Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Gil Vicente autógrafo

Declarações de Mário Silva, treinador do ​​​​​​​Rio Ave, após a derrota em casa do Gil Vicente .Jogo: «Achámos que a estratégia era a adaptada para vencer o Gil Vicente. Sabíamos que íamos ter obstáculos. Desejávamo um ataque com um ponta de arremessa mais móvel [Gelson Dala], que instituísse problemas na defesa adversária e espaços para outros jogadores romperem. Mas, cometemos muitos erros individuais na primeira parte, que, a este nível, se pagam caro. Padecemo um autogolo».Bruno Moreira: «A aposta no Bruno [Moreira] foi para instituir uma frente de ataque mais forte. Instituímo chances na segunda parte. Recordo-me de três, pelo Filipe [Augusto], pelo [Carlos] Mané e pelo [Gelson] Dala. Infelizmente, não fomos eficazes. Arriscámos tudo. Quando padecemo um golo contra a corrente do jogo, instituímo problemas até ao último minuto «.Gil Vicente: «O Gil Vicente coordenou-se bem e instituiu-nos problemas no contra-ataque. Desejávamo ter ganhado, porque este jogo dava-nos três pontos e o acesso a um objetivo, que era a Taça da Liga. O próximo jogo é difícil, na nossa casa [com o Boavista]. Desejamo e podemos fazer melhor».Costinha: «Temos pena de não termos conseguido ganhar, para a estreia dele [Costinha] no campeonato ser bastante positiva. É um grande profissional. Teve chance na semana anterior para a Taça de Portugal [vitória sobre o Monção, por 2-1] e voltou a ter hoje. Teve um rendimento positivo e saiu por alternativa estratégica, não pela desempenho».Reinaldo Teles e Vítor Oliveira: «Desejava dar um abraço bastante forte da minha parte às famílias das pessoas que, infelizmente, fmorreramnesta semana: o senhor Reinaldo Teles [ex-dirigente do FC Porto], uma pessoa com quem pdividiparte da minha vida [enquanto jogador do FC Porto] e o mister Vítor Oliveira, um treinador de referência no futebol pde Portugal São duas pessoas que deixaram o futebol de Portugal bastante mais pobre. O futebol é bastante importante para nós, mas a perda de pessoas é algo bastante mais importante».

Antigos jogadores do FC Porto lembram com saudade os tempos que passaram com o homem que chefiou o futebol de Portugal.O falecimento de Reinaldo Teles, cujo enterro se realiza esta sexta-feira, no Porto, continua a gerar homenagens, assim como mensagens de despedida. O JOGO convidou seis antigos jogadores dos dragões a contarem uma história que tenham vivido com o Chefinho» ou «Senhor Reinaldo» como era tratado. Madjer, Deco, Domingos Paciência, Pedro Emanuel, Rui Barros e Inácio falam de um dirigente «especial», que defendia «intransigentemente» o FC Porto, e que tinha uma grande habilidade para resolver conflitos.Rui Barros, atual treinador da equipa B do FC Porto, recorda-se bem do começo de carreira no clube, em 1987, depois de ter sido emprestado ao Covilhã e ao Varzim. «Nós fazíamos muitas asneiras, mas ele era a nossa proteção. Fomos a alguns bares e restaurantes a horas tardias e ele encontrou-nos algumas vezes, mas jamais declarava a ninguém, declarava somente para irmos para casa, porque estávamos ali a mais. Não contava nada aos treinadores, tentava resolver logo o problema. Era bastante chegado a nós e tínhamos uma confiança cega nele», lembra.Reinaldo Teles morreu na quarta-feira, aos 70 anos, depois de uma vida inteira ligada ao FC Porto, primeiro como desportista, depois como dirigenteConsternado com a morte de Reinaldo Teles, um dirigente que sempre o apoiou, Madjer recorda que antes de vestir a pele de dirigente, «era um amigo» que estava sempre presente. «O FC Porto é uma verdadeira família e é isso que faz a força do clube. Reinaldo era uma pessoa especial para o FC Porto e para mim. Está no meu coração», vinca o antigo internacional de Argelia, pedindo, através de O JOGO, para endereçar os pêsames à família enlutada. «Exibo as minhas condolências ao seu irmão, o meu amigo Joaquim Pinheiro, com quem trabalhei nos Juniores A do FC Porto. Condolências também ao FC Porto», reforçou o antigo jogador.Um outro «mágico», Deco, lembra um homem que «tinha uma influência bastante grande no balneário». «Ele e o presidente completavam-se bastante bem, porque dava o equilíbrio que o balneário precisava, nomeadamente em situações onde havia algum nervosismo. Faz 16 anos, já saí de o FC Porto, há 16 anos, mas sempre que me via tratava-me da mesma maneira», reconhece.se o satisfará um minuto de silêncio junto em a porta 1 de o recinto azul e branco.stão dezenas de pessoas nas imediações do Estádio do Dragão para a derradeira homenagem a Reinaldo Teles, histórico dirigente do FC Porto que morreu na quarta-feira, vítima de covid-19, aos 70 anos.Depois da missa realizada na Igreja do Bonfim, que contou com a presença de várias personalidades ligadas ao mundo do futebol, a urna de Reinaldo Teles conduz-se para o estádio, onde será satisfeito um minuto de silêncio, num momento simbólico em memória do dirigente.Presidente, membros da Direção, equipa técnica e capitão de equipa no momento de homenagem ao histórico dirigente do FC Porto.Decorreu esta sexta-feira no Estádio do Dragão, junto à porta 1, o momento simbólico de homenagem a Reinaldo Teles, histórico dirigente do FC Porto que fmorreuna quarta-feira, aos 70 anos, vítma de covid-19.Pinto da Costa, Sérgio Conceição e Pepe foram alguns dos presentes que se realçaram entre diversos membros da Direção azul e branca e equipa técnica.O treinador do FC Porto colocou uma coroa de flores em cima da urna de Reinaldo Teles e Pinto da Costa conduziu alguns vocábulos de conforto aos familiares do amigo e antigo companheiro de Direção.Vários adeptos do FC Porto também marcaram presença no local, aplaudindo a saída do carro funerário.Foi a derradeira homenagem a Reinaldo Teles por parte do clube que encarnou, como desportista e dirigente, ao longo de mais de 50 anos.

