Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Andrea Agnelli 2017

Ora longe vão os tempos da amizade entre Ceferin e Agnelli, presidente da Juventus. O italiano sempre auxiliou o esloveno a chegar ao trono da UEFA e Ceferin é o padrinho de um dos filhos de Agnelli. O momento é outro, agora.Alexander Ceferin ainda não parece ter esquecido a Superliga, prova da qual, para ser exato, Real Madrid, Barcelona e Juventus ainda não desistiram. Alexander Ceferin é presidente da UEFA. O que, continua a ser notícia, pode ampliar o risco de não poderem participar na próxima Liga dos Campeões.Ora longe vão os tempos da amizade entre Ceferin e Agnelli, presidente da Juventus. O italiano sempre auxiliou o esloveno a chegar ao trono da UEFA e Ceferin é o padrinho de um dos filhos de Agnelli. O momento é outro, agora.Ceferin sentiu-se traído por Agnelli o ter conservado fora do enredo e mentindo-lhe na cara sobre a Superliga. «Honestamente, não sabíamos exatamente o que se estava a passar. De quando em quando, recebíamos ameaças de uma rutura, escapadas de documentos sobre o tema … Mas não o levámos bastante a sério. Andrea Agnelli, que era então presidente da ECA, era membro do nosso comité executivo e continuava a garantir-nos que não havia realmente nada com que me inquietar. Especialmente porque, pela nossa parte, tínhamos coordenado várias reuniões com os clubes para lhes exibi a nova reforma da Liga dos Campeões, uma reforma que os doze clubes rebeldes votaram favoravelmente. Mas logo no dia seguinte, revelaram o seu projeto aparição», declarou Ceferin numa entrevista com Sofoot.Ceferin chamou imediatamente Agnelli, quando as escapadas de informação surgiram no dia do anúncio. «Os protagonistas podem ser classificados em três categorias. Coloquei Andrea Agnelli no primeiro degrau da escada, o pessoal. A meu ver, este homem já não existe. Pensei que éramos amigos, mas ele mentiu-me na cara até ao último minuto do último dia, certificando-se de que não havia nada com que me inquietar. Enquanto que no dia anterior, já tinha assinado todos os documentos necessários para o lançamento da Superliga. Na segunda categoria, coloco um grupo de líderes que sentia estarem muito próximos de mim e que, lamentação, não me terem declarado antecipadamente o que planeavam fazer. Finalmente, na última categoria, há os gestores com os quais não tive qualquer contacto. Não os censuro, mas também eles terão de padecer as consequências dos seus atos. Através desta competição, todos estes gestores viram uma maneira de garantir para os seus respetivos clubes um lugar invariável no topo do futebol europeu. Tenho a certeza que a sua primeira ideia era deixar de participar em competições da UEFA enquanto permaneciam nos seus respetivos campeonatos nacionais», declarou Ceferin.uma onda foi imediatamente apoiado o esloveno de suporte e rapidamente teve o retorno de os seis clubes envolvidos. A partir daí, o castelo de cartas caiu. «Na verdade, foi uma luta que teve lugar em segundo plano e foi precisamente por isso que as reações foram tão brutais. Vai ser que 12 bilionários têm o direito de nos privar do nosso desporto? Vai ser que o dinheiro compra tudo? O futebol é mais do que somente um jogo, é parte integrante das nossas nações, culturas e sociedades. É por isso que a sua leitura da situação foi completamente desajustada. Depois, perguntei-lhes: ‘Como é que eles não se aperceberam que estavam errados?’ Desejo declarar, com todos os seus conselheiros, todo o dinheiro que estes clubes podem angariar…», declarou ainda Ceferin

