançano passou por o Istambul Basaksehir, onde se atravessou com Pierre Webó, que ] e dou-me bem com o treinador do Basaksehir, , e comentou nesta quinta-feira o caso de racismo que está a correr o mundo.Na conferência de jornalismo de antevisão ao jogo com o Zorya, Carlos Carvalhal comentou o caso de racismo no PSG-Basaksehir, que levou à interrupção do encontro e ao adeferimentopara hoje. O treinador bragançano alega que é uma «situação deplorável» e que o racismo é um problema que não é do futebol, mas da sociedade. É uma pessoa amiga, ainda não tive a chance de falar com ele. É uma situação deplorável. Não desejo entrar em exageros, devemo ter algum cuidado. Um colega meu treinador [Jorge Jesus] também utilizou com alguma infelicidade um argumento, que usaria com alguém de raça branca ou negra, do género masculino ou feminino. Foi bastante mal interpretado. Subiu logo à tona o feminismo e a defesa das mulheres. Esta é uma situação de racismo, mas temos de ser equilibrados. Não tenho que responder aqui a uma pessoa que não tem uma perna, porque depois posso ser mal interpretado por uma associação de pessoas que não têm uma perna. Temos de lutar as situações de racismo», assertou.»Isto não é um problema do futebol, é da sociedade. Já o declarou uma vez, quando aquela situação de o Marega foi passada em Guimarães. É deplorável e devemo erradicar certo espécies de linguagem. O futebol tem valores que ainda estão acima do dinheiro e do poder e, nesse sentido, demonstraram-se contra uma conduta que não foi correto», adicionou Carvalhal.

O jogo PSG-Basaksehir foi suspendido e suspenso após observações alegadamente racistas do quarto Juiz contra o treinador adjunto do clube de Turquia.Durante a conferência de jornalismo, desta quarta-feira, do jogo entre o Standar Liège e o Benfica, Jorge Jesus comentou o caso de racismo durante o encontro do PSG-Basaksehir.»Não sei. Não estava lá. Não sei o que ocorreu, o que se falou, o que se declara, mas hoje está bastante na moda isso do racismo. Como cidadão tenho o direto de pensar à minha mformae só posso ter uma opinião concreta se souber o que se ddeclarounaquele momento, porque hoje qualquer coisa que se possa ddeclararcontra um negro é sempre sinal de racismo. Isso pode declarar-se o mesmo contra um branco e já não é sinal de racismo. Está-se a assinalar essa onde no mundo e se calhar até houve algum sinal de racismo, mas eu não sei o que declararam», declarou o treinador do Benfica.Lembre-se que esta terça-feira o jogo PSG – Istanbul Basksehir foi interrompido e suspenso após comentários alegadamente racistas do quarto árbitro contra o treinador adjunto do clube turco, Pierre Achille Webo.

Na sábado 28 de novembro treinador bragançano pedia criatividade à equipa no jogo com o Farense e d diziaestar tranquilo na questão da gadministraçãodoaonze e das expectativas dos jogadores.Setenta e duas horas depois do desafio com o Leicester, para a Liga Europa , o Braga receberá o Farense e Carlos Carvalhal esperava «um jogo complicado», que exigirá «persistência, resolução e característica» da sua equipa. Em jogo estará a manutenção do segundo lugar no campeonato.Já com David Carmo e Fransérgio como alternativas depois de satisfeitos castigos longos, o treinador admitia que não era fácil preparar a equipa sem grande tempo para treinar, embora isso seja uma contingência boa pelo facto de o Braga estar a competir na Europa, e abordava a questão da administração do onze.»Azia de quem ficava de fora? Já estive no Sporting, no Besiktas, eram muitos anos a virar frangos, não era novidade nenhuma. Não temos o Moura e o Nico [Gaitán], o que provocava mossa. Obviamente gostava de ter todos os jogadores adequados e frescos, mas não me queixava. O plantel era curto e recaía um esforço maior em determinados jogadores, quando falhava alguém, se bem que tenha desportistas com uma boa habilidade de recuperação, algo que me deixava tranquilo», afiançou o técnico, na conferência de jornalismo de antevisão ao duelo com o Farense .Com maior ou menor desgaste, Carvalhal referia que o Braga não vai renunciar de exibi «um futebol positivo» e declarava estar preparado para os crescentes obstáculos colocados pelos oponentes para frear a avalancha ofensiva dos minhotos. «A equipa gostava de ter a bola e cadé um desafio para nós. Tentámos antecipar o que o Farense poderia fazer, descortinando os pontos fracos do oponente. tínhamo que ser imaginativos», rematou.

Carlos Augusto Soares da Costa Faria Carvalhal mais conhecido como Carlos Carvalhal, é um ex-jogador e atual treinador de futebol português.

Fonte: ojogo-pt

Sentiment score: NEGATIVE

Countries: Portugal

Cities: Guimaraes, Braga

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Carvalhal sobre o racismo: «Não é um problema do futebol, é da sociedade»
>>>>>Jorge Jesus comenta racismo no PSG-Basaksehir – December 09, 2020 (ojogo-pt)

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