Na segunda-feira 16 de novembro central aproveitava bem a chance quando era chamado ao onze. Casquilha, o seu primeiro treinador em Portugal, explicava porquê.Contratado em 2019, Tormena fez nove jogos na época passada, tendo sido prejudicado por uma lesão na final da Taça da Liga em que o Braga derrotou o FC Porto, conquistando o troféu com um golo de Ricardo Horta. Apesar da ausência, por lesão, nas dez últimas jornadas do campeonato – pós-retoma – houve clubes a mostrar interesse no seu concurso durante o mercado de verão. Esta temporada, depois de ter entrado na jornada inaugural, no Dragão, com o FC Porto, ainda num período em que ganhava ritmo após o fase de recuperação do problema físico, e nas visitas a Guimarães e a Zorya, foi titular com o Famalicão e na Luz, jogando no lugar do punido David Carmo.Nestes dois jogos e, em especial, no complicado teste com o Benfica, o central de Brasilde Brasil satisfez na íntegra, tendo um papel determinante na marcação a Darwin. «Não vira a cara à luta, não d davanada por perdido, s sabiaesperar pela ochance, s salientavaJorge Casquilha, o primeiro treinador de Tormena em Portugal quando chegou ao Gil Vicente, em 2017, vindo do São Paulo. » tem-se visto no Braga que depois de perder a titularidade fazia exposições positivas quando era chamado, alegando-se como uma aposta credível do onze», exemplificava. Por «ser bastante jovem», Casquilha considerava que Tormena tem tudo para «cimentar a posição num clube com uma dimensão aumentada». «Tem a porta aberta para um platô superior, se o conseguir», defendia, não tendo «dúvidas que tem todas as qualidades para poder encarnar um grande».Jorge Casquilha explicava por que razão o jogador, que tem contrato com o Braga até 2024,e uma cláusula de 15 milhões de euros, » era um central de equipa grande». «As equipas grandes jogavam, normalmente, num bloco subido e por darem muito espaço nas costas precisavam de centrais rápidos para ir buscar os avançados. E o Tormena tem essa facilidade», adiantava o treinador que recebeu no Gil Vicente após «comentários através de DVD de jogos dos sub-23 do São Paulo». Lembrava: «Era um jogador com escola». Na altura, o que mais chamou a atenção de Casquilha foi «a velocidade, o jogo aéreo e a aumentada habilidade técnica para um central». E, a partir daí, «integrou-se bem, mostrou ser um jogador humilde, com vontade de aprender, aproveitou a chance de aumentar no Gil e no Portimonense e tem estado em grande no Braga».

Se considera Gil Vicente o primeiro grande dramaturgo de Portugal, além de poeta de prestígio.

Fonte: ojogo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Portugal

Cities: Porto

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>»Cometemos muitos erros individuais. Desejamo e podemos fazer melhor»
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>>>>>Homenagem a Reinaldo Teles no Dragão: Pinto da Costa, Conceição e Pepe presentes – (ojogo-pt)

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