O líder da Juve declarou que durante anos tentou «mudar as competições europeias por dentro, porque os sinais de crise eram evidentes ainda antes da pandemia de covid-19″O projeto de criação da Superliga de futebol, que reunia grandes clubes europeus, «jamais foi uma tentativa de golpe» O líder da Juve é clube no qual alinha o de Portugal Cristiano Ronaldo., mas sim «um grito de alerta», alegou esta sexta-feira o presidente da Juventus, Andrea Agnelli, que esteve envolvido na iniciativa.Agnelli, em conferência de jornalismo declarou: «Foi um grito de desespero por um sistema que, consciente ou inconscientemente, anda para a insolvência».O líder da Juve declarou que durante anos tentou «mudar as competições europeias por dentro, porque os sinais de crise eram evidentes ainda antes da pandemia de covid-19». O líder da Juve é clube no qual alinha o de Portugal Cristiano Ronaldo.Agnelli criticou «os vocábulos ofensivas» e as técnicas arrogantes da UEFA», adicionando: «Não é com esta espécie de conduta que se reforma o futebol».O presidente da Juventus recordou que o seu clube, o Real Madrid e o FC Barcelona continuam determinados em conseguir uma reforma.Faz 2 meses, AC Milan, Arsenal, Atlético de Madrid, Chelsea, FC Barcelona, Inter Milão, Juventus, Liverpool, Manchester City, Manchester United, Real Madrid e Tottenham anunciaram de a Superliga europeia, em a revelia de UEFA, federações nacionais e vários outros clubes. competição deveria ser disputada por 20 clubes, 15 dos quais fundadores – apesar de só terem sido revelados 12 – e outros cinco, qualificados anualmente.Entretanto, a UEFA advertiu que iria excluir todos os clubes que integrassem a Superliga, assegurando contar com o suporte das federações de Inglaterra, Espanha e Itália, bem como das ligas de futebol destes três países.Algumas horas depois, após padecerem grande contestação dos adeptos e críticas do primeiro-ministro Boris Johnson, os seis clubes ingleses anunciaram a saída do projeto, que acabou por fracassar.

Na terça-feira 25 de maio organismo que regia o futebol europeu instaurou a medida sancionatória rostito do intento do criação do Superliga europeu por «possível violação do quadro jurídico»O Real Madrid, o Barcelona e a Juventus foram alvos de um processo disciplinar por parte da UEFA pelava intento de instituir a Superliga europeia, anunciou, esta terça-feira, o organismo que tutelava as competições de futebol realizadas no Velho Continente.»Na sequência de um inquérito levado a cabo pelos inspetores de Moralidade e disciplina da UEFA, em relação ao projeto da chamada Superliga Europeia, foi aberto um processo disciplinar contra Real Madrid, Barcelona e Juventus por possível violação do quadro jurídico da UEFA. Mais informações serão comunicadas em devido tempo», referia a UEFA no sítio oficial na Internet.O organismo presidido por Aleksander Ceferin ameaçara recentemente Real Madrid, Barcelona e Juventus com a interdição de caso não renunciassem, participarem nas provas da UEFA nas duas próximas temporadas , oficialmente, da Superliga europeia.Estes três símbolos continuavam com a intenção de instituir uma competição elitista, pese as saídas de outros símbolos envolvidos no projeto: Arsenal, Milan, Chelsea, Atlético Madrid, Inter, Liverpool, Manchester City, Manchester United e Tottenham.Faz 2 meses, o anúncio de a Superliga Europeia ocorreu, em a revelia mas não «sobreviveu» mais de 48 horas, rostito à muita e bem audível contestação feita por várias vozes pertencentes a governos europeus, à UEFA, à FIFA, federações, ligas e adeptos.

Andrea Agnelli, é um dirigente esportivo de Italia e atual presidente da Juventus Football Club.

Fonte: ojogo-pt

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: Spain

Cities: Barcelona

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Ceferin visa Agnelli. «Mentiu-me na cara até ao último minuto do último dia»
>>>>>»Superliga foi um grito de desespero por um sistema que caminha para a insolvência» – (ojogo